Shudra é o caralho. Os Vaixás se revoltam contra o poder dos Xátrias no governo dos Brâmanes. Pela Revolução, mas pela Revoluçào no rumo certo. Abaixo à sociedade de castas. Vai se foder, em uma Teocracia Muçulmana não é necessário que uma Força que tem como razão de existir a luta contra o inimigo interno e a defesa do Estado tenha poder econômico para estar imune a disputas de poder contra por exemplo militares. "É um modo de ter autonomia na defesa do Estado". Se o Aiatolá mandar, não precisa disso, "Non Ducor Duco". Com o poder econômico, vão construindo poder político, e então poder social. Aí eles põem lá um sacerdote em quem eles mandam. É que se não fizer o que mandam, darão cabo nele. Que porra é essa? O mundo jaz no Maligno, uma Teocracia Muçulmana não jaz no Maligno. Sua lealdade é sua honra, leais a Allah e ao Aiatolá enquanto este anda no Caminho de Allah. O Aiatolá não governa loteando poder; todos respondem a ele, a última palavra é dele. Vocês estão jazendo no Maligno. Um líder crente só precisa de crentes.
Como uma Revolução Muçulmana vai parar em um sistema védico-hindu? Galera, a Índia é um pouco mais para lá. Engenheiros do Havaí, "A revolta dos Dândis".
Vocês estão esperando um semideus; o culto a Al-Mahdi é errado, nào há divindade além de Allah.; Al-Mahdi é uma pessoa. Não, as coisas não podem seguir a estrutura védica-hindu.
A Revolução no rumo certo não tiraniza o próprio povo, porque uma tirania é o governo da violência; e a perseguição é pior que o homicídio. A Revolução no rumo certo não é imperialista, porque não são um povo de favorecidos de Deus em detrimento de outros povos, que se autorreferencia superior dessa linha para cima; e também não prática e não apóia terrorismo, condenando o terrorismo sob todas as formas. É um povo livre que não aceita uma posição de vassalagem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário