sábado, 18 de julho de 2026

"Coelhinho da Páscoa, que trazes pra mim?". Jive Bunny and The Mastermixes, "That's what I like". Tirem as crianças da sala.

Uma ocasião especial. Há toda uma preparação para isso. É como se fosse um ciclo. Bem, se o sexo é uma concessão para fins reprodutivos, então é só durante um período no mês, o período fértil da mulher. O ciclo menstrual feminino. "A tabela", João Mineiro e Marciano.

O ciclo menstrual feminino é um período de 28 dias, regra; pode ser um pouco mais, pode ser um pouco menos; pode ser mais regular, pode ser menos regular. Ou mais irregular. O elemento central do ciclo menstrual é a ovulação. O início do ciclo menstrual é contado quando se inicia o sangramento menstrual. Uma vez a cada ciclo, os ovários da mulher liberam um óvulo, que é a célula reprodutiva da mulher. A expectativa é que este óvulo encontre a célula reprodutiva masculina, o espermatozóide; assim, há a fecundação. Porém, não houve a fecundação. O útero da mulher se prepara para receber a mórula, que é um aglomerado de células iguais, porque a partir da fecundação, se forma uma célula. Há os nomes técnicos para você saber de modo preciso; eu poderia pesquisar, mas não vou pesquisar. Mas se não pesquisasse, não seria eu. "Capitão Gancho", Clarice Falcão". 

Beleza, houve a fertilização, o espermatozóide cumpriu com sucesso a missão de penetrar o óvulo. Tihuana, "Tropa de Elite". "Se chegou um, chegaram todos". Não é uma competição de indivíduos, é uma unidade competitiva. São milhões de espermatozóides catapultados para a misaão de fecundar o óvulo. A missão não é do indivíduo espermatozóide, e sim do coletivo espermatozoidal. Nem sempre há a fecundação. O espermatozóide não é a gota que contém o "Oceano", Djavan, do ser humano. A força atrativa biológica é, de fato, muito forte. O ser humano desregulou isso. O ser humano se torna sujeito da força de atea'ão biológica, como os animais. O ser humano emerge da natureza, conserva uma base natural, porém transcende a natureza. Temos a primeira célula, o zigoto, surgida do encontro entre a célula reprodutiva masculina e a célula reprodutiva feminina. 

Esta célula, o zigoto, irá se dividir para se multiplicar. Uma célula se tornam 2, 2 se tornam quatro, é assim vai. Até chegar a um ponto em que há muitas células. A mórula. "O coágulo", "algo que se agarra". Um aglomerado de células, o mesmo princípio. A partir daí já começa uma especialização. O blastocisto. Camada interna cheia de líquido, células que darão origem ao feto, e a camada externa que formará a placenta. O blastocisto se agarra à parede uterina. Esse aglomerado de células se preparou para se agarrar e se agarrou. "Algo que se agarra". "Al-álac". É esse agarrar de algo que tem a estrutura de um coágulo. Agora sim, ocorreu a nidação. As células que formarão o feto começam a se especializar. O útero da mulher se preparou para isso. Se não ocorrer a nidação, o útero da mulher desfaz está oreparação, eliminando tecidos da parede uterina e sangue. A camada interna do útero, o endométrio. Nesse período de menstruação, a prática sexual é vedada. Vedada mesmo, porque é uma impureza. Saber respeitar os ciclos das coisas. Encerrada a menstruação, o útero da mulher vai se preparar de novo para a expectativa de uma nidação. É isso que fecha o meu raciocínio de que o início da vida não é a fecundação, e sim a nidação. 1/4 dos zigotos não nidam, ou seja, após a fecundação, 75% não chegarão a se fixar na parede do útero. Se começa na fecundação, 75% já morreram antes da nidação. De cada 4, passa 1. Surgem questões teológicas a respeito do que acontece com este 75%. Estas discussões são estéreis.

Considerando que a ovulação ocorre no 14.° dia do ciclo, é a referência, mas pode variar, e os espermatozóides sobrevivem por 3 dias no corpo feminino, e o óvulo pode aguentar até umas 48 horas, a janela de período fértil é ali mais ou menos entre o décimo-primeiro e o décimo-sétimo dia. As chances de haver a fecundação são altas. Então é só nessa janela que o casal pode fazer sexo se o sexo for só uma concessão para fins reprodutivos. Tem que esperar, ver se não engravidou, para então fazer sexo de novo para ver se engravida. Só uma semaninha por mês é vedada contracepção se a perspectiva for essa. Como saber quando? https://formacao.cancaonova.com/familia/fertilidade/o-que-e-o-metodo-billings/ . É só para reprodução então, como na natureza. Ignoram que o ser humano é alentado com o Espírito de Deus, de onde vem os fenômenos humanos, 

"Força estranha", Gal Costa. A questão de ser pai entrou na sua vida, é essa essa força maior. Não, o caminho não é esse. Porque Há Um Só Deus.

O Papa Francisco afirmou que os católicos devem praticar a paternidade responsável, e que, para ser um bom católico, a pessoa não precisa ter filhos 'como coelhos'. E eu concordo. Planejamento familiar. Contracepção ocorre de modo natural. O limite máximo para intervenção contraceptivos é a nidação. Ivete Sangalo, "Acelera aê". A contracepção não é uma nova ética do sexo. 

"Tu tem tornas eternamente responsável por aquilo que cativas".

"Você tem meu sim. Você já tem meu sim; porém, considero não ser ainda o momento oportuno. Sim, no momento oportuno". "Due", Laura Pausini. 3. Feist, "1, 2, 3, 4". Frank se preocupa com o que é criar seus filhos no mundo de hoje; exige que você esteja mais próximo e mais atento. Por exemplo, o mundo do filho dele será muito diferente do mundo quando ele era o filho. Adriana Calcanhotto, "Mulher sem razão". Você está sendo irracional e dogmática. 

É o dogma que quebra a religião. Dogmas que vêm de cultos à fertilidade, da natureza, de decisões de poder de produzir filhos e mais filhos para o trabalho e para a guerra, porque muitos e muitos morrerão no trabalho e na guerra, é é preciso ter uma força de trabalho e de guerra. No sistema feudal, a família é uma unidade produtora; quanto mais filhos, mais produção. Eu só quero existir como um ser humano alentado com o Espírito de Deus, Que É Espírito. Lutando para me libertar do teto que estabeleceram para mim, entre gênios e humanos. Será que é meu ego? Ou será que Deus Me Criou e Me Alertou com Seu Espírito? "I am", Die Happy. You're special, you're beautiful, you're wonderful, powerful, unstoppable. Yes, you are. E Frank faz Vivianne se sentir assim. Ela se reconhece uma mulher amada, mas. "Tudo tem seu tempo, e há tempo para tudo debaixo Sol"; só não é o momento oportuno ainda. Isso será motivo de alguns conflitos entre eles.

Frank e Vivianne estão no carro no trânsito. Bem, isso não é um carro, é uma RAM 3500. Ela quer discutir com ele. "Vivi, trânsito não é o momento oportuno para discutirmos; conversaremos em casa". E liga o som, "Achy Breaky Heart", Billy Ray Cyrus. Ela desliga o som e fala com raiva, "Em silêncio". Tudo bem. Ao lado dela, dirigindo a pick-up, um homem preocupado com ela e com as demais pessoas no trânsito. Essas pequenas atitudes dele, o homem focado, responsável, líder, tocam ela no colo do útero. Ela sente um tesão e uma raiva. Ela o ama e o odeia.  Ele permanecer em silêncio dá raiva nela; ele não ceder dá tesão. Ela quer, mas não quer; ele respeita. Ela sente tesão porque ele respeita; e raiva porque ele não insiste. Chegam em casa, Eva vai para o quarto, mas não fecha a porta. Ela se deita na cama e chora. Ele vai para a cozinha. Ela não fecha a porta e não sai do quarto. "Ela quer que eu vá lá. Ele não pede licença para entrar; senta-se na cama ao lado dela. Ela se senta na cama apoiando as costas na cabeceira da cama. Ela não quer que ele a abrace. Ele faz um carinho nos cabelos dela; ela é indiferente. Envolve as pernas com os braços, apóia a cabeça nos joelhos e chora. Ele se levanta para sair; ela pede "Não me deixe sozinha". Ele diz "Estou aqui", e sai do quarto. Ela se sente um pouco melhor. Mas não sai do quarto. Ela sente que perdeu. Ela dorme um pouco. Ela se levanta e vai até ele na sala. "Acho que não estou à sua altura". Ele olha. Ela volta para o quarto. Ela parece estar de luto. Mas vai passar. É o dogmatismo e a irracionalidade prevalecendo. Ela precisa dele perto e precisa dele longe. Engenheiros do Havaí, "A montanha". Ela está dividida. É nessas horas que aparece o lobisomem. "A gente termina agora se você assim quiser", diz ele. Ela sabe que ele vai sentir, mas rapidamente se levantará. Ela pensa na moça do restaurante atendendo um Frank sozinho; https://youtu.be/m3Yo_k2wAOE?is=aJ4LHzXP7mnAGYlo , ele não vai comer só a comida, "Just the two of us", Groover Washington Jr".Isso neutraliza a situação; é lá e cá. Ele sabe manejar a situação, deixa ela segura e mantém uma certa distância. É o dogma, ela segue o dogma. É a irracionalidade. Quando Frank está em conflito, ele trabalha mais. Mergulha no trabalho. A Igreja Católica quer separá-la dele. 

Uma Mercedes-Benz GLA 200 estaciona em frente à casa de Frank. Desce do carro uma mulher elegantemente vestida, loira, de uns 35 a 40 anos, sóbria, com um porte de alemã. Toca a campainha. Vivianne atende. "Por favor, o Sr. Francesco Corleone". Vivianne pergunta "Quem seria você para que eu possa anunciá-la? "Sra. Hoffmann, Susann Hoffman". Vivianne grita "Fraaaank!". Frank vem até a porta e cumprimenta Susann. Olá, Susann; está é Vivianne, minha esposa". Vivianne a cumprimenta contrariada. "Temos um compromisso de trabalho agora". "Foi um prazer conhecê-la, Sra. Corleone". "Idem". Frank pega uma pasta e sai. "Tchau, Vivi; não demoro". https://youtu.be/oy2zDJPIgwc?is=ybHv9-1CtKnB35RB . Em 40 minutos, Frank está de volta; dessa vez Susann não desce do carro. O "Tchau, Vivi" acertou o alvo. Antes que ela pergunte, ele diz que ela queria lhe mostrar uma área para um empreendimento imobiliário. "Fui lá ver in loco; disse a ela que poderia ser agora se ela pudesse vir me buscar; você é minha esposa, te devo satisfações". Ele não queria isso, ela viu e ela sabia que ele não queria isso. Uma incorporadora imobiliária, divorciada. Ela sentiu. Ele viu que ela sentiu. Gestos silenciosos de carinho; consolação. Hora de aceitar. Liszt, "Consolation, no. 3". Ela sabia o marido que tinha. Sabia que ele não faria nada até estar separado e consolidada a separação. Ele a trata com carinho, com alegria, e com interesse, porém está reconfigurando a relação com ela para o "phileo". José Carreras e Sara Brightman, "Amigos para sempre". Ele pretende um Divórcio de Veludo. Ele se orgulha dela, admira ela, acredita em um futuro promissor para ela. Não se joga com o medo de perder de um homem que já perdeu muito. Quando ele percebe que vai perder, ele aceita e oerde. E quando ele de fato perde, ele já sofreu, e agora não sofre mais. Ele telefona para ela e diz que se alongará no trabalho por conta de uma reunião. De fato, uma reunião de trabalho, se Vivianne for lá agora, o encontra em uma reunião de trabalho. "Ela está deixando ela segura e pedindo que ela espere". Ela liga para a mãe, "Perdi meu marido". "Não ainda; ele só selecionou e chamou para a entrevista". Ela fala para a mãe da divergência entre eles, chora ao telefone, se reconhece imatura, e fala de Susann". A mãe a convence a dar mais tempo para ele. Quando a empresa é sua, algumas coisas são mais fáceis. Ela pega a Kawasaki Ninja 1000 dela e vai até onde acontecia a reunião. Leva uma caixa de chocolates para ele. Pede para chamá-lo. "Estou disposta a reconsiderar algumas posições", e entrega a caixa de chocolates para ele. "Não dívida com ela". Aquele sorriso de lado, com os cabelos cobrindo o olho e mostrando o sorriso, e vai embora. Susann é uma mulher madura que entende o jogo. "Digno de honra entre vós seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula. Uma beleza protestante de raiz germânica. Ele adia a contratação. Envolta em sobriedade e disciplina, uma feminilidade muito feminina, que traz de uma raiz simples algo incontrolável. Esse incontrolável se descontrola se controlando. Esse é o ponto. Ela ousa, "Uma caixa de chocolates", com um certo jeito de menina; "Não irá dividi-la comigo?". "Perdão; Vivianne, minha esposa, pediu que não o fizesse". "Leve a caixa de volta para casa e a dívida com ela", controlando e disfarçando uma certa raiva. "É um acordo temporário", ela diz. E retornam aos assuntos de trabalho. "Mulheres alemãs nos impelem a agir com nobreza, e ressoam com sua perene beleza". E volta a falar de trabalho. É uma mulher madura, sóbria e que entende o jogo. Enquanto não houver menopausa, há esperança. Sim, é mais difícil conforme o passar do tempo; mas não impossível. Sara e o último óvulo. Die Happy, "Nos or Never". Susann não podia avançar sobre o casamento de Vivianne e Frank. Isso é vencer, não perder. Isso assusta Frank um pouco.

Ele chega em casa trazendo a caixa de chocolates; abre e oferece a Vivianne. Ela pega um chocolate e dá um chocolate para ele. "Você tem tempo; modifiquei minha posição de "agora" para "daqui a pouco". Ele diz "No momento oportuno". Ela diz "Até daqui a pouco". É intenso, porém ele mantém uma certa distância; o dogma fará uma segunda investida; já escrevi esse trecho, e o final é feliz. Uma jovem mãe de uma família grande, assim Vivianne se via. E assim o dogma dizia que deveria ser. Tati Quebra-Barraco, "Siririca".

Um pequeno argentino diz ao pai, "Papá, quando eu crescer quero ser como usted". O pai, orgulhoso, pergunta "Para ser um hombre viril, talentoso e brilhante como yo?". "No, Papá; para temer um hino como yo". 

Dois caminhos paralelos; um deles faz uma curva na direção do outro e eles se entrelaçam. 




Eu sou o analista, amigo meu.

"Divina Comédia Humana" Belchior. Segue sua nau, que sigo minha nau; minha nau não deriva para o homo. YMCA, "In The Navy".

sexta-feira, 17 de julho de 2026

É trabalho pra caralho. Marisa Monte, "Infinito particular".

"Você não tem o que fazer?". Desenvolvendo um sistema de TIC. Antes era Computação, "Computador não fala, computa". Depois, Informática. Depois, TI, Tecnologia da Informação. Aí veio a TIC, Tecnologia de Informação e Comunicação. E a gora com a IA, o que será? Trabalhando na documentação de um sistema. Desenvolver um sistema, para depois desenvolver outro sistema, para depois desenvolver outro sistema, e depois desenvolver outro sistema. Para depois desenvolver este sistema. Você é uma matriz produtora de unidades produzidas em função do tempo; se você produzir mais sistemas no tempo X, mais sistemas foram produzidos. Mais unidades produzidas. Programar, fazer uns rascunhos, programar. A cadeia de polímeros que se repete, este é o trabalho dele. Um polímero é uma molécula que se forma pela repitição de unifades menores chamadas monômeros. Um polímero é uma repetição de monômeros. O trabalho é pesado como chumbo, e o salalário, leve como isopor, nome comercial do EPS, poliestireno expandido. "Isopor", com letra maiúscula, é marca registrada. "Que diferença faz eu comprar este EPS ou comprar Isopor do ponto de vista da função?". "Nenhuma". "Então compra o EPS, caralho.". Lá vai ele para a planilha. "Puta que pariu, esse arquiteto queria me enfiar 90 mil reais no cu assim". Alguém chama ele; "Que foi, caralho?". O Tuco Salamanca Argentino é um homem cru, que sabe ser meio mal-passado quando precisa. Construir é foda. É isso o tempo todo; e isso é pouco eficiente. Princípios."Há uma mocinha querendo falar com O Sr. "Mande ela entrar". "Olha, que gracinha", ele se levanta, puxa uma cadeira para ela. "Sente-se por favor".  "Aqui, a função tende a prevalecer sobre a forma, regra". Que bonitinha a mocinha, parecia filha dele. Ela estava preocupada com um problema da empresa, que estava afetando ele. "Gente afetada afeta os resultados, nunca para melhor". Afeta; provoca uma modificação; no Estado, no caminho, na estrutura... Engenheiros do Havaí, "A revolta dos dândis". O Tuco Salamanca Argentino, ou El Choclo, o milho é fundamental na história dele; a espiga; entra para uma reunião com executivos do mercado imobiliário. Um deles para na frente do Tuco Salamanca Argentino, olha-o de cima abaixo e foca no terno amassado. O Tuco Salamanca Argentino só olha. Uma parceria em que ele entra como terrenistas, é uma incorporadora incorpora um empreendimento. Pode terceirizar a construção para uma Construtora. O terrenistas recebe unidades do empreendimento em pagamento pelo terreno. El Choclo acha que o projeto está abaixo do potencial do terreno. Fala um pouco do que tinha em mente. Declina da proposta. Aguarda um projeto melhor. Na saída, olha para o executivo que o olhara na entrada. Chama-o em particular. "Terno amassado é coisa de quem estava trabalhando. Vai trabalhar, seu vagabundo". https://youtube.com/shorts/UHSDllBVFOg?is=Z7bFdv0ThDXVxVd3 . "El Choclo". "Return of The Três", Delinquent Habits. Broxa na hora. Melhor trabalhar e mostrar serviço. Chico Buarque, "Vai trabalhar". "Você me resolveu um problema". A mocinha estava feliz por ter resolvido um problema para ele. Engenharia de valor. A mocinha se preocupava com os problemas deles mais que qualquer outra coisa. "Nunca destrua o coração de uma mulher dessas". O amor devocional por ele. Ela é tão lindinha, mas é tão mocinha. A coisa mais digna que ele fez na vida foi aproximar um carinha dela. Respeite os pilares que você não pode quebrar; um destes pilares é nunca destruir o coração de uma mulher dessas. Reserva de valor. Elas são como crianças. Seria fazer tropeçar um desses pequeninos que sim, ainda têm muito a aprender. Pelo menos ele presta um pouco. "Eu não presto", Titãs. Ele se sentiu melhor ao aproximar um carinha da mocinha do que em pegar a mocinha. Só que os carinhas hoje têm uma certa dificuldade para pôr para dentro, metaforicamente falando. A mocinha volta. Ele consegue um emprego para a mocinha na empresa de um conhecido com quem fazia negócios, em uma função de maior responsabilidade ganhando mais. A mocinha é grata e vem agradecê-lo. "Close to You", Carpenters. Não, é impossível sem atingir o coração. Então ele vai na zona; um mal menor pela inevitabilidade de um mal maior. E pega uma novinha na zona. Escala um outro carinha para a missão. E esse carinha consegue. O primeiro dos Três Tambores. Cada gostosa. Ana Castela, "Olha onde eu tô". Elas são muito crianças. Na puberdade. Então elas amadurecem e se transformam em adultas. Mas não estão maduras ainda. 

El Choclo caminha com o engenheiro civil pela obra. Responsável técnico; engenheiro residente. Ele entra em um cômodo em fase de revestimento da alvenaria. Olha para uma pilha de sacos de cal virgem no meio do cõmodo. Um pouco mais baixa que um púlpito. Todo mundo trabalhando. Ele dá um tapa sobre o primeiro saco, ou saca, da pilha. Todo mundo para e olha para ele. Um vê e avisa os outros. "Sabe porque a cal é virgem?". Um breve silêncio. Ele se apóia com os braços na pilha de sacos. Dá um tapão na saca e fala alto, "Porque o pincel é broxa". O pessoal não se aguenta de rir. Ele chama um servente e puxa uma nota de 100 dólares. "Para comprar Coca-cola e medianas hoje à tarde. O trabalho de vocês está andando bem. Todos agradecem, "Obrigado, El Choclo". Desse estilo. "Na raba toma tapão", MC Niack. 

Documentar o sistema evita o caos. O projeto do sistema. Os memoriais descritivos. Possibilita detectar falhas antes da execução. Depois de implementado, é mais foda consertar. Se o cara que programou sai, ninguém sabe mexer nisso. Hackers norte-coreanos dando um rolê na Internet e achando sistemas assim. Vamos nos divertir um pouco. Pronto, Deu pau em tudo. Agora ficou (bem) mais caro. Quando o cara da TI fala "Agora fudeu". É uma visão que você não tem; se for minimamente honesto, não reclama, você só colheu o que você plantou. Engenheiros do Havaí, "Dom Quixote".

Você tem que construir todo o universo da obra. O personagem, a peça. O personagem é o personagem. A trilha sonora do personagem não é a princípio a música do personagem no filme; trazem elementos da estrutura do personagem. Aí você identifica esse personagem por uma música. "I Could die Happy", Die Happy. O papel é o personagem na peça. O papel é exercido pelo ator. O ator não é o personagem, o ator representa o papel do personagem na oeça. Desse universo da obra você fará o filme. O D. Eládio chama o Tuco Salamanca Argentino, em uma cena de flashback. Flashback daqueles que volta mas não vincula; ainda havia algo a ser terminado; agora terminou. Lá Bouche, "Tonight is The night". D. Eládio é fruto de um profundo mergulho nesse universo, para construir a obra. É uma síntese do líder de Cartel mexicano.  Santana, "Soul Sacrifice". Estão reunidos em uma propriedade rural; um pequeno grupo de homens. "Me llamaste, Mi Don?". "Sí; sientate". "Não antes de dar-lhe um abraço". Abraça de modo efusivo ao D. Eládio, que retribui, porém de um modo mais contido. Um homem mais sóbrio, mais cerebral. O Tuco Salamanca Argentino se vira e diz aos homens "Este é o único homem a quem eu respeito na vida". O D. Eládio colocava algum limite nele. Chama-o em particular e diz aos homens "Solta o som". The Oh Sees, "Tidal Wave". Contratar mulheres e estrutura de serviço para estes eventos é uma brecha. Podem testemunhar, ouvir. Não dá para controlar todos. "No Cartel, Choclo, você é o Filho". El Choclo se ajoelha para agradecer; o D. Eládio imediatamente pede que ele se levante; "Sem sabujice; e não perca sua personalidade". Chama um homem de perfil mercado financeiro. "Você sabe que não confio em advogados. Por quê? Porque sou um". O D. Eládio é um advogado retirado. Profundo conhecedor de leis e regulamentos. Sabe usá-los a seu favor como ninguém". Olha para o homem a quem chamou, "De Santo você não tem nada". O homem ri. O D. Eládio abraça cada um deles com um dos braços. Chama a todos. Atravessam o rio em um barco; agora sim, cachaça, churrasco e putaria é do outro lado do Rio. O D. Eládio é um homem fechado e de pouco contato. Vive recluso e sai pouco de sua propriedade. "Los 3". Um Don no Cartel é um Deus. "Jamais direis 'Trindade!'". Corruptor de juízes, promotores, policiais e de todo mundo que é corruptível na Lei. Cazuza, "Vida fácil". Diz ao Tuco Salamanca Argentino, na presença do outro homem, "O Stálin do Lênin hoje é o Stálin amanhã". Três dias de bordel fechado para uso exclusivo. Lá não se fala de negócios. Matanza, "Tombstone City". "Corromper os corruptíveis; para que eles ajudem a corromper os nem tão corruptíveis. Não corromper os incorruptíveis". "Vida terrena é jogo e diversão frívola". Julio Iglesias, "Soy un Truhán, soy un Senhor".

Um corpo que cai. O Tuco Salamanca Argentino estava desconfiado que um sócio em um empreendimento imobiliário ligado ao Cartel estava dando golpe no Cartel. Olha planilhas. Vê demonstrativos. Decide levar a questão ao D. Eládio. D. Eládio providência a auditoria. De fato, um homem esperto demais está dando um nó no cara errado. "Dar nó em mim é dar um nó em si mesmo". Vai até o escritório de seu engenheiro-chefe. E o convida a passar dois dias em sua propriedade. "Estarão no décimo andar. Após o anoitecer. A iluminação será precária. Haverá uma chave elétrica no fosso do elevador. O fosso do elevador estará coberto com um estrado de madeira aparentemente confiável, mas que se rompe com alguém no centro dele. Considere isso ao posicionar a chave elétrica. Peça para ele, que é mais alto, ligar a chave da eletricidade para uma iluminação melhor. E voilà.". "Eu estava lendo a planta do andar, de costas para o local; só ouvi o barulho". E assim foi. "U2, "Vertigo". Precária, mas suficiente para ler a placa que avisava do risco, e ver as correntes de plástico a interditar o fosso do elevador. "Danger. Keep Out". O engenheiro move um equipamento que tampava a placa e delicadamente tira uma das correntes de plástico, enganchada. "Ele queria mais luz; conhecia o local e foi acender. Não estavam sendo feitos serviços naquele andar àquele momento; o acesso ao andar era restrito; ele era um dos donos da obra. Quando o D. Eládio chegou, tinha acabado de acontecer. Se desse errado, o D. Eládio resolvia. "Sim, fui eu". Moinho, "Ive Brussel". O recado estava dado. O sujeito tem que saber onde pisa e com quem lida.

O programador tem que programar; foda-se. Ele reage e é demitido. Frank vê nisso uma oportunidade, um cara brilhante e injustamente derrotado. "Derrotado você não é", colocando a mão nos ombros dele e o olhando nos olhos. "Um homem injustamente derrotado pode ter sido vencido, mas não é derrotado". Raul Seixas, "Tente outra vez". "Você pode fazer sistemas exatamente do modo como eu quero". Sólido trabalho de desenvolvimento e documentação antes. Durante. E até depois. Considerando o que isso evita amanhã, o investimento nisso hoje é irrisório. O cara não só te levanta, te levanta e impulsiona. Agora é com você. 

Adaptar de um livro é começar a partir de um universo que já foi construído; são anos para escrever um livro desses. Por causa desse cuidado. "A arte como procedimento". Die Happy, "Undercover Genius".

O sublime dos momentos. Elevação dos valores. Intensidade do amor; a formatação asséptica do mocinho faz com que o bandido seja mais atraente. A última coisa que El Choclo aprendeu de verdade, há algum tempo, foi o MS-Excel. Disseram para ele que aprender isso era importante, ele se convenceu disso e contratou uma instrutora particular de Excel. Ele ia sugerindo, ela ia aceitando, ele ia avançando, ela ia concedendo, até que ela começou a mexer no mouse errado, e o gráfico subiu. Mandou a broca na moça, a pagou bem e a dispensou. Contratou um instrutor para continuar assim aulas. "Aprender isso tem que ser levado a sério". Agora que ele sabia Excel, ninguém segurava ele. 

A radicalidade bidimensional de planilhas de Excel. A trimestral idade do capital. O ano tem 4 ciclos de 3 meses, é assim que o dinheiro trabalha. Cher, "Say The Word". Frank e Vivianne estão no Cemitério por ocasião do velório de um conhecido distante de Frank. O Velório era em frente ao Cemitério; decidem entrar para conhecer o lugar. Ela para em frente a um túmulo com uma bela arte tumular é uma grande cruz. "Homem em eixo vertical, mulher em eixo horizontal". Ela é delicada ao tocar o acabamento da arte tumular; "É um trabalho primoroso". Estão sozinhos. Frank afasta-se um pouco para olhar um outro túmulo, na verdade para olhá-la um pouco de longe. E pensa "Como ela é linda". Ela toca com carinho flores naturais. Sorri para uma borboleta. Senta-se no túmulo. Faz pose de escultura. Frank sorri e se aproxima. Ela se levanta, se coloca de frente para o túmulo e ele a abraça, com ela de costas para ele. "Talvez falte-nos perceber que a Cruz tem altura, largura, e ainda que representada em plano bidimensional, tem profundidade". Ela se inclina um pouco e diz "Vai fundo". Chega a latejar, porém ele sabe que ali não, lá não é lugar para isso. Faz um gesto de carinho e segura na mão dela. Os dois caminham. Ela se sente bem assim. Ela para e o abraça. "Vamos mais profundo; hora de nos casarmos". Ele pega na mão dela, tira a aliança da mão direita dela e coloca na mão esquerda. Faz o mesmo com a própria aliança. Volta as alianças para as mãos direitas. Madonna, "Deeper and Deeper". Ele diz, "Tudo tem seu tempo, e há tempo para tudo debaixo do Sol". Ela entende e o admira. Ela diz "Eu espero". Ela se sente como uma flor plenamente aberta; uma árvore com seus frutos. Não sou mulher para detalhar estas coisas; sei de já ter observado e abraçado. "E você, como se sentiu?". O próprio símbolo da Volvo. 

ABBA, "Lay All Your Love On Me". É muito bonito se vivido de modo elevado; mais bonito ainda do modo mais elevado. Meu dever, e o dela também, era cumprirmos a vedação. Nada aconteceu. É uma longa história, que já contei aqui. Engenheiros do Havaí, "Piano bar". 

La potenza della Lírica. Matriz épica, matriz lírica, fusão épica-lírica. Banda Eva, "Flores".

Ele colhe uma flor e dá para ela; será um hábito dele sempre que forem a um Cemitério. Até o dia em que ela estiver sozinha no Cemitério; aí então ela colherá uma flor e colocará nas mãos dele, que está deitado com a cabeça no travesseiro do caixão. Em paz. Marcos Witt, "Cuán dulce paz". Ela está em paz pela paz dele. Até isso é bonito; porque não termina aqui, a existência continua e continuará na Eternidade. É só um "Até breve". Ou ainda que demore. Saem limpos, voltam ao velório do conhecido de Frank; hora do sepultamento. U2, "Where The Streets have no name".  A revelação da tridimensionalidade da Cruz. "O amor é o vínculo da perfeição".

Davi. Nesta representação de Michelângelo, a metáfora do homem que controla esses impulsos. "Não é fácil", Marisa Monte, porém ela entende que o melhor é acompanhá-lo na elevação. 
 "Eu já aceitei; você aceita". Ele olha fundo nos olhos dela segurando nas mãos dela. "Sim". Depois do casamento, sim. Depois do rito. Vivianne colhe um crisântemo de um vaso que adorava a Sala onde o conhecido distante de Frank era velado. E guarda com ela. À noite, ela regala o crisântemo a ele; é um verbo não muito comum. Um gesto carinhoso, delicado, convidativo, agudo e incisivo. Ela é muito linda. O homem não vê mais nada "Morena Tropicana", Alceu Valença. Ela diz para ele, "Se você mal-me-quer, você é um homem morto". Uma beleza graciosa que a idade não apaga. Surge o contraste da graça e espontaneidade da menina e a sobriedade da mulher madura. Ela se mostra enquanto esposa. É um raio no cérebro que ilumina a mente. É um trovão no coração. "El día que me quietas", Carlos Gardel. Dá vontade de subir na parede. Isso é a estética, gerar estados, não palavras; surpreender e emocionar; a palavra é semântica. Não há o que falar agora. "Kiss me", Sixpence Nome The Richer. Ela se eleva a uma nova opercepção dela por ele. Não tem mais jeito. Ou segue por aqui ou pelo celibato. Que é virtuoso enquanto caminho temporário. "Casais os celibatários entre vós". "Seja feita a Vontade de Deus, não a minha". An ass to die. "Die another Day", Madonna. "Le cose che vivi", Laura Pausini. "Isso eu nunca vivi, Vivi". Laura Pausini, "Vivimi". Começou o tão do casamento subjetivos até o casamento objetivo. Só depois do casamento objetivo; conservando o valor e significado do Rito. "O que é o Rito?". O marido da Rita. Thierry, "Volta, Rita".

"Eu concedo com uma mão, em troca de uma pequena colheita com a outra mão". "Qual o seu preço?". " "O termo não é esse; é uma concessão.". "Qual?". Que me seja autorizado realizar minha cerimônia de casamento à noite, na Capela do Cemitério. "Não depende de mim". "Depende sim". "Não há nada que impeça; OK". O Cemitério precisava de manutenção. Doação em dinheiro para manutenção. "Só os convidados minimamente exigidos por lei". Frank estava certo, Hook iria tentar atingir uma pessoa próxima dele para atingi-lo; convém não se expor. O casamento não se resume à cerimônia de casamento. Ele fala para Vivianne; ela concorda. "Com você, mesmo se nosso casamento fosse com nós dois pelados na floresta eu seria feliz. Com os pássaros nos olhando com aqueles olhos de coruja. Os animais a assistir. As plantas a ornamentar, a Lua a iluminar, 'Banho de Lua', Celly Campello, e também as cobras, as aranhas, os pumas... Acho que não seria um bom lugar. A não ser que você conheça muito bem o lugar". Cachoeira é lugar de cobra. As espécies encontradas aqui e nesse lugar específico.
Mark Twain National Forest, Rolla, Missouri. "Eu conheço um lugar. Sempre estive sozinha no lugar dos meus sonhos. Podemos acampar". "Que tal um motorhome?". "Daqueles que pode armar a barraca no teto do motorhome". "You got It", Roy Orbison. Com o humano mais próximo a uns 2 km de distância. Rita Lee, "Baila comigo". Vanessa da Mata, "Aí, aí, aí, aí, aí, aí aí aí, aí aí, aí, aí aí". Die Happy, "Dance for you Tonight". Sem interdições; Dignidade, Responsabilidade, Liberdade. Cumprido o rito, agora sim. Ela se sente plena. Um ato de confiança e entrega total. Laura Pausini, "Surrender". Estacionam o motorhome. Ele rapidamente arma a barraca. 

A barraca está armada. "Você se lembra do que me disse no casamento?". A revelação dela sendo esposa. "De agora em diante, eu não me defino só por mim, como foi até agora; eu me defino, sem deixar de ser eu, em função da unidade que tenho com você por me transformar em seu marido; se você assim aceita e se assim me aceita. Posso?". "Agora fale olhando nos meus olhos". "Agora fale ao meu ouvido. E ela agora está de costas para ele. Essas coisas não são explícitas, são sugeridas. "Posso?". "Sim". Andrea Bocelli, "Com te partirò". Die Happy, "Perfect". "Smooth Operator", Sade. São uma família. É próprio deles buscar um momento de solidão; ele se vê como marido. Duas horas, prorrogação e pênaltis. Michael James, "Family Tree". Não precisa ter filhos para serem uma família; os filhos completam a família. Padre Zezinho, "Oração pela família". O marido precisa disso, de um espaço e de um tempo sozinho. Ele está na cabine do motorhome ouvindo música. Ela, na barraca. Ela sabe que ele está perto. Que ameaça há? Ela desce da barraca e abre a porta do passageiro. "Posso?". "Não precisa me pedir". Ele dá um beijo carinhoso na testa dela. Um momento que se alonga. Natalie Cole, "Unforgettable", é o que toca no som do motorhome. "Estou preocupada porque temos que economizar bateria". "Fique tranquila, o motorhome tem APU, unidade de energia elétrica auxiliar". "Você pensa em tudo". E ela fala tudo que admira nele. Ele ouve. Ela se deita no colo dele. "Sabe o que é, é que se a bateria acabasse, seria preciso fazer uma chupeta". Ele diz "A APU carrega a bateria nesse caso". Aprendendo a pensar como marido. Ela ri. Ela se deita no colo dele. "Posso?". "O quê?". E coloca para tocar uma música. Sylvester, "You Make me fell"; "Sim, pode". Ela sorri porque ele não entendeu. Nem sempre os homens entendem o que as mulheres dizem; subjetivamente faz sentido para você, mas você tem que falar para ele entender. Ele só entende quando ela começa. Cher, "In his Kiss". Foi bater na chave e pegar. Ele diz "A primeira foi na sua casa; a segunda é na minha". No motorhome ele joga em casa. ABBA, "Waterloo". O motorhome é pequeno para o que eles fazem. Na terceira, campo neutro, ele percebe que o local permite que se aventurem um pouco mais. Ele sabe que ela gosta. Ela entende que ele não se opõe ao que ela quer, ele só respeita tempo, condições, requisitos. Ela aprendeu ele. Por um momento, ela se abandona no abraço da águia. Já não se contém mais. Ele não se defende. "Espanhola", Flávio Venturini. Santana, "The game of love". Juliano César, "Amor Pica-pau". "E foram felizes para sempre?". Agora é retomar a vida e se organizar nesse novo arranjo para enfrentar a vida. As coisas fluem melhor e são mais fáceis quando você não é um indivíduo fechado-em-si si e sujeito de; você declina de impor seu ser à outra pessoa e decide evoluir para e por ela. Se isso é compromisso dos dois, o vôo é alto. Gipsy Kings, "Volare". "Mas ela não é espanhola". Aqui, há uma técnica chamada "espanhola". Do quê? Nada. https://youtu.be/k6Nw0Hm_wTM?is=wUB_2amVI53nT8gI . Monte Etna, Sicília, Itália. 

 
Vivianne está em erupção. 'Essa mulher é um  vulcão". Eles chegam da viagem exaustos e felizes. A casa dele agora é a casa deles. Ela já conhece a casa. "Precisamos tomar um banho", duz ela. "Pode ir; vou comer alguma coisa". Ela é enfática, "PRECISAMOS TOMAR UM BANHO". "Vamos comer uma coisinha primeiro? "Sim. Depois tomamos banho?". Sim. Comem alguma coisinha na cozinha. Chrystian e Ralf, "Cheiro de Shampoo". Após o banho, deitam-se na cama;  "Precisamos descansar um pouco". Ela saiu do banho mais entregue a ele ainda. Ela se sente bem em fazer o que ele fala. Deitam-se na cama. Ele não quer dormir; ela pega no sono. Ele acende uma luz que não atrapalhe ela dormir. Perceber cada detalhe dela de uma nova perspectiva. Ele a contempla. Ele não quer acordá-la. https://www.youtube.com/watch?v=-Bxpm0EmOMU . Isso é o homem, enquanto ela dorme, ele pensa na responsabilidade que ele tem em relação a ela. A toca delicadamente. Ela se move, mas não acorda. Ele se deita do lado dela, e também dorme. "Sleeping time", Die Happy. Ela acorda primeiro que ele. Vai para a cozinha prepararem algo para comerem quando ele acordar. Lidamos com a solidão melhor que elas. Ela liga o som para fazer companhia. Laura Pausini, "Due innamorati come noi". Deixa os pratos prontos sobre a mesa. Ela se deita do lado dele e abraça ele. Ele acorda e volta a dormir. "Ele está cansado". Deixe ele descansar. Enquanto isso, ela vai ao closet, não utilizou as armas secretas que levou para a lua-de-mel. Nem precisou. Lingerie; estas coisas são para domínio privado e nos termos postos. Ele acorda. E a vê vestida para matar. Umas palavrinhas em francês, "Soutien no abat-jour". Ele decide parar. Ela quer que ele continue. Ele não para. Agora sim, vão comer. Uma comida leve. Chic, "Good times". O plano de vôo prevê algumas correções de rota; isso é normal. Ele é mais velho e (bem) mais experiente que ela nisso. Muita coisa disso ele já conhecia; porém não a esse nível e nem sob o vínculo da perfeição. Ele reconhece, a chave de pernas de Vivianne Roadrunner seguraria ele para sempre. "Eu não posso ser o velho chato, enquadrativo, punitivo"; se liberta desse papel. Por outro lado, ela confia cada vez mais nele. Passa olho na mão para esculpir o magma. O bagulho é louco. "Está quente demais"; com o tempo, ela entende que é melhor baixar um  pouco a temperatura. Entram em uma dimensão mais poética. Uma forma mais leve, porém não menos intensa. Shakira, "Antología". Extreme, "More than words". A beleza de olhar de longe, ficar olhando sem que ela veja. Ele assume uma posição mais de longe, e começa a vir mais para perto. Até que um dia ele faz uma coisa que ele não considerava certo fazer, ou que pelo menos não se sentia bem fazendo. Ela está na cozinha. Ele para e olha. Ele olha aquele ass to die. E ataca. Sem perguntar, sem pedir permissão, sem se desculpar. Ela nem se vira de frente para ele; só fala "Vai fundo". Fábio Jr. "Caça e caçador". Já estavam próximos; agora estão ainda mais próximos. Ele só fez uma coisa que ela queria. O magnetismo. Eles são um casal casado; moram só ele e ela, e têm a casa inteira para explorar. Ela está sentada no sofá vendo TV; ele passa na frente dela para ir na cozinha tomar um copo de água. Ela se levanta, agarra ele e joga ele no sofá. Um tem a concordância tácita do outro para isso. Ela entende que uma coisa é importante para ele, ele precisa se sentir respeitado. Agora é aquela coisa de olho no olho sem desviar o olhar. Ela sorri e vira a cabeça de lado. Ele vai no pescoço. Ele achou o ponto. Vão se permitindo descobrir e elevar o que descobrem. No coração, ela começa a sentir que é o homem de diamante nela. Chegam ao ponto de falar abertamente sobre qualquer coisa. Agora já é aquela coisa de sentarem, conversarem, ela ir para a cozinha preparar alguma coisa, enquanto ele cuida do ambiente; ela nem fala nada, ele está sentado na poltrona, ela prende os cabelos e começa; quem já viu esse filme sabe o que é quando ela para na sua frente, olha para você, e prende os cabelos . Ele está se tornando um maratonista nisso. Que bom se fosse perenemente assim; mas o ser humano fez o que fez de seu caminho pela Terra. A vida tratá desafios, dificuldades, questões para superarem juntos, perdas, guerras. O desafio é construir a unidade para suportar isso. Ela vive as descobertas dela; ele tem o próprio modo de lidar com o que ele descobre. A individualidade de cada um. Ela vai soltando mais ele; ele sabe que pode confiar nela. A maturidade do casal. Ela sabe do s negócios dele, que ele trabalha muito, da responsabilidade que ele tem, do que isso exige dele. Ele é extremamente respeitoso no trato com mulheres, e ela começa a se sentir respeitada assim; o prazer de se sentir respeitada. Ela se sente como uma flor plenamente aberta. Uma árvore carregada de frutos. Ela não tem vergonha de perguntar, é dela; "Imagine que você é um adolescente conversando sobre mim com um amigo adolescente; o que você fala sobre mim?". Ele diz "Que eu te amo, que você é linda, e me surpreende e me encanta". Ela olha e fala "Boa resposta, mas não é isso que você falaria para seu amigo adolescente". É dele, e ela sabe, ele não considera apropriado. Ela sorri, aceita, isso também faz parte. "Eu não preciso moldá-lo do jeito que eu quero para que eu o ame". Agora é ela quem começa a olhá-lo de uma perspectiva de longe. Ela o admira de tal modo que parece que ela tem 15 anos. Ele pensa, "Mantenho isso ou modifico isso?". Chega em casa de um dia de trabalho exaustivo; ela está colocando roupas para lavar na máquina de lavar. Vestida como se tivesse 15 anos. Ele olha. Ela percebeu que ele chegou. Esse olhar de lado dela, com os cabelos cobrindo o olho e mostrando o sorriso. "Te devoro", Djavan. "Oi, vivi". Aquele "Oi" da adolescente de 15 anos, aquele "oi" que não termina no "oi", é um convite. Ele ajuda ela a colocar as roupas na máquina de lavar. Ela vê que ele o ajuda e vai pegar o sabão em pó. É um dia agradável, nem frio, nem calor. A temperatura da água da torneira está agradável. "Ass to die". Ela olha com aquela cara de safada, "Ass to die? O quê?". "Você". Isso surpreeende ela, que agora é uma menina de 15 aqnos. Ele desconecta a mangueira da entrada de água da máquina de lavar. "Acho que o filtro está sujo, vou limpá-lo", e limpa o filtro no tanque, com ela do lado observando. Ele recoloca o filtro, só que não reconecta a mangueira de entrada de água na máquina de lavar. Abre a torneira, e com um ar sério, parece avaliar tecnicamente a situação. Ele não olha para ela e fala "Garota camiseta molhada". Ela fala "Então começa". Molha ela inteira, de modo literal e metafórico. Ele coloca ela no tanque, e a chave de pernas que ele leva é ainda mais marcante. Ele fala para ela "A chave de pernas de Vivianne Roadrunner". Ele não desaprendeu o que sabia nem deixou de ser o que era por isso. Agora ela é uma menina de 15 nos totalmente apaixonada por ele; você sabe o que é isso? O vulcão Etna torna a entrar em erupção. Rick e Renner, "Tira a roupa (do varal). Até onde isso vai? Minha experiência nisso é só teórica, nunca fui casado, nem vivi nada análogo. É um desafio. O que envelhece não é a idade, é o protocolo da idade. O valor da experiência de quem é casado e tem  o que mostrar na prática. "Eu estou te constrangendo?" pergunta ela. "Eu tenho meu modo de ser", diz ele, "Porém está me fazendo bem o sentir-me assim". "Posso continuar"? Sim. Ele é um homem maduro, ela confia nele, "Confio meus limites a você". E faz um strip-tease para ele. "Essa sua chave de pernas". A questão são os tabus dos ascetas e o ritualismo rígido na questão; o sexo é um elemento de unidade entre o casal; vida sexual melhor é uma unidade melhor entre o casal. Está entre as poucas coisas que nos restaram do paraíso. O pecado original é a divindade do que não é divindade, que por sinal é o pecado imperdoável, o atribuir parceiros a Allah. Há as questões do domínio de imoralidade sexuais; não, entre 4 paredes não vale tudo. Não tem essa da mulher colocar um strap-on e foder o cara, por exemplo. Dignidade, Responsabilidade, Liberdade. Observados os requisitos, sou um homem sem totens e sem tabus. Mas se você quiser ver o totem, "Peaches", Die Happy. Djavan, "Para-raio". As pessoas não vêm com manual de instruções, você tem que ir lendo a pessoa e aprendendo. quando há o entrosamento. A gente já sofre muito na vida; quando você tiver um olhar do todo, de tudo o que acontece, e que você não é indiferente a isso, talvez você entenda. A gente já sofre muito na vida; deixem-nos gozar um pouco. Ivan Lins, "Vitoriosa". Jesus disse que o fardo é leve e o jugo é suave. Isso permite enfrentar a vida e libera energia para o combate. Ela começa a se subordinar a ele como um líder guerreiro. Eles têm inimigos, e o inimigo vai para a guerra. "Si vis pacem parabellum". Teodoro e Sampaio, "Quem tem * tem medo".

Lobão, "Corações psicodélicos. Agora, uma mulher borbulhante; aqueceu, ferve. No Brasil, tem que ser a cerimônia de casamento em lugar aberto e acessível a qualquer pessoa. Não pode controlar, mas pode disciplinar o acesso. Quatro testemunhas, duas pelo noivo, duas pela noiva. Um casal e um casal que você quer ver junto. Só há uma potencial pregadora de buquê. Jorge e Mateus, "Contrato". O buquê é entregue a ela. O celebrante, religioso com efeitos civis. Só 7 pessoas na Capela. A noiva entra pela entrada de serviço em veículo comum, vestida com pouca e discrera paramentação; chega com antecedência. Aguarda protegida na Capela. Quando Frank chega, acompanhado de todos os demais, é identificado, dá o OK e as portas da capela se abrem, depois permanecendo só um pouco abertas. O caminho da entrada principal do Cemitério até a capela é vigiado e iluminado por tochas. Se alguém quiser ir lá, não será impedido, mas será identificado e acompanhado. "Pare o casamento", Wanderléia. "Compreendo seus motivos; os reconheço"; pergunta para o noivo, "É de sua vontade que prossiga nos com o casamento?". "Sim.". Considerando que não há elementos objetivos que impessam o prosseguimento da cerimônia de casamento, segue o casamento. Ele escolheu". Para a própria segurança de todos. Inclusive dele. Depois, avisam que se casaram; a viagem de lua-de-mel é visitando em curtas visitas as pessoas que realmente importam. Mais simples, mais barato e, no caso deles, mais seguro. Gasta os tubos em uma festa em que tem que convidar todo mundo, para ser exaustivo e nego ainda sair reclamando e falando mal. É uma tradição que todos testemunhem. A instituição da Certificação com Fé Pública. A Certidão de Casamento. Grigio se desconvida, "Preciso trabalhar". Ele estará do lado externo coordenando a área. Ele sabia que no casal que querem ver junto o homem seria ele; ele enrolava uma moça. Djavan, "Maria das Mercedes". Se vincular a ela ou libertá-la do compromisso. "Ainda não tenho esta coragem; até que esse dia chegue. Quando esse dia chegar, chegou". Big Bopoer, "The Big Bopper Wedding". Tom Jobim, "Pela luz dos olhos teus".

TIC é poder.




Moderno, seguro e valorizado; caro e badalado. Perto Madero. Barry White, "Love Theme".

Estaciona uma pick-up Rastrojero 1976 diante do Stand de vendas "Visite o decorado" de um empreendimento de luxo no bairro de Perto Madero, Buenos Aires. 
Até bonita, mas suja de barro. O motorista é um homem que se veste de modo simples e anda meio largado, com barba meio por fazer. Um corretor de imóveis do plantão vê e se adianta, indo até ele. Mal acabou de descer da caminhonete, o motorista houve "Senhor, aqui é alto padrão. O motorista pergunta "O que é alto padrão?". "Empreendimentos caros e exclusivos para pessoas que têm dinheiro". "E". O Senhor não pode estacionar aqui. "Posso sim, vim conhecer o empreendimento". "O Senhor não entendeu, deixe-me explicar para o Senhor entender, os clientes aqui são requintados, não é seu mundo, é para quem tem muito dinheiro". "Tudo bem". O motorista pergunta o nome do corretor, que responde em tom arrogante, "Gallardo"; e entra na caminhonete, dá partida e vai embora. 

No outro dia, estaciona uma Mercedes-Benz C200 preta. 

Dirigida por um homem de terno Armani e gravata Kenzo, óculos Ray-Ban e um Rolex no pulso. Um jeitão rústico, um vocabulário não muito elaborado, porém ponteado com algumas palavras de maior sofisticação. Um cara que até aprendeu bastante, mas que não aprendeu mais quase nada a partir de um certo ponto; não aprende nada, não esquece nada. O Tuco Salamanca Argentino vai até a recepção. "Bom dia; por favor, o Sr. Gallardo. O pessoal no Stand estava ouriçado, mas, se falar o nome de um corretor, é este que atende. O corretor o cumprimenta, pergunta o nome dele e começa a apresentar o empreendimento. O Tuco Salamanca Argentino está de óculos escuros o tempo todo. Ouve atentamente e conversa com o corretor sobre o bairro. "Estou construindo uma casa aqui, para vender, e quero avaliar o empreendimento como investimento.". A conversa prossegue. Ele fala pouco. O corretor cresce os olhos no possível negócio da casa e é convidado a conheceê-la. Sabe aquela impressão de que "Já vi esse cara?". A maioria não se lembra nem do que almoçou ontem. O Tuco Salamanca Argentino cortou os cabelos, fez a barba, aparou as costeletas, parecia outra pessoa. E vão até a casa em construção. Entram na obra, que está vazia, exceto por um segurança. O corretor fala o tempo todo. O Tuco Salamanca Argentino pega um pedaço de caibro como se fosse um cajado, para andar na obra. Apóia as duas mãos no caibro. Constatou observando que o corretor não estava armado. Tira os óculos. O corretor se assusta, "Conheço o Senhor?". Nos falamos ontem. Um jovem de uns 30 anos, estilo yuppie farialimer, são todos muito parecidos. "O Sr. me desculpe, não o reconheci". Estou aqui pelo empreendimento, não por você. "Desculpe-me por ontem". Tudo bem, vamos começar de novo. Sr. Gallardo, bienvenido a Puerto Madera, hijo de perra. Yo sou lá mesma persona, caralho. E bate com o caibro nele por 3 vezes; nem bateu tão forte. O corretor cai no chão, ele o chuta uma vez. "Dinheiro rural'. Saca uma quadrada e chama o segurança. "Agora, iremos te levar para um lugar afastado. "Não me mata", diz o corretor, assustado. Não, não iremos te matar. Te deixaremos lá. O Tuco Salamanca Argentino joga uma nota de 100 dólares no chão. "Volta para casa e esquece isso, e não diga a ninguém. Nunca mais faça isso; da próxima vez não serei tão generoso.". Tião Carreiro e Pardinho, "Rei do Gado". Não precisa estar no nome desses caras para eles serem donos; "Muchas garantías"; não romantize nem idealize, é Cartel.
No outro dia, Gallardo aparece no Stand todo roxo. "O que aconteceu?". Um desentimento com um antigo cliente, já passou. "Mas o que houve?". Já passou, esquece. Depois é que Gallardo soube de quem se tratava. Aprendeu a ser gente. Zeca Pagodinho, "Maneiras". Promovendo Puerto Madero "Malandramente" Dennis MC.

O que dá dinheiro é coisa cara para gente rica. 

Carlos Gardel, "El Choclo".

Preciso colher os ingredientes da história. Camille, "Le Festin".

O trabalho começa depois de abrir e só termina depois que fecha. Todos os dias, é preciso comprar aquilo que é melhor novo e fresco. Escolher com rigor, observar detalhes, "A arte exige um certo vagar", Ariano Suassuna, o que não elimina os requisitos objetivos de tempo. O final desta tarefa é o começo da próxima. Tal hora os ingredientes devem estar no Restaurante para que a cozinha possa começar a prepará-los. Feira, supermercado, atacadista, o mercadinho do japonês. Onde você encontra os ingredientes da história? Na cultura, conversando com pessoas, em sua experiênciaência de vida. Por que o cardápio tem que ter tantas opções? Para contemplar todo mundo. Se está no cardápio, você tem que ter condições de oferecer; uma vez ou outra, tudo bem a indisponibilidade do prato. Então sua base de itens é maior para poder oferecer está gama de pratos. Estoque, espaço para estoque, tempo de estocagem, perdas, datas de validade, condições de conservação. Alguém tem que ver isso, alguém tem que ser responsável por isso. Atender os clientes, receber, manter a organização e a limpeza, atender vendedores, fornecedores, acompanhar questões legais e contábeis, controle de pragas, questões de Recursos Humanos e Departamento Pessoal, lidar com gente chata, arrogante, intragável. Arrumar o lugar, lavar panelas, louças, copos, utensílios; é assim todos os dias, porém um dia nunca é igual ao outro. A partir do momento em que você abriu as portas, é igual jogo do bicho, vem tudo quanto é tipo de bicho e você tem que lidar com todos eles. Tião Carreiro e Pardinho, "Prato do dia"; o cara apaupou a coxa da moça por baixo da mesa enquanto ela servia. 

https://youtu.be/8m5hAJtSdhg?is=1XIxfJkBqWbxILkd . Um dono. O dono supervisiona e acompanha. Uma pessoa para tocar o negócio, o gestor. Onde você convida pessoas para almoçar por sua conta e tratarem de negócios. Eu não gosto de almoço de negócios, de café-da-manhã de negócios. Isso serve para criar uma unidade em torno de uma mesa, é um costume. Tenho que saber fazer, porém não gosto. Almoça primeiro, fale de tudo, menos de negócios. Após o almoço, uma leve caminhada; aí sim falaremos de negócios. Depois, retornamos e conversaremos o meu escritório e na minha sala. Erika, "Relations". O lugar onde sabem que te encontram; na mesa de minha casa, só pessoas próximas, regra. https://youtu.be/eQNAWzARyOM?is=KCrb9jOUGW3Fk5AB . Comer devagar, mas sem todo tempo do mundo. Agora sim, vamos falar de negócios. Toma seu café da manhã aí, eu tomo o meu aqui é a gente se encontra depois para falar de negócios. Falamos de negócios; agora vamos almoçar juntos; depois voltamos a falar de negócios. Benito do Paula, "Do jeito que a vida quer". 

Menos opções; se não tiver o que ele quer, vai lá no concorrente que tem. Manter um número de clientes mais ou menos estáveis e os clientes eventuais que giram. Ter que oferecer novidades o tempo todo, porque vivem de novidade em novidade, com produtos de ciclo curto. Não; uma perspectiva mais estável. É meu e no que é meu eu faço ao meu modo. Frank Sinatra, "My way". O capital é meu, o risco é meu, a responsabilidade é minha, você não me dirá o que fazer no que é meu. De modo que seja também lucrativo. Seu restaurante de negócios. "Não economize em relações públicas", Adolpho Bloch. Seu restaurante de negócios e seu território. "Isto aqui é inadmissível". Venha após o expediente. Com alguns clientes o dono se senta à mesa. Com alguns clientes, o dono pede pratos. "Por minha conta". Tudo registrado. Tenho que preparar e cozinhar a história. Costumes é uma cultura de preparar comida para oferecer a divindades. Religiosos na cozinha. https://www.uol.com.br/nossa/colunas/josimar-melo/2026/03/11/voce-come-no-restaurante-de-um-chef-canalha-eu-nao-como-mais-me-faz-mal.htm . Por que não fazemos melhor fazendo de outro modo? Eu não tenho a arte da cozinha. É um talento que não tenho. Faço comida para mim e eventualmente para mais alguém; não será a melhor comida que você já comeu. De fome eu não morro. Se eu gostar de uma coisa, como isso várias vezes na semana. Seu próprio restaurante de negócios. Onde o preço não tende ao infinito pela gourmetização; simplifique a experiência, reduza o preço e ganhei em escala. A farofa da história. Sílvio Brito, "Farofa-fá". Isso é larica, "pra fazer marofa". Quem conhece o contexto e aquela época sabe. Exceto carne suína.

Para comida boa e bem feita, não costuma haver crise. 

O Tuco Salamanca argentino chega a uma salgadeira às 5 para as 6 da tarde; a salgadeira fecha às 18h. 17h55min. Para comer um salgado e tomar uma Coca-cola. O pessoal está lavando a salgadeira. O Tuco Salamanca Argentino para na porta e pergunta se pode entrar. "Estamos lavando, não está vendo?". O Tuco Salamanca diz "Amanhã eu volto". De madrugada, ele passa na garupa de uma moto portando uma submetralhadora e metralha a salgadeira. Passa uns dias, ele volta lá, "Eu voltei, estava fechado". Pede um salgado, uma Coca-cola, come, paga e fala para a pessoa que disse que estavam lavando "Enquanto a porta está aberta, está atendendo". Luís Miguel, "La puerta".

Vocêê sabe cozinhar. Trabalha no restaurante, mas não é cozinheiro. Quando o cozinheiro faltar ou não puder estar lá, você mostra o que sabe fazer. Esteja preparado para o momento oportuno.




quinta-feira, 16 de julho de 2026

Eu não sou o Bart Simpson. "Como integrar a Comunhão na Eucaristia se o que faço é inconfessável?".

Você pode ser indulgente, porque a Tradição é indulgente com castas superiores. A família pode não ter mais o mesmo dinheiro de outrora, porém houve quem conservará o que o dinheiro não compra. De uma elite à classe-média baixa. Um homem de classe média-alta. Acesso a bens culturais, formação nos códigos da elite, respeito, civilidade, urbanidade. "Não se é indulgente assim com todos; não considero justo o serem comigo". A alma que reprova a si mesma. Sempre se cria um jeito para as castas superiores. "Escreve certo por linhas tortas". "Eu queria acreditar nisso". Legião Urbana, "Quase sem querer". 

Aula de Química, High School, "The College Years". A palha de aço é experimentalmente queimada. Antes de promover a ignição da palha de aço, composta principalmente por ferro, a palha de aço é pesada em uma balança semi-analítica; já está bom, no Ensino Médio está bom. Um laboratório de Química bem montado. Foi o Jessé Pinkman, todo mundo sabe, https://youtu.be/vgZiX7KQ39w?is=au_xpHjLrawwoudH ; agora, tem-se que materializar o que liga Jesse Pinkman ao crime para que possa ser levado a juízo; Entregar o Jessé Pinkman para se salvar coloca no prato de Jessé Pinkman o direito de te entregar; estamos juntos nisso, e se nós fudermos, nos fuderemos juntos. Walter White não planeja, ele simplesmente sai fazendo; imagina que tem a justificativa e que Hank o protegerá. Hora de pensar e rever a estratégia. O Jessé Pinkman hoje é o Bart Simpson ontem. Caricatura do americano médio. Green Day, "American Idiot"; Walter White começa como o idiota de iniciativa. Consegue chegar à próxima fase do jogo. Dissimular com sucesso perante Hank, porém poderia dissimular melhor realizando uma pesquisa verdadeira no deserto do Novo México, a qual dissimulria o cookhome, o motorhome da cozinha. O teto do mercado é 96% de pureza, e Walter White produz a 99,1%. Ou seja, ele não quebrou o récorde, se colocou degraus acima do récorde. Isso é para o cume do mountaintop europeu e para as elites do mundo. O melhor produto do mundo tem uma gestão totalmente amadora e imprevisível. Você consegue identificar os componentes, mas há alguma coisa no processo de produção que você não consegue saber. "Rock and Roll não se ensina nem se aprende". Jessé Pinkman empata com o até então teto do mercado. Ele não sabe o que está fazendo mas sabe fazer, ele aprendeu a executar o processo, que é replicável e escalável. Para Gustavo Fring estava ótimo, coloca o produto nos círculos mais altos; ainda é consumo de massa. Walter White cria a lendária. O preço tende ao infinito. Só ele faz a lendária. Crystal Waters, "Gipsy Woman". Daqui a pouco a tendência é que encostem na lendária, porque tem um alemão trabalhando nisso. Aí é no "photochart", a foto do momento da chegada. É dois dedinhos. Até o estado-da-arte. Você acha que mantém o topo pensando como um amador imprevisível, agora mais experiente? "A ponte que resiste ao rio não é a que desafia a correnteza, é a que estabelece bem suas bases." Tem um alemão, tem um japonês trabalhando nisso? Não se acomode. 

Frank era um adolescente. A palha de aço é queimada. Os resíduos são pesados. Agora, os resíduos são mais pesados que era a palha antes. De onde vem isso? O que aconteceu? É o que iremos estudar agora. Está é a "magia da química". Depois, faremos isso de novo, com você fazendo, porque quem fez foi o professor,  com você sabendo dizer exatamente o que aconteceu e sendo capaz de aplicar o que aprendeu ao longo do percurso; aí você não esquece nunca mais. "Incancellabile", Laura Pausini.

A Diretoria vem até Frank, alguém correu na Diretoria. "Vigiar e punir", caso de injúria racial. Frank já está condenado. Basta a acusação para o sistema pegar o inimigo. Uma aluna zombava do pai de Frank durante o experimento, porque Tony Corleone era calvo. Marchinha de Carnaval, "É dos carecas que elas gostam mais". E tudo bem. Frank pede à aluna que, quando refizeram o experimento, ela traga uma amostra do cabelo do pai dela para que ele utilize no experimento. Paralamas do Sucesso, "Lourinha Bombril", no Brasil, conhecida como "Cabo-verde". Só registrando o fato. Acham o pai de Frank, que já chega, como Fredo, abanando a cauda ao inimigo. Um professor calvinista diz "Expulsem eu e ele então; eu endosso o que ele disse; ela, mulher, pode-se dizer negra, pode exercer preconceito; ele não exerceu preconceito, isso é retorsão imediata, 'Similia similibus curantur', semelhante cura semelhante, uma dose homeopática de preconceito contra o preconceito. Mas Frank é homem, branco e de origens na elite. Isso não é Justoça. O preconceito é errado, certo é ele, errada é ela". "Puta que pariu, esse cara vai fazer um estardalhaço; abafa o caso". Frank nunca se esqueceu disso. O Professor de Laboratório. Legião Urbana, "Química". Ele não diz "Ele foi meu professor"; ele diz "Ele é meu professor". O consultor de Frank para assuntos laboratoriais e afins. Quando o mais alto na hierarquia tem esse respeito por um subordinado, o subordinado dobra o respeito pelo superior; respeito mútuo. "Somos poderosos e temíveis; porém a decisão a ti incumbe". A última instância decisória. 

Um católico sociológico socialmente atuante. Shakira, "Inevitable". "Não quero fazer isso para sempre". Professores nos EUA não são chamados pelo nome, e sim pelo "Sr." ou "Sra." Sobrenome. Aerosmith, "Pink". 

O mundo dos ratos de laboratório, operários da produção científica.

O Tuco Salamanca Argentino pensava que era só juntar os átomos e produzir o que você quiser. Isso aqui é legal para caramba. 
Você vai montando as representações da estrutura molecular; ligações químicas. "Aí, mas", mas o caralho, isso funciona, apresenta algo melhor que a gente pode abrir para discussão. Os escribas e os gramatas tomam conta de tudo que diz respeito à linguagem. Macro, Micro, Representação não, os três pilares do Ensino da Química. O Tuco Salamanca Argentino estudava, porque tinha que estudar, e aprendia, porém não tava nem aí para isso. A Escola saiu dele antes de ele sair da Escola. 

"Cocaína", Eric Clapton. Uma complexa unidade química a qual tem essas propriedades. Gera esses efeitos no sistema biológico. "Vamos fabricar isso no laboratório". Não dá, para obter essas unidades químicas há uma série de leis físicas e químicas, tempo, temperatura, reagentes. Isso não conseguiram fazer, dependem da planta para produzir esta unidade química. Aí trabalham a planta para isolar e concentrar o alcalóide da coca. "Não é assim, caraí". O Tuco Salamanca Argentino tinha um parceiro. Fazer chegar e distribuir. "Frank, seja sábio, o homem inteligente sai de buracos nos quais o sábio não teria entrado". Frank fala "Não" à cocaína e estabelece a dívida "Pó presente, eu ausente". Sair desse buraco é foda. E não ser sábio ou inteligente é destrutivo. Cabe ao ser humano lidar com algumas questões ao longo de seu percurso pela Terra. O alcalóide da coca tem benefícios se consumido mascado ou em chá. Malefícios se concentrado o alcalóide. Portanto, não concentre o alcalóide da coca. Riccardo não quer parar de usar e agora quer vender. Quando o homem entra nisso, traficar, tem que estar pronto para morrer, e Riccardo não estava, por isso decide recuar do tráfico, se preparar melhor e retomar mais adiante. Sem a mínima possibilidade da liberação da cocaína. 

D. Eládio. "Tanta droga sintética não derrubou a cocaína; continuaremos apostando na cocaína, porém também nas drogas sintéticas". A planta não cresce em qualquer lugar. Tem gente trabalhando para desenvolver variedades de Erythroxylum coca, a planta da coca. "Erythroxylum coca" não é a planta, a planta é isso aqui. 

"Erythroxylum coca" é o nome que deram a esta planta no sistema de classificação. "A taxonomia é a ciência que estuda a classificação, identificação, nomenclatura e organização de grupos de organismos ou elementos com base em características comuns e relações de parentesco.". Variedade que se desenvolvem em condições de clima e solo ligeiramente diferentes; não é uma planta muito adaptável, como o café, que veio lá da Ásia e se adaptou bem aqui. A planta e o nome da planta nesse sistema de classificação. Só nos ensinam as coisas a partir do sistema de classificação, não a partir das coisas. Tem sempre algumas coisas entre você e a coisa. Não disse "não ensinar o sistema de classificação", disse "ensinar a coisa e a perspectiva da coisa a partir do sistema de classificação". O tempo todo eu tenho que dizer que não disse, porquje se você não diz o lado do maniqueísta, ele te acusa de dizer o outro lado. PJara mim, é vergonhoso o haver esse tipo de discissão em um Tribunal. E o pior é o Juiz acreditar nisso. Os Juízes em Berlim entendem o que você diz.

"Só organismos vivos produzem compostos orgânicos", a Teoria da Força Vital. Até que em um momento o ser humano sintetizou uréia. Wöhler. A partir de então, o ser humano sintetizou outros compostos orgânicos; a Teoria da Força Vital já não se sustenta à luz da realidade efetiva. A realidade efetiva é que os compostos orgânicos são produzidos por seres vivos e o ser humano também sintetiza alguns compostos orgânicos. É assim em ciência. Porque é verdade para alguém hoje a Teoria da Força Vital? Porque se os fatos forem contra o que ele acredita, pior para os fatos, porque ele acredita que a virtude é não mudar de modo algum o que acredita e perseverar nisso até o fim. Terraplanismo. Eu não vou discutir com um cara desses. Maniqueísmo, Dualidade Masdeísta, Zoroastrismo; apareceu isso na análise da amostra do que os homens fizeram da Religião de Deus, mais especificamente no caso do Irã; e eu que sou o impuros. O Retorno à Pureza do Islã exige modificar isso. Teoria da Força Vital, Teoria Corpuscular da Luz, Lamarckismo, pode até haver pontos em que há razão, porém o todonão se sustenta. A realidade efetiva é que a Terra é esférica, pare de brigar com isso, Bart. Erro, resposta inadequada à realidade efetiva.

"Esse Rio é poluído, entrar nesse Rio não faz bem para você". Rio Gangues, Índia. O ritual sagrado de purificação; entra sujo, sai limpo. Um dos alunos coleta água do Gangues e coloca ao microscópio e mostra para o colega. O colega vê bactérias e tudo quanto é coisa do tipo em alta concentração. O que ele fez? Quebrou o microscópio e entrou no Rio Gangues. Porque o microscópio para ele é a ignorância. Então ele destrói a ignorância. A questão não é identitária e sociológica, é dos princípios gerais do ser, ontológica, e teleológica, para onde isso leva, para onde a coisa vai, qual a finalidade, qual o fim disso. "Se chegamos a conclusões diferentes, estamos considerando coisas diferentes"; "Razão, capacidade de bem aquilatar e separar o bom do mau". Bom, mau; razão exige juízo de valor. "Com base em quê?". Há Deus. Verdades que desestabilizam sistemas de crenças deveriam ser a desilusão que precede o despertar. Para eu acreditar, precisa ser verdade, é verdade é o que é verdade diante de Deus. Se é verdade, eu não vou brigar com isso. Faz todo sentido para quem cultua bactérias e microorganismos; porque as bactérias e microorganismos podem fazer mal ao ser humano e matar o ser humano. Cultuam isso por isso. A vaca é o centro da vida de uma comunidade, sobrevivem da vaca. Cultuam a vaca. O rato traz doenças; cultuam o rato. A cobra pode matar; cultuam a cobra. A pedra pode rolar da montanha e matar; cultuam a pedra. Erro, resposta inadequada à realidade efetiva. Pergunte para Deus, de todo o coração, querendo conhecer a verdade, "Qual a realidade efetiva do fenômeno da Divindade? E Deus te Encaminhará à resposta. Eu penso sobre aquilo que acredito, Bart. Shania Twain, "From Thais momento on". Cheguei até aqui me perguntando e perguntando para Deus sobre isso. É uma coisa que não depende de você, Deus É. Observe coisas que acontecem na sua vida, e observe as evidências. Se Deus Fornecesse uma só prova da existência de Deus, isso se tornaria um ídolo. E Deus Faria contra Si Mesmo. Não hé porque Há Um Só Deus que você tem que fechar tudo em base 1. O ser humano, alentado com o Espírito de Deus, entende. Ou poderia entender. 

É comer e beber juízo para si; atestar ao Sanga estar em conformidade com o Dharma. Quando não é verdade.

A Guerra da Arte e A Arte da Guerra. Confesso que faço guerra. O Rappa, "Me deixa" É que eu luto sozinho.

Ela não é seu espelho, Narciso. Die Happy, "I Could Die Happy".

É assim que você trabalha? TMFLW. Uma inscrição sobre uma porta lateral. A Sirena de Mar Del Plata aprendeu a representar para o homem o espelho do homem. Basta convencê-lo de que ele é foda, e ele ser convencido disso. Narciso não suporta perder o posto, Espelho, Espelho Meu. O ódio de destruir quem lhe tomou o posto. Pare de buscar sua imagem refletida nela-espelho, e seja generoso e recíproco. Assim, você já sai da média. Garra, disciplina, e fazer o que a maioria não faz. Lá são as Montanhas Ozark. "O Homem Mete Como Trabalha". Marisa Monte, "Folhetim". Algumas dominam esta arte.

"Me liberta do interior do espelho do Narciso; ele só vê ele". Narciso não aceita que alguém que não tenha quebrado o próprio espelho queira quebrar o dele. "Não tenho espelho; só vejo ele". Narciso só vê a situação é a mais ninguém. E quebra seu espelho para que você só veja ele. Pitty, "Máscara". 

"The Man Works Like Fucks". Os Dogs também amam; Dogo vai lá e quebra o Narciso.

A seleção artificial. O ser humano selecionou características de cachorro de briga até conseguir um cachorro que, quando encontrava uma fêmea no cio, preferia brigar com a fêmea a acasalar. Matanza, "Eu não gosto de ninguém". Cachorro para rinhas de cachorro. Apostas em rinhas de cachorro. O cachorro mais apto possível a vencer rinhas.A principal raça que deu origem ao Dogo Argentino hoje está extinta, El Viejo Perro Peleador de Córdoba. E todos os Dogos argentinos são brancos, alguns com uma pinta preta no olho. Rinha de cachorro não faz sentido liberar, é um costume que caiu em desuso e será cada vez mais colocado em desuso. O melhor criador de Dogo argentino da Argentina. Raimundos, "Eu quero é ver o oco". A fonte era o espelho em que Narciso podia mergulhar. Mas o Narciso não sabia nadar. Narciso na mitologia grega morreu de si mesmo.

O fim da autorreferência.

Na última overdose você disse que a próxima seria a última. Deixe-o, porque aquela foi a última. Assim que ele sair do Hospital. Die Happy, "Inside". Ele não quis parar. Com o ego desfigurado, cheirou tudo o que pôde de tudo o que tinha. Ainda havia pó para caralho. Um enteógeno, "Deus dentro". A cocaína é o dharma. Você se sente Deus. Se autorrefere assim. A desconversão da cocaína. "O que o médico disse?". "No tomorrow", Die Happy. Game Over. Uma enfermeira praticante de Jiu-Jitsu que colapsou na frente dele. "Lágrimas de chuva", Kid Abelha. O que o homem faz com alma de mulheres como elas. Prefere querer destruir que amar. Narciso tinha um grau alto; Dogo, de grau bem inferior, porque tinha parado de praticar, desafia e vence. "Vim, Vi, Venci". O velho chinês que tem 70 anos... de Kung Fu. Ele viveu o auge do estritamente físico, e para ele, o que os músculos perdem de desempenho tem que ser compensado pela cabeça. E mais ainda, pela mente para gerenciar isso. O velho sabe que tem 1 ou 2 golpes. Acerta no primeiro e finaliza no segundo. "A ponte que resiste ao rio não é a que desafia a corrente, e sim a que sabe onde apoiar seus pilares". Charlie Brown Jr. "Pontes Indestrutíveis".

O mergulho de Narciso no vazio do outro lado de Narciso. Onde Narciso não vê Narciso. 

Um homem e seu sistema de espelhos; você| não tem que só refletir Narciso, tem que refletir Narciso do modo como ele se vê. Acautelai-vos do homem que montou em torno de si um sistema de espelhos.

Mergulhado no vazio do outro lado do espelho de Narciso, e não vendo Narciso na superfície, porque do outro lado da água a fonte não o reflete, Narciso vai buscar Narciso no fundo. Porém não o encontra, e já não têm como voltar. O Narciso que então emerge é o cadáver. Morto de si mesmo.

Narciso queria mesmo era ter uma cauda, mas que não fosse só uma cauda, para comer o próprio... Deixa pra lá.
 
 

quarta-feira, 15 de julho de 2026

"Infinita Highway", Engenheiros do Havaí. Só a quem se aplica, claro; parabéns pelo seu dia, 15/7. 17/1.

Route 66. Isso é mar-a-lago. Ou lago-a-mar. Do Mar ao Lago, até Mar-a-Lago, e você cruzou os EUA de oeste a leste. Katy Perry, "California Girls". Cuiabá no Lima, "Aô, cambada".


Superior, Michigan, Huron, Erie e Ontário, os Grandes Lagos Canadenses. "Golfo da América" vocês não acham ruim, né? Os Grandes Lagos da América do Norte. De Chicago ao Oceano Pacífico. "O ponto de vista define o objeto", Ferdinand de Saussure. As pessoas lá, para contatar o Serviço de Emergência, não ligam para o novecentos e onze, e sim para o 9-1-1. É centralizado o atendimento e então distribuído. No Brasil, você tem que classificar a emergência. 1-9-0 para Polícia Militar. 193 para Bombeiros, -192 para o SAMU 192. A loira vê um acidente de trânsito, e imediatamente diz "Vou chamar o SAMU 192. Pergunta para um homem que estava ao lado, "Você sabe o telefone do SAMU 192?".

Route 66 ou Rota Meia-meia? Mais que um número, um código em linguagem verbal. Raul Seixas, "Metrô Linha 743". Você fala seu CPF em milhões, milhares, centenas e centavos? Não, você fala o valor absoluto do número, independente de sua posição. O número tem um valor absoluto, um 4 é 4, e um valor que depende da sua posição. "1, 2, 3, 4", Feist. Em 66, um 6 vale 6 e um 6 vale 60. Camarada, vá conhecer a Rota 60 até "San Francisco", Die Happy. 

"O coração tem suas razões, que a própria razão desconhece"; não é ilógico, tem sua lógica, diferente da sua lógica, o mesmo pronome se referindo a dois nomes. Entrelaça-se à sua lógica e têm por base a mesma lógica, são duas formas diferentes.

LXVI, "Sessenta e Seis" em algarismos romanos, só se fosse filha do Elon Musk para se chamar assim. Se o nome de sua filha possui iniciais de sobrenome que permitem um acróstico desta lógica, em que as primeira letra de cada palavra formam uma palavra, é um modo de comunicar está informação. A Rota Sessenta e Seis cruza com a Rota Meia-Meia.

Ao invés de viverem, ficam discutindo estas coisas. Shania Twain, "Party For Two". Ela te convida para uma festa para 2 e você se pergunta sobre qual o sentido de uma festa para 2. Vai jogar Playstation 5, assistir Doramas e ouvir K-Pop, "Dinamite", BTS. E deixa que eu cuido dela. Avril Lavigne, "Girlfriend". Isso. "Wanna bem your girl", Die Happy. Considere duas coisas na condução temporal nesse caso, rito e vínculo. Condução de crentes e condução de uma maioria de humanos que não crerá. Em uma Teocracia, nós dizemos como as coisas serão para vocês. Charlie Brown Jr., "Papo reto".


Nesse ponto há razão no existencialismo, o existencialismo quer existir. Qual a única existência que você tem agora? Você é um ser humano, alentado com o Espírito de Deus, legatário de Allah na Terra. Como humanos, há percepções que temos pelos sentidos. Os Ascetas vedam os sentidos. Eles têm existências paralelas, A religião diz que o sentido é pecado. Não é porque os anjos não fazem sexo que nós humanos não iremos fazer. Castidade, exceto com cônjuges e com as que tendes à mão (direita)". 


O Pé-de-pano é o cavalo do Pica-Pau. 

A amizade significa a certeza de que o Oé-de-Pano jamais será pé-de-pano com a mulher do Pica-Pau. Se o cara não respeita sua mulher, não é seu amigo. Fala a mulher de quem que eu peguei em 44 anos. Os amigos não competem, cooperam. O Surto, "A cera". Griio é aquele cara de quem você pode deixar sua mulher na casa dele, que ele a tratará como irmã. Legião Urbana, "O mundo anda tão complicado". O Pé-de-Pano não faz barulho e não deixa rastros.

9 motos Honda Valkyrie passam na frente de um evento no qual Hook era o preletor quando Hook está saindo. Formação em "V". Um carro está parado com o som meio alto. 

Ele entende que o jogo se tornará mais pesado se ele insistir. https://youtu.be/7wUSkUXRdSY?is=P3G0gM2fs5pm4RFw . A Cavalgada das Valkyries. O carro abaixa o som e vai embora. Ele percebe o grau de organização; se fosse um Fusca, sua tese se sustentava; mas não era um Fusca, era o carro do Jaspion. 

Mazda RX-7. A arte e as téncicas do Ninjitsu.
Imagine uma Kawasaki Ninja 1000 preparada. https://youtube.com/shorts/hrhgntIcgjg?is=g0oPYgG9abcT23Wa . Toquinho, "O pato". Um flash da infância do Tuco Salamanca Argentino. A avó dele, em uma pequena propriedade rural, pede a ele que traga-lhe um pato da criação da roça. Lourenço e Lourival, "Franguinho na panela". "Capture-o e traga aqui". Ele captura o pato com engenhosidade e leva o pato à avó, degolado rente ao pescoço.Era apaixonado por facas. A avó se espanta. "A senhora não iria prepará-lo agora?". A avó balança a cabeça e pega o pato para começar a prepará-lo. Pato com laranja. 

Para os ascetas o pecado original é o sexo. O pecado original não é o sexo, não que não haja sexo pecaminoso, "P do Pecado", - é + . O pecado original é a divindade do que não é divindade. https://lrzaine.blogspot.com/2025/05/a-questao-central-de-candido-como-diz-o.html .
 
Vivianne pilota com maestria uma moto; mas não sabe andar a cavalo. Roberto Carlos, "Cavalgada". Frank ensina ela a andar a cavalo. Quando ela era mais jovem, um cavalo provocou um trauma nela; Frank tem que ser cuidadoso e carinhoso para ela com ele superar este trauma. "Você me repudiar ia se eu confessasse já ter crido em contos de fada? Victor e Léo, "Fada". Frank diz, "Já acreditei em contos de fodas". 
 
Um solteirão que fazia seus rolos; hoje era um camelo, capaz de atravessar longos períodos sem beber água. Não à toa o camelo seja um símbolo de vocês. "Água de beber", Astrud Gilberto. Pegava mesmo que não quisesse. Marchinha de Carnaval, "Caiu na rede, é peixe". Ele decide se confessar primeiro. "Você renuncia ao que irá confessar?", pergunta ela. "Eu renuncio".Para o cara escrever que a alavanca do freio de estacionamento, ou freio de mão nesse caso, do Camaro, deslocada à esquerda, é um problema ergonômico, da ordem da adaptação do humano às funções, nada entende da cultura dos "Ponto Cara" nós EUA. Nem de mulher. Muito menos de mulher. Quando estaciona o carro, se ela deslocar a perna esquerda para a esquerda, é para roçar a mão direita na perna dela. Ou quando você engatar a terceira na Palio Weekend e ela deslocar a perna esquerda para a esquerda, é o start do jogo. "Coloca a terceira e acelera", https://youtu.be/BwlKemdnXZo?is=ndgWwH8vAV5L1n9g . Shania Twain, "You win my love". O cara mandava a broca em todo mundo e exige mulher virgem. https://youtube.com/shorts/WThptQAXht0?is=dxDLyXMlIDIFCoCQ . Um ponto onde ninguém nunca foi. Que ninguém atingiu. Para ela, estava bom, não precisa falar mais. Luís Miguel, "No me platiques más". Brian Adams, "Have you ever really, really really loved a woman?". "Não. Era um Don Juan sem ser 'El Burlador de Sevilla'". Fui ficando mais maduro. Só mais maduro. A última foi uma dessas. Shania Twain, "Man, I Feel like a woman". É lindo ela sentir como uma mulher. "Há dois meses". Uma divorciada; imagina uma mulher com tudo isso represado, 
The Oh Sees, "Tidal Wave". E que escolheu que agora só queria curtir. Pelo orgasmo-em-si, só isso. Que pode parecer tudo, mas é bem menos que o que você encontra ao nível mais elevado. O caminho sobremodo excelente. Ele fala, "O limite matemático da função; aproximei-me do número sem jamais se tornar o número. E ela diz "Agora você se tornará o número. "Still The One", Shania Twain. Ela diz "O cavalo dirigia um Mustang". Não tem essa de "Se entrou, meteu; ou dá ou desce"; há caras que não dão a opção de descer, senão ela teria descido. "Se intrometeu", Michel Teló. "Não é não" desde que "não seja "não". "Seja o vosso sim, sim, e não, não.". "O crédito é a mola-mestea da Economia. "Temos um compromisso de casamento?". "Um compromisso de casamento". "Um compromisso futuro". Gino e Geno, "Freio de mão". É onde o homem pensa, "Não tem volta; mas eu vou". "Um compromisso futuro". Ela diz "Sim", e ele diz "Sim". "Não será um cheque sem fundos?". "Você não me dará o motivado e bem fundamentado para sustá-lo". "Não". Não". Então "Forever and for always", Shania Twain
 Sim. Eu, porém vos digo, porque a Revelação é concluída em Maomé, o Profeta de Deus, e depois dele não haverá outro Profeta de Deus; portanto, não falo Revelação, a Revelação é o que está na Revelação é o que a Revelação diz que o é, isso posto, vos digo que, equanto o Dinheiro mandar na Igreja, é assim nos EUA."E quem é você para dizer isso?". Eu? Ninguém, https://youtube.com/shorts/lfYE61-gvRk?is=4nwzu9N1eQaoCZSF . Bikíni Cavadão, "Zé Ninguém". 

Vendo-a dormindo. Die Happy, "Sleeping Time". https://youtu.be/-Bxpm0EmOMU?is=TegaHi-v5z5mGEnU .
Na viagem de volta, eles param em um posto. John Paul Young, "Love'sin The Air". Tom Love gostaria da idéia. Uma ou outra vez em outro posto. Simply Red, "Fairground".

Vivianne vê um relógio na vitrine. "Você gosta desse relógio?". Pra cronometrar, recorde pessoal, 48min. "É um ícone da minha geração; tive um; perdi ele". Tem valor em si sim, e o maior valor é ter sido presente dela quando se tornaram noivos. Relógio de treinamento e competição; uma lembrança dela. Charlie Brown Jr., "Tamo aí na atividade". Bill Halley and His Comets, "Rock Around The Clock".  Nessa idade, a vitória é completar. https://youtube.com/shorts/a0ohdcmcNuk?is=VMoxsvIdnzwDEwKy . Martinho da Vila, "É devagar". Muito bom desempenho na primeira vez. No Triatlo, você tem que dar 3, correr, nadar, pedalar. A principal habilidade no Triatlo, ou Triathlon, é a do pato, andar, nadar e voar com competência. O andar do pato é "pata aqui, para acolá". Humberto e Ronaldo, "Solteiro sim", "Pato nasce com os dedos colados para não usar aliança. Você sacrifica esse pato?". Sim. Pato laqueado ela sabia preparar. Whigfield, "Saturday night". Com a experiência e novos conhecimentos, você incrementa sua performance ao longo do tempo. Ele dá um livro de presente para ela, "Anne Hooper's Kama Sutra". Dedicatória, "Uma vida para praticar e praticando juntos". Um elemento fundamental de unidade entre o casal. "Tropa de Elite", Tihuana". "Perfeito". Ela compra um e coloca no pulso dele, "Um presentinho de noivado". Às vezes o homem não entende tudo o que a mulher diz. Significa "You até Iron Man". Depois que ele foi entender. "Iron Man", Black Sabbath. Quando é verdade, elogie. "Perfect", Die Happy. Isso ele havia entendido; ela dá o play em Sade, "Smooth Operator". Lento, Gradual e Seguro. "O ponteiro tá subindo", Camisa de Vênus". 
 

 
"O próprio símbolo da Volvo". ABBA, "Lay all your love on me".
 
 
Restringindo algumas práticas, e só quando o anel saltar da mão esquerda para a direita. Emílio Santiago e Verônica Sabino, "Tudo o que se quer". Os caça-furos de roteiro, "Mas relógio digital não tem ponteiros". Relógio de parede. Você não sabe o que pode uma parede. "Pássaro de Fogo", Paula Fernandes. Rionegro e Solimões, "Cavalão tá doidão".


"Café da Manhã", Roberto Carlos.

Ali Khamenei fala de uma coisa, eu falo de outra coisa. "Inundação de Al-Aqsa".

"E recorda-lhes Ismael, Eliseu e Ezequiel, uma vez que todos se
contavam entre os preferidos."

Livro de Ezequiel, capítulo 47.

"Louvemos ao Senhor", Adhemar de Campos.

"¹ Depois disto me fez voltar à porta da casa, e eis que saíam águas por debaixo do umbral da casa para o oriente; porque a face da casa dava para o oriente, e as águas desciam de debaixo, desde o lado direito da casa, ao sul do altar.
² E ele me fez sair pelo caminho da porta do norte, e me fez dar uma volta pelo caminho de fora, até à porta exterior, pelo caminho que dá para o oriente e eis que corriam as águas do lado direito.
³ E saiu aquele homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir; e mediu mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos tornozelos.
⁴ E mediu mais mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos joelhos; e outra vez mediu mil, e me fez passar pelas águas que me davam pelos lombos.
⁵ E mediu mais mil, e era um rio, que eu não podia atravessar, porque as águas eram profundas, águas que se deviam passar a nado, rio pelo qual não se podia passar.
⁶ E disse-me: Viste isto, filho do homem? Então levou-me, e me fez voltar para a margem do rio.
⁷ E, tendo eu voltado, eis que à margem do rio havia uma grande abundância de árvores, de um e de outro lado.
⁸ Então disse-me: Estas águas saem para a região oriental, e descem ao deserto, e entram no mar; e, sendo levadas ao mar, as águas tornar-se-ão saudáveis.
⁹ E será que toda a criatura vivente que passar por onde quer que entrarem estes rios viverá; e haverá muitíssimo peixe, porque lá chegarão estas águas, e serão saudáveis, e viverá tudo por onde quer que entrar este rio.
¹⁰ Será também que os pescadores estarão em pé junto dele; desde En-Gedi até En-Eglaim haverá lugar para estender as redes; o seu peixe, segundo a sua espécie, será como o peixe do mar grande, em multidão excessiva.
¹¹ Mas os seus charcos e os seus pântanos não tornar-se-ão saudáveis; serão deixados para sal.
¹² E junto ao rio, à sua margem, de um e de outro lado, nascerá toda a sorte de árvore que dá fruto para se comer; não cairá a sua folha, nem acabará o seu fruto; nos seus meses produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário; e o seu fruto servirá de comida e a sua folha de remédio".
 
Água da vida do Templo para a Sociedade. É disso que eu falo. E vemos sangue saindo o Templo e inundando as ruas. "Peace Frog", The Doors. Uns e Outros, "Carta aos Missionários", que estão mais preocupados com a posição sexual "missionário" como a única aceitável do que com religiosos fazendo guerra pelo dharma do Deus da Guerra, que é diferente do Senhor dos Exércitos. "Coais  o mosquito, e engolis o camelo". "As nossas armas são espirituais", Moysés Malafaia, as nossas armas não são movidas por um espírito de ódio, violência, irracionalidade e perseguição, que é pior que o homicídio. https://www.youtube.com/watch?v=hMw-7Nsg78M . Yasser Arafat, "Condeno o terrorismo sob todas as formas". Legião Urbana, "Sereníssima". Comunidade da Zona Sul, "Rompendo em fé".




A pergunta feita do modo errado, na hora errada. https://youtube.com/shorts/_gonR9YJcO4?is=z24vnWHljcCmyTMd . A pergunta não está errada. Não perguntei de cima. Se a pessoa perguntar de cima, equilibre o jogo dialógico. "Santidade está ao rês do chão", Pr. Ivênio dos santos; igualdade e equidade, está motivada e bem fundamentado. Todos somos pessoas; raça não é conceito aplicável ao ser humano. Estou aqui acusado de racismo por uma questão que não é de raça. É que alguém viu em algo que eu falei um ponto para sustentar uma acusação de racismo. O triângulo invertido parece equilibrado neste ponto. Aplique uma força lateral à tese do acusador; o triângulo invertido não se sustenta, se houver Juízes em Berlim. Eu acredito que haja. Em um Evento, Fórum Romano, um Juiz conversa com D. Eládio em uma Gelateria, daquelas com mesinhas afastadas entre si na praça. Que mal há em tomar um sorvete em uma viagem de compatriotas à Itália? Esta é uma obra de ficção; qualquer semelhança com fatos e nomes terá sido mera coincidência. Os chineses dizem que coincidências não existem. Há coincidências que existem e coincidências que não existem. O juiz sentencia "Mera coincidência". https://youtube.com/shorts/Rt3HPOFo6eM?is=KoN3BkjoMM71ejNc . "Que vossa compaixão não vos impeça de cumprir a Lei de Allah". "A letra mata; o Espírito, vivifica".

"Quanto isso custará para mim?". Você não precisa pagar nada, diz o juiz. A tesse que deixarei passar é a da libertação sob fiança; 7 milhões de dólares; não disse que o Juiz de "Breaking Bad" fez isso, estou aplicando uma derivação para uma alegoria. Você não pode ser direto, tem que falar por parábolas. Porque o que você fala precisa contornar obstácilulos. A trajetória de uma parábola, vai falando lá para cima para cair nele. 
Está sociedade é parabólica. A antena é parabólica pelo formato da onda. "Parabolicamará", Gilberto Gil. D. Eládio pergunta como então o Juiz será remunerado pela prestação do serviço. "O Tribunal precisa de reformas; o Fundo do Tribunal tem lastro e a necessidade é urgente. Promover eu estas reformas. Pela minha própria segurança, oriente o advogado a um trabalho perfeito. Dessa reforma, 200 miil dólares serão meus. Na pior hipótese, desviei de uma obra de reforma do Tribunal, não recebi dinheiro do Cartel". D. Eládio elogia a estratégia. Lalo Salamanca sai sob fiança. Não, não estamos no Brasil. Você me odeia; você se colocou em plano arquetípico. Você se considera de uma casta superior a minha, porque eu não posso falar de baixo para cima, este é o delito. Isso é crime? Então vocêê fica procurando pêlo em ovo, pelo acento diferencial, vendo "bigodinho de Hitler" onde não existe e apoiando a acusação neste ponto. Qual o conflito? A Justiça está sendo usada? Isso é um abuso. Tolerais a Justiça sendo abusada. É um Tribunal ou um coletivo coeso no sentido de perseguir o inimigo? Basta uma acusação destas para você chegar condenado, não tá tendo juízes em Berlim. Berlin, "Take my breath away".
Há os "carcamanos" que fraudam a balança, "Abusus non tollit usum", que carcam a mão, "calcam"; você calca, eu carco, há momentos em que é mais adequado "calcar"; há momentos que "carcar"; para aumentar a medida do peso e assim ganhar mais dinheiro; e há os italianos no coração de quem o antigo valor não è morto; esse "è", o verbo "essere", um ser-estar. 

"Balança enganosa é abominação para o Senhor, mas o peso justo é o seu prazer. Vindo a soberba, virá também a afronta; mas com os humildes está a sabedoria.".

Nem todo italiano nos EUA é carcamano; a ignorância dia que é da raça, e se é da raça, é comum a todos dessa raça; porém não é raça; o ser humano emerge das natureza, conserva uma base natural, porém transcende a natureza; o ser humano é alentado com o Espírito de Deus, que nos Criou de carregadas cores para que nos reconhecêssemos uns aos outros. Portanto, raça não é aplicável a pessoas. "Raça de víboras". Matanza, "Imbecil".

Desce daí que você não é Deus.

Se você chega em um lugar estrangeiro e adota práticas comerciais e de negócios desonestas, está plantando a semente para os comerciantes e negociantes odiarem não só a você, mas a todo o seu povo. Seja mais inteligente. Gipsy Kings, "Volare". Karametade, "Morango do Nordeste". 

No Restaurante do Carcamano, os pratos parecem iguais, Só que o carcamano usa para a tara da balança um prato 10% mais leve. Ele coloca o prato vazio na balança, "700 gramas", e aperta o botão "tara". A balança está tarada. Se você colocar o prato vazio, aparecerá "0"; a balança desconta o peso do prato e afere só o peso da comida. "500 gramas". Só que o prato do cliente pesa 800 gramas; a balança mostrará 600 gramas. O português tenta copiar e tara a balança com um prato mais pesado. "Vira-vira", Mamonas Assassinas. Camille, "Le festin".
I Fórum Romano. O progressivo abandono e desconsideração do legado do Direito Romano no Brasil, Senatus-Populus Que Romanus.
 
"Por favor, deixe de ser chata, me deixe trabalhar". Chato, um bichinho que dá no saco. A vida exige de nós que façamos coisas chatas, coisas chatas e que têm que ser feitas. Coisas chatas com prazo para entrega. Coisas chatas. Essa chata está minando minha eficiência. Esta chata está comprometendo meus resultados. Era basicamente um cenário só com vários cenários. Assim é a casa, um cenário só com vários cenários. Sua casa é interessante para locações de produções cinematográficas e afins? Aprendendo com a obra do mestre, https://www.youtube.com/watch?v=0l3y4jefKEY , a obra de Roberto Gomez Bolaños é uma aula de roteiro. Escrever a maior parte da programação da Televisa, dirigir, atuar; esse de fato faz tudo de modo brilhante. Porque não faz sozinho. Quando você não faz sozinho, você tem tempo de fazer tudo. Energia para fazer tudo. https://www.youtube.com/watch?v=RTk79LAd0eM . O ser humano não é autossufuciente e autosubsistente.https://www.youtube.com/watch?v=RTk79LAd0eM ; o polímata. O acabamento do corte de cabelo com a navalha. Lubrificante da navalha, são 3 gotas na lâmina; tem que ser descartada. Foi só uma barbeiragem com a navalha, me desculpe. Basta esse corte para entrar na derme. Para a corrente sanguínea e para o saco. Passa um alquinho com algodão, dá uma assopradinha e já era. Cortar os próprios cabelos com máquina não te expõe a isso. https://www.youtube.com/watch?v=OTnBvkYJfgI . É filme de Máfia. 
 
Raul Seixas, "Pastor João e a Igreja Invisível"; estelionatário e ladrão. "No creo en las brujas; pero que las hay, las hay". "Você nunca me terá". Fletwood Mac, "Rhiannon".  

"Não perdi o juízo. Minha espiritualidade não foi a pique. Minhas muitas tarefas não me esgotaram. Entretanto, não cessam os rótulos e os diagnósticos sobre minha saúde espiritual. Escrevo, mas parece que as minhas palavras chegam a ouvidos displicentes. Para alguns pareço vago, para outros, fragmentado e inconsistente nas colocações (talvez seja mesmo). Várias pessoas avisam que intercedem a Deus para que Ele me acuda.
Minha peregrinação cristã está, há muito,  marcada por rompimentos. O primeiro, rachei com a Igreja Católica, onde nasci, fui batizado e fiz a Primeira Comunhão. Em premonitórias inquietações não aceitava dogmas. Pedi explicações a um padre sobre certas práticas que não faziam muito sentido para mim. O sacerdote simplesmente deu as costas, mas antes advertiu: “Meu filho, afaste-se dos protestantes, eles são um problema!”.
Depois de ler a Bíblia, decidi sair do catolicismo; um escândalo para uma família que se orgulhava de ter padres e freiras na árvore genealogia –  e nenhum “crente”. Aportei na Igreja Presbiteriana Central de Fortaleza.  Meus únicos amigos crentes vinham dessa denominação. Enfronhei em muitas atividades. Membro ativo, freqüentei a escola dominical, trabalhei com outros jovens na impressão de boletins, organizei retiros e acampamentos. No cúmulo da vontade de servir, tentei até cantar no coral – um desastre. Liderei a União de Mocidade. Enfim, fiz tudo o que pude dentro daquela estrutura. Fui calvinista.  Acreditei por muito tempo que Deus, ao criar todas as coisas, ordenou que o universo inteiro se movesse de acordo com sua presciência e soberania. Aceitei tacitamente que certas pessoas vão para o céu e para o inferno devido a uma eleição. Essa doutrina fazia sentido para mim até porque eu me via um dos eleitos. Eu estava numa situação bem confortável. E podia descansar: a salvação da minha alma estava desde sempre garantida. Mesmo que caísse na gandaia, no último dia, de um jeito ou de outro, a graça me resgataria. O propósito de Deus para minha vida nunca seria frustrado, me garantiram.
Em determinada noite, fui a um culto pentecostal. O Espírito Santo me visitou com ternura. Em êxtase, imerso no amor de Deus, falei em línguas estranhas – um escândalo na comunidade reverente e bem comportada. Sob o impacto daquele batismo, fui intimado a comparecer à versão moderna da Inquisição. Numa minúscula sala, pastores e presbíteros exigiram que eu negasse a experiência sob pena de ser estigmatizado como reles pentecostal. Ameaçaram. Eu sofreria o primeiro processo de expulsão, excomunhão, daquela igreja desde que se estabelecera no século XIX. Ainda adolescente e debaixo do escrutínio opressivo de uma gerontocracia inclemente, ouvi o xeque mate: “Peça para sair, evite o trauma de um julgamento sumário. Poupe-nos de sermos transformados em carrascos”. Às duas da madrugada, capitulei. Solicitei, por carta, a saída. A partir daquele momento, deixei de ser presbiteriano.
De novo estava no exílio. Meu melhor amigo, presidente da Aliança Bíblica Universitária, pertencia a Assembléia de Deus e para lá fui. Era mais um êxodo em busca de abrigo. Eu só queria uma comunidade onde pudesse viver a fé. Cedo vi que a Assembléia de Deus estava engessada. Sobravam legalismo, politicagem interna e ânsia de poder temporal. Não custou e notei a instituição acorrentada por uma tradição farisaica. Pior, iludia-se com sua grandeza numérica. Já pastor da Betesda eu me tornava, de novo, um estorvo. Os processos que mantinham o povo preso ao espírito de boiada me agrediam. Enquanto denunciava o anacronismo assembleiano eu me indispunha. A estrutura amordaçava e eu me via inibido em meu senso crítico. A geração de pastores que ascendia se contentava em ficar quieta. Balançava a cabeça em aprovação aos desmandos dos encastelados no poder. Mais uma vez, eu me encontrava numa sinuca. De novo,  precisei romper. Eu estava de saída da maior denominação pentecostal do Brasil. Mas, pela primeira vez, eu me sentia protegido. A querida Betesda me acompanhou.
Agora sinto necessidade de distanciar-me do Movimento Evangélico. Não tenho medo. Depois de tantas rupturas mantenho o coração sóbrio. As decepções não foram suficientes para azedar a minha alma, sequer fortes para roubar a minha fé. “Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso”.
Estou crescentemente empolgado com as verdades bíblicas que revelam Jesus de Nazaré. Aumenta a minha vontade de caminhar ao lado de gente humana que ama o próximo. Sinto-me estranhamente atraído à beleza da vida. Não cesso de procurar mentores. Estou aberto a amigos que me inspirem a alma.
Então por que uma ruptura radical? Meu movimentos visam preservar a minha alma da intolerância.  Saio para não tornar-me um casmurro rabugento. Não desejo acabar um crítico que nunca celebra e jamais se encaixa onde a vida pulsa. Não me considero dono da verdade. Não carrego a palmatória do mundo. Cresce em mim a consciência de que sou imperfeito. Luto para não permitir que covardia me afaste do confronto de meus  paradoxos. Não nego: sou incapaz de viver tudo o que prego – a  mensagem que anuncio é muito mais excelente do que eu. A igreja que pastoreio tem enormes dificuldades. Contudo, insisto com a necessidade de rescindir com o que comumente se conhece como Movimento Evangélico.
1. Vejo-me incapaz de tolerar que o Evangelho se transforme em negócio e o nome de Deus vire marca que vende bem. Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia.
2. Não consigo admirar a enorme maioria dos formadores de opinião do movimento evangélico (principalmente os que se valem da mídia). Conheço muitos de fora dos palcos e dos púlpitos. Sei de histórias horrorosas, presenciei fatos inenarráveis e testemunhei decisões execráveis. Sei que muitas eleições nas altas cupulas denominacionais acontecem com casuísmos eleitoreiros imorais. Estive na eleição para presidente de uma enorme denominação. Vi dois zeladores do Centro de Convenções aliciados com dinheiro. Os dois receberam crachá e votaram como pastores. Já ajudei em “cruzadas” evangelísticas cujo objetivo se restringiu filmar a multidão, exibir nos Estados Unidos e levantar dinheiro. O fim último era sustentar o evangelista no luxo nababesco. Sou testemunha ocular de pastores que depois de orar por gente sofrida e miserável debocharam delas, às gargalhadas. Horrorizei-me com o programa da CNN em que algumas das maiores lideranças do mundo evangélico americano apoiaram a guerra do Iraque. Naquela noite revirei na cama sem dormir. Parecia impossível acreditar que homens de Deus colocam a mão no fogo por uma política beligerante e mentirosa de bombardear outro país. Como um movimento, que se pretende portador das Boas Novas, sustenta uma guerra satânica, apoiada pela indústria do petróleo.
3. No momento em que o sal perde o sabor para nada presta senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade por priorizar a mensagem que promete prosperidade. Como conviver com uma religião que busca especializar-se na mecânica das “preces poderosas”? O que dizer de homens e mulheres que ensinam a virtude como degrau para o sucesso? Não suporto conviver em ambientes onde se geram culpa e paranóia como pretexto de ajudar as pessoas a reconhecerem a necessidade de Deus.
4. Não consigo identificar-me com o determinismo teológico que impera na maioria das igrejas evangélicas. Há um fatalismo disfarçado que enxerga cada mínimo detalhe da existência como parte da providência. Repenso as categorias teológicas que me serviam de óculos para a leitura da Bíblia. Entendo que essa mudança de lente se tornou ameaçador. Eu, porém, preciso de lateralidade. Quero dialogar  com as ciências sociais. Preciso variar meus ângulos de percepção. Não gosto de cabrestos. Patrulhamento e cenho franzido me irritam . Senti na carne a intolerância e como o ódio está atrelado ao conformismo teológico. Preciso me manter aberto à companhia de gente que molda a vida, consciente ou inconsciente, pelos valores do Reino de Deus sem medo de pensar, sonhar, sentir, rir e chorar. Desejo desfrutar (curtir)  uma espiritualidade sem a canga pesada do legalismo, sem o hermético fundamentalismo, sem os dogmas estreitos dos saudosistas e sem a estupidez dos que não dialogam sem rotular.
Não, não abandonarei a vocação de pastor. Não negligenciarei a comunidade onde sirvo. Quero apenas experimentar a liberdade prometida nos Evangelhos. Posso ainda não saber para onde vou, mas estou certo dos caminhos por onde não devo seguir.
Soli Deo Gloria", (Ricardo Gondim).

Diante de Deus você afirma não os haver? Só para os que são. Foda-se, Deus Mandou acabar com essa zona. "QUE PUTARIA É ESSA NA MINHA CASA?"

 "Vícios e virtudes", Charlie Brown Jr.