"Propôs também a seguinte parábola a alguns que confiavam na sua própria justiça e desprezavam aos mortos:
Subiram dois homens ao templo para orar: um fariseu, e outro publicano.
O fariseu, posto em pé, orava dentro de si desta forma: Ó Deus, graças te dou que não sou como os demais homens, que são ladrões, injustos, adúlteros, nem ainda como este publicano;
jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho.
O publicano, porém, estando a alguma distância, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim pecador.
Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta, será humilhado; mas o que se humilha, será exaltado.
Traziam-lhe também as crianças, para que as tocasse; e os discípulos, vendo isto, repreendiam aos que as traziam.".
Legado e memória são fenômenos humanos; se estes homens, que conhecem a Lei, dizem que sou um desgraçado, acho que eles não podem estar errados, acho que eu sou isso mesmo. Não consigo me ver diferente disso, nem queria vir ao Templo, mas um desgraçado insiste ao Deus Clemente e Misericordioso por Clemência e Misericórdia deste desgraçado. Respeito à morte e aos ritos funerários são um pilar de uma sociedade civilizada. Orem pela Revolução, mas pela Revolução no rumo certo.
https://youtube.com/shorts/owRZ3KmxlhE?si=WbTzaz10q54IbXJV
Publicanos e meretrizes e Perón vós precedem no Reino dos Céus. Porque para vocês Perón é o homem mais desgraçado da face da Terra. Houve um Rei Belga no século XIX de colônias na África que foi pior, pergunta lá no Congo; mas esse não serve para que vocês transfiram para ele a culpa dos tiranos inomináveis a quem cultuam. Se um fariseu transfere a culpa para você, é um atestado de que você não tem culpa, senão não serviria para o sacrifício. Pelo menos está culpa Perón não tem. Bem, santo ele não foi.
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