Route 66. Isso é mar-a-lago. Ou lago-a-mar. Do Mar ao Lago, até Mar-a-Lago, e você cruzou os EUA de oeste a leste. Katy Perry, "California Girls". Cuiabá no Lima, "Aô, cambada".
Superior, Michigan, Huron, Erie e Ontário, os Grandes Lagos Canadenses. "Golfo da América" vocês não acham ruim, né? Os Grandes Lagos da América do Norte. De Chicago ao Oceano Pacífico. "O ponto de vista define o objeto", Ferdinand de Saussure. As pessoas lá, para contatar o Serviço de Emergência, não ligam para o novecentos e onze, e sim para o 9-1-1. É centralizado o atendimento e então distribuído. No Brasil, você tem que classificar a emergência. 1-9-0 para Polícia Militar. 193 para Bombeiros, -192 para o SAMU 192. A loira vê um acidente de trânsito, e imediatamente diz "Vou chamar o SAMU 192. Pergunta para um homem que estava ao lado, "Você sabe o telefone do SAMU 192?".
Route 66 ou Rota Meia-meia? Mais que um número, um código em linguagem verbal. Raul Seixas, "Metrô Linha 743". Você fala seu CPF em milhões, milhares, centenas e centavos? Não, você fala o valor absoluto do número, independente de sua posição. O número tem um valor absoluto, um 4 é 4, e um valor que depende da sua posição. "1, 2, 3, 4", Feist. Em 66, um 6 vale 6 e um 6 vale 60. Camarada, vá conhecer a Rota 60 até "San Francisco", Die Happy.
"O coração tem suas razões, que a própria razão desconhece"; não é ilógico, tem sua lógica, diferente da sua lógica, o mesmo pronome se referindo a dois nomes. Entrelaça-se à sua lógica e têm por base a mesma lógica, são duas formas diferentes.
LXVI, "Sessenta e Seis" em algarismos romanos, só se fosse filha do Elon Musk para se chamar assim. Se o nome de sua filha possui iniciais de sobrenome que permitem um acróstico desta lógica, em que as primeira letra de cada palavra formam uma palavra, é um modo de comunicar está informação. A Rota Sessenta e Seis cruza com a Rota Meia-Meia.
Ao invés de viverem, ficam discutindo estas coisas. Shania Twain, "Party For Two". Ela te convida para uma festa para 2 e você se pergunta sobre qual o sentido de uma festa para 2. Vai jogar Playstation 5, assistir Doramas e ouvir K-Pop, "Dinamite", BTS. E deixa que eu cuido dela. Avril Lavigne, "Girlfriend". Isso. "Wanna bem your girl", Die Happy. Considere duas coisas na condução temporal nesse caso, rito e vínculo. Condução de crentes e condução de uma maioria de humanos que não crerá. Em uma Teocracia, nós dizemos como as coisas serão para vocês. Charlie Brown Jr., "Papo reto".
Nesse ponto há razão no existencialismo, o existencialismo quer existir. Qual a única existência que você tem agora? Você é um ser humano, alentado com o Espírito de Deus, legatário de Allah na Terra. Como humanos, há percepções que temos pelos sentidos. Os Ascetas vedam os sentidos. Eles têm existências paralelas, A religião diz que o sentido é pecado. Não é porque os anjos não fazem sexo que nós humanos não iremos fazer. Castidade, exceto com cônjuges e com as que tendes à mão (direita)".
O Pé-de-pano é o cavalo do Pica-Pau.
A amizade significa a certeza de que o Oé-de-Pano jamais será pé-de-pano com a mulher do Pica-Pau. Se o cara não respeita sua mulher, não é seu amigo. Fala a mulher de quem que eu peguei em 44 anos. Os amigos não competem, cooperam. O Surto, "A cera". Griio é aquele cara de quem você pode deixar sua mulher na casa dele, que ele a tratará como irmã. Legião Urbana, "O mundo anda tão complicado". O Pé-de-Pano não faz barulho e não deixa rastros.
9 motos Honda Valkyrie passam na frente de um evento no qual Hook era o preletor quando Hook está saindo. Formação em "V". Um carro está parado com o som meio alto.
Ele entende que o jogo se tornará mais pesado se ele insistir. https://youtu.be/7wUSkUXRdSY?is=P3G0gM2fs5pm4RFw . A Cavalgada das Valkyries. O carro abaixa o som e vai embora. Ele percebe o grau de organização; se fosse um Fusca, sua tese se sustentava; mas não era um Fusca, era o carro do Jaspion.
Mazda RX-7. A arte e as téncicas do Ninjitsu.
Imagine uma Kawasaki Ninja 1000 preparada. https://youtube.com/shorts/hrhgntIcgjg?is=g0oPYgG9abcT23Wa . Toquinho, "O pato". Um flash da infância do Tuco Salamanca Argentino. A avó dele, em uma pequena propriedade rural, pede a ele que traga-lhe um pato da criação da roça. Lourenço e Lourival, "Franguinho na panela". "Capture-o e traga aqui". Ele captura o pato com engenhosidade e leva o pato à avó, degolado rente ao pescoço.Era apaixonado por facas. A avó se espanta. "A senhora não iria prepará-lo agora?". A avó balança a cabeça e pega o pato para começar a prepará-lo. Pato com laranja.
Para os ascetas o pecado original é o sexo. O pecado original não é o sexo, não que não haja sexo pecaminoso, "P do Pecado", - é + . O pecado original é a divindade do que não é divindade. https://lrzaine.blogspot.com/2025/05/a-questao-central-de-candido-como-diz-o.html .
Vivianne pilota com maestria uma moto; mas não sabe andar a cavalo. Roberto Carlos, "Cavalgada". Frank ensina ela a andar a cavalo. Quando ela era mais jovem, um cavalo provocou um trauma nela; Frank tem que ser cuidadoso e carinhoso para ela com ele superar este trauma. "Você me repudiar ia se eu confessasse já ter crido em contos de fada? Victor e Léo, "Fada". Frank diz, "Já acreditei em contos de fodas".
Um solteirão que fazia seus rolos; hoje era um camelo, capaz de atravessar longos períodos sem beber água. Não à toa o camelo seja um símbolo de vocês. "Água de beber", Astrud Gilberto. Pegava mesmo que não quisesse. Marchinha de Carnaval, "Caiu na rede, é peixe". Ele decide se confessar primeiro. "Você renuncia ao que irá confessar?", pergunta ela. "Eu renuncio".
Para o cara escrever que a alavanca do freio de estacionamento, ou freio de mão nesse caso, do Camaro, deslocada à esquerda, é um problema ergonômico, da ordem da adaptação do humano às funções, nada entende da cultura dos "Ponto Cara" nós EUA. Nem de mulher. Muito menos de mulher. Quando estaciona o carro, se ela deslocar a perna esquerda para a esquerda, é para roçar a mão direita na perna dela. Ou quando você engatar a terceira na Palio Weekend e ela deslocar a perna esquerda para a esquerda, é o start do jogo. "Coloca a terceira e acelera", https://youtu.be/BwlKemdnXZo?is=ndgWwH8vAV5L1n9g . Shania Twain, "You win my love". O cara mandava a broca em todo mundo e exige mulher virgem. https://youtube.com/shorts/WThptQAXht0?is=dxDLyXMlIDIFCoCQ . Um ponto onde ninguém nunca foi. Que ninguém atingiu. Para ela, estava bom, não precisa falar mais. Luís Miguel, "No me platiques más". Brian Adams, "Have you ever really, really really loved a woman?". "Não. Era um Don Juan sem ser 'El Burlador de Sevilla'". Fui ficando mais maduro. Só mais maduro. A última foi uma dessas. Shania Twain, "Man, I Feel like a woman". É lindo ela sentir como uma mulher. "Há dois meses". Uma divorciada; imagina uma mulher com tudo isso represado,
The Oh Sees, "Tidal Wave". E que escolheu que agora só queria curtir. Pelo orgasmo-em-si, só isso. Que pode parecer tudo, mas é bem menos que o que você encontra ao nível mais elevado. O caminho sobremodo excelente. Ele fala, "O limite matemático da função; aproximei-me do número sem jamais se tornar o número. E ela diz "Agora você se tornará o número. "Still The One", Shania Twain. Ela diz "O cavalo dirigia um Mustang". Não tem essa de "Se entrou, meteu; ou dá ou desce"; há caras que não dão a opção de descer, senão ela teria descido. "Se intrometeu", Michel Teló. "Não é não" desde que "não seja "não". "Seja o vosso sim, sim, e não, não.". "O crédito é a mola-mestea da Economia. "Temos um compromisso de casamento?". "Um compromisso de casamento". "Um compromisso futuro". Gino e Geno, "Freio de mão". É onde o homem pensa, "Não tem volta; mas eu vou". "Um compromisso futuro". Ela diz "Sim", e ele diz "Sim". "Não será um cheque sem fundos?". "Você não me dará o motivado e bem fundamentado para sustá-lo". "Não". Não". Então "Forever and for always", Shania Twain
Sim. Eu, porém vos digo, porque a Revelação é concluída em Maomé, o Profeta de Deus, e depois dele não haverá outro Profeta de Deus; portanto, não falo Revelação, a Revelação é o que está na Revelação é o que a Revelação diz que o é, isso posto, vos digo que, equanto o Dinheiro mandar na Igreja, é assim nos EUA."E quem é você para dizer isso?". Eu? Ninguém, https://youtube.com/shorts/lfYE61-gvRk?is=4nwzu9N1eQaoCZSF . Bikíni Cavadão, "Zé Ninguém".
Vendo-a dormindo. Die Happy, "Sleeping Time". https://youtu.be/-Bxpm0EmOMU?is=TegaHi-v5z5mGEnU .
Na viagem de volta, eles param em um posto. John Paul Young, "Love'sin The Air". Tom Love gostaria da idéia. Uma ou outra vez em outro posto. Simply Red, "Fairground".
Vivianne vê um relógio na vitrine. "Você gosta desse relógio?".
Pra cronometrar, recorde pessoal, 48min. "É um ícone da minha geração; tive um; perdi ele". Tem valor em si sim, e o maior valor é ter sido presente dela quando se tornaram noivos. Relógio de treinamento e competição; uma lembrança dela. Charlie Brown Jr., "Tamo aí na atividade". Bill Halley and His Comets, "Rock Around The Clock". Nessa idade, a vitória é completar. https://youtube.com/shorts/a0ohdcmcNuk?is=VMoxsvIdnzwDEwKy . Martinho da Vila, "É devagar". Muito bom desempenho na primeira vez. No Triatlo, você tem que dar 3, correr, nadar, pedalar. A principal habilidade no Triatlo, ou Triathlon, é a do pato, andar, nadar e voar com competência. O andar do pato é "pata aqui, para acolá". Humberto e Ronaldo, "Solteiro sim", "Pato nasce com os dedos colados para não usar aliança. Você sacrifica esse pato?". Sim. Pato laqueado ela sabia preparar. Whigfield, "Saturday night". Com a experiência e novos conhecimentos, você incrementa sua performance ao longo do tempo. Ele dá um livro de presente para ela, "Anne Hooper's Kama Sutra". Dedicatória, "Uma vida para praticar e praticando juntos". Um elemento fundamental de unidade entre o casal. "Tropa de Elite", Tihuana". "Perfeito". Ela compra um e coloca no pulso dele, "Um presentinho de noivado". Às vezes o homem não entende tudo o que a mulher diz. Significa "You até Iron Man". Depois que ele foi entender. "Iron Man", Black Sabbath. Quando é verdade, elogie. "Perfect", Die Happy. Isso ele havia entendido; ela dá o play em Sade, "Smooth Operator". Lento, Gradual e Seguro. "O ponteiro tá subindo", Camisa de Vênus".
"O próprio símbolo da Volvo". ABBA, "Lay all your love on me".
Restringindo algumas práticas, e só quando o anel saltar da mão esquerda para a direita. Emílio Santiago e Verônica Sabino, "Tudo o que se quer". Os caça-furos de roteiro, "Mas relógio digital não tem ponteiros". Relógio de parede. Você não sabe o que pode uma parede. "Pássaro de Fogo", Paula Fernandes. Rionegro e Solimões, "Cavalão tá doidão".
"Café da Manhã", Roberto Carlos.
Ali Khamenei fala de uma coisa, eu falo de outra coisa. "Inundação de Al-Aqsa".
"E recorda-lhes Ismael, Eliseu e Ezequiel, uma vez que todos se
contavam entre os preferidos."
Livro de Ezequiel, capítulo 47.
"Louvemos ao Senhor", Adhemar de Campos.
"¹ Depois disto me fez voltar à porta da casa, e eis que saíam águas por debaixo do umbral da casa para o oriente; porque a face da casa dava para o oriente, e as águas desciam de debaixo, desde o lado direito da casa, ao sul do altar.
² E ele me fez sair pelo caminho da porta do norte, e me fez dar uma volta pelo caminho de fora, até à porta exterior, pelo caminho que dá para o oriente e eis que corriam as águas do lado direito.
³ E saiu aquele homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir; e mediu mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos tornozelos.
⁴ E mediu mais mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos joelhos; e outra vez mediu mil, e me fez passar pelas águas que me davam pelos lombos.
⁵ E mediu mais mil, e era um rio, que eu não podia atravessar, porque as águas eram profundas, águas que se deviam passar a nado, rio pelo qual não se podia passar.
⁶ E disse-me: Viste isto, filho do homem? Então levou-me, e me fez voltar para a margem do rio.
⁷ E, tendo eu voltado, eis que à margem do rio havia uma grande abundância de árvores, de um e de outro lado.
⁸ Então disse-me: Estas águas saem para a região oriental, e descem ao deserto, e entram no mar; e, sendo levadas ao mar, as águas tornar-se-ão saudáveis.
⁹ E será que toda a criatura vivente que passar por onde quer que entrarem estes rios viverá; e haverá muitíssimo peixe, porque lá chegarão estas águas, e serão saudáveis, e viverá tudo por onde quer que entrar este rio.
¹⁰ Será também que os pescadores estarão em pé junto dele; desde En-Gedi até En-Eglaim haverá lugar para estender as redes; o seu peixe, segundo a sua espécie, será como o peixe do mar grande, em multidão excessiva.
¹¹ Mas os seus charcos e os seus pântanos não tornar-se-ão saudáveis; serão deixados para sal.
¹² E junto ao rio, à sua margem, de um e de outro lado, nascerá toda a sorte de árvore que dá fruto para se comer; não cairá a sua folha, nem acabará o seu fruto; nos seus meses produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário; e o seu fruto servirá de comida e a sua folha de remédio".
Água da vida do Templo para a Sociedade. É disso que eu falo. E vemos sangue saindo o Templo e inundando as ruas. "Peace Frog", The Doors. Uns e Outros, "Carta aos Missionários", que estão mais preocupados com a
posição sexual "missionário" como a única aceitável do que com
religiosos fazendo guerra pelo dharma do Deus da Guerra, que é diferente
do Senhor dos Exércitos. "Coais o mosquito, e engolis o camelo". "As nossas armas são espirituais", Moysés Malafaia, as nossas armas não são movidas por um espírito de ódio, violência, irracionalidade e perseguição, que é pior que o homicídio. https://www.youtube.com/watch?v=hMw-7Nsg78M . Yasser Arafat, "Condeno o terrorismo sob todas as formas". Legião Urbana, "Sereníssima". Comunidade da Zona Sul, "Rompendo em fé".
A pergunta feita do modo errado, na hora errada. https://youtube.com/shorts/_gonR9YJcO4?is=z24vnWHljcCmyTMd . A pergunta não está errada. Não perguntei de cima. Se a pessoa perguntar de cima, equilibre o jogo dialógico. "Santidade está ao rês do chão", Pr. Ivênio dos santos; igualdade e equidade, está motivada e bem fundamentado. Todos somos pessoas; raça não é conceito aplicável ao ser humano. Estou aqui acusado de racismo por uma questão que não é de raça. É que alguém viu em algo que eu falei um ponto para sustentar uma acusação de racismo. O triângulo invertido parece equilibrado neste ponto. Aplique uma força lateral à tese do acusador; o triângulo invertido não se sustenta, se houver Juízes em Berlim. Eu acredito que haja. Em um Evento, Fórum Romano, um Juiz conversa com D. Eládio em uma Gelateria, daquelas com mesinhas afastadas entre si na praça. Que mal há em tomar um sorvete em uma viagem de compatriotas à Itália? Esta é uma obra de ficção; qualquer semelhança com fatos e nomes terá sido mera coincidência. Os chineses dizem que coincidências não existem. Há coincidências que existem e coincidências que não existem. O juiz sentencia "Mera coincidência". https://youtube.com/shorts/Rt3HPOFo6eM?is=KoN3BkjoMM71ejNc . "Que vossa compaixão não vos impeça de cumprir a Lei de Allah". "A letra mata; o Espírito, vivifica".
"Quanto isso custará para mim?". Você não precisa pagar nada, diz o juiz. A tesse que deixarei passar é a da libertação sob fiança; 7 milhões de dólares; não disse que o Juiz de "Breaking Bad" fez isso, estou aplicando uma derivação para uma alegoria. Você não pode ser direto, tem que falar por parábolas. Porque o que você fala precisa contornar obstácilulos. A trajetória de uma parábola, vai falando lá para cima para cair nele.
Está sociedade é parabólica. A antena é parabólica pelo formato da onda. "Parabolicamará", Gilberto Gil. D. Eládio pergunta como então o Juiz será remunerado pela prestação do serviço. "O Tribunal precisa de reformas; o Fundo do Tribunal tem lastro e a necessidade é urgente. Promover eu estas reformas. Pela minha própria segurança, oriente o advogado a um trabalho perfeito. Dessa reforma, 200 miil dólares serão meus. Na pior hipótese, desviei de uma obra de reforma do Tribunal, não recebi dinheiro do Cartel". D. Eládio elogia a estratégia. Lalo Salamanca sai sob fiança. Não, não estamos no Brasil. Você me odeia; você se colocou em plano arquetípico. Você se considera de uma casta superior a minha, porque eu não posso falar de baixo para cima, este é o delito. Isso é crime? Então vocêê fica procurando pêlo em ovo, pelo acento diferencial, vendo "bigodinho de Hitler" onde não existe e apoiando a acusação neste ponto. Qual o conflito? A Justiça está sendo usada? Isso é um abuso. Tolerais a Justiça sendo abusada. É um Tribunal ou um coletivo coeso no sentido de perseguir o inimigo? Basta uma acusação destas para você chegar condenado, não tá tendo juízes em Berlim. Berlin, "Take my breath away".
Há os "carcamanos" que fraudam a balança, "Abusus non tollit usum", que carcam a mão, "calcam"; você calca, eu carco, há momentos em que é mais adequado "calcar"; há momentos que "carcar"; para aumentar a medida do peso e assim ganhar mais dinheiro; e há os italianos no coração de quem o antigo valor não è morto; esse "è", o verbo "essere", um ser-estar.
"Balança enganosa é abominação para o Senhor, mas o peso justo é o seu prazer. Vindo a soberba, virá também a afronta; mas com os humildes está a sabedoria.".
Nem todo italiano nos EUA é carcamano; a ignorância dia que é da raça, e se é da raça, é comum a todos dessa raça; porém não é raça; o ser humano emerge das natureza, conserva uma base natural, porém transcende a natureza; o ser humano é alentado com o Espírito de Deus, que nos Criou de carregadas cores para que nos reconhecêssemos uns aos outros. Portanto, raça não é aplicável a pessoas. "Raça de víboras". Matanza, "Imbecil".
Desce daí que você não é Deus.
Se você chega em um lugar estrangeiro e adota práticas comerciais e de negócios desonestas, está plantando a semente para os comerciantes e negociantes odiarem não só a você, mas a todo o seu povo. Seja mais inteligente. Gipsy Kings, "Volare". Karametade, "Morango do Nordeste".
No Restaurante do Carcamano, os pratos parecem iguais, Só que o carcamano usa para a tara da balança um prato 10% mais leve. Ele coloca o prato vazio na balança, "700 gramas", e aperta o botão "tara". A balança está tarada. Se você colocar o prato vazio, aparecerá "0"; a balança desconta o peso do prato e afere só o peso da comida. "500 gramas". Só que o prato do cliente pesa 800 gramas; a balança mostrará 600 gramas. O português tenta copiar e tara a balança com um prato mais pesado. "Vira-vira", Mamonas Assassinas. Camille, "Le festin".
I Fórum Romano. O progressivo abandono e desconsideração do legado do Direito Romano no Brasil, Senatus-Populus Que Romanus.
"Por favor, deixe de ser chata, me deixe trabalhar". Chato, um bichinho que dá no saco. A vida exige de nós que façamos coisas chatas, coisas chatas e que têm que ser feitas. Coisas chatas com prazo para entrega. Coisas chatas. Essa chata está minando minha eficiência. Esta chata está comprometendo meus resultados. Era basicamente um cenário só com vários cenários. Assim é a casa, um cenário só com vários cenários. Sua casa é interessante para locações de produções cinematográficas e afins? Aprendendo com a obra do mestre, https://www.youtube.com/watch?v=0l3y4jefKEY , a obra de Roberto Gomez Bolaños é uma aula de roteiro. Escrever a maior parte da programação da Televisa, dirigir, atuar; esse de fato faz tudo de modo brilhante. Porque não faz sozinho. Quando você não faz sozinho, você tem tempo de fazer tudo. Energia para fazer tudo. https://www.youtube.com/watch?v=RTk79LAd0eM . O ser humano não é autossufuciente e autosubsistente.https://www.youtube.com/watch?v=RTk79LAd0eM ; o polímata. O acabamento do corte de cabelo com a navalha. Lubrificante da navalha, são 3 gotas na lâmina; tem que ser descartada. Foi só uma barbeiragem com a navalha, me desculpe. Basta esse corte para entrar na derme. Para a corrente sanguínea e para o saco. Passa um alquinho com algodão, dá uma assopradinha e já era. Cortar os próprios cabelos com máquina não te expõe a isso. https://www.youtube.com/watch?v=OTnBvkYJfgI . É filme de Máfia.
Raul Seixas, "Pastor João e a Igreja Invisível"; estelionatário e ladrão. "No creo en las brujas; pero que las hay, las hay". "Você nunca me terá". Fletwood Mac, "Rhiannon".
"Não perdi o juízo. Minha espiritualidade não foi a pique. Minhas muitas
tarefas não me esgotaram. Entretanto, não cessam os rótulos e os
diagnósticos sobre minha saúde espiritual. Escrevo, mas parece que as
minhas palavras chegam a ouvidos displicentes. Para alguns pareço vago,
para outros, fragmentado e inconsistente nas colocações (talvez seja
mesmo). Várias pessoas avisam que intercedem a Deus para que Ele me
acuda.
Minha peregrinação cristã está, há muito, marcada por
rompimentos. O primeiro, rachei com a Igreja Católica, onde nasci, fui
batizado e fiz a Primeira Comunhão. Em premonitórias inquietações não
aceitava dogmas. Pedi explicações a um padre sobre certas práticas que
não faziam muito sentido para mim. O sacerdote simplesmente deu as
costas, mas antes advertiu: “Meu filho, afaste-se dos protestantes, eles
são um problema!”.
Depois de ler a Bíblia, decidi sair do
catolicismo; um escândalo para uma família que se orgulhava de ter
padres e freiras na árvore genealogia – e nenhum “crente”. Aportei na
Igreja Presbiteriana Central de Fortaleza. Meus únicos amigos crentes
vinham dessa denominação. Enfronhei em muitas atividades. Membro ativo,
freqüentei a escola dominical, trabalhei com outros jovens na impressão
de boletins, organizei retiros e acampamentos. No cúmulo da vontade de
servir, tentei até cantar no coral – um desastre. Liderei a União de
Mocidade. Enfim, fiz tudo o que pude dentro daquela estrutura. Fui
calvinista. Acreditei por muito tempo que Deus, ao criar todas as
coisas, ordenou que o universo inteiro se movesse de acordo com sua
presciência e soberania. Aceitei tacitamente que certas pessoas vão para
o céu e para o inferno devido a uma eleição. Essa doutrina fazia
sentido para mim até porque eu me via um dos eleitos. Eu estava numa
situação bem confortável. E podia descansar: a salvação da minha alma
estava desde sempre garantida. Mesmo que caísse na gandaia, no último
dia, de um jeito ou de outro, a graça me resgataria. O propósito de Deus
para minha vida nunca seria frustrado, me garantiram.
Em determinada
noite, fui a um culto pentecostal. O Espírito Santo me visitou com
ternura. Em êxtase, imerso no amor de Deus, falei em línguas estranhas –
um escândalo na comunidade reverente e bem comportada. Sob o impacto
daquele batismo, fui intimado a comparecer à versão moderna da
Inquisição. Numa minúscula sala, pastores e presbíteros exigiram que eu
negasse a experiência sob pena de ser estigmatizado como reles
pentecostal. Ameaçaram. Eu sofreria o primeiro processo de expulsão,
excomunhão, daquela igreja desde que se estabelecera no século XIX.
Ainda adolescente e debaixo do escrutínio opressivo de uma gerontocracia
inclemente, ouvi o xeque mate: “Peça para sair, evite o trauma de um
julgamento sumário. Poupe-nos de sermos transformados em carrascos”. Às
duas da madrugada, capitulei. Solicitei, por carta, a saída. A partir
daquele momento, deixei de ser presbiteriano.
De novo estava no
exílio. Meu melhor amigo, presidente da Aliança Bíblica Universitária,
pertencia a Assembléia de Deus e para lá fui. Era mais um êxodo em busca
de abrigo. Eu só queria uma comunidade onde pudesse viver a fé. Cedo vi
que a Assembléia de Deus estava engessada. Sobravam legalismo,
politicagem interna e ânsia de poder temporal. Não custou e notei a
instituição acorrentada por uma tradição farisaica. Pior, iludia-se com
sua grandeza numérica. Já pastor da Betesda eu me tornava, de novo, um
estorvo. Os processos que mantinham o povo preso ao espírito de boiada
me agrediam. Enquanto denunciava o anacronismo assembleiano eu me
indispunha. A estrutura amordaçava e eu me via inibido em meu senso
crítico. A geração de pastores que ascendia se contentava em ficar
quieta. Balançava a cabeça em aprovação aos desmandos dos encastelados
no poder. Mais uma vez, eu me encontrava numa sinuca. De novo, precisei
romper. Eu estava de saída da maior denominação pentecostal do Brasil.
Mas, pela primeira vez, eu me sentia protegido. A querida Betesda me
acompanhou.
Agora sinto necessidade de distanciar-me do Movimento
Evangélico. Não tenho medo. Depois de tantas rupturas mantenho o coração
sóbrio. As decepções não foram suficientes para azedar a minha alma,
sequer fortes para roubar a minha fé. “Seja Deus verdadeiro e todo homem
mentiroso”.
Estou crescentemente empolgado com as verdades bíblicas
que revelam Jesus de Nazaré. Aumenta a minha vontade de caminhar ao lado
de gente humana que ama o próximo. Sinto-me estranhamente atraído à
beleza da vida. Não cesso de procurar mentores. Estou aberto a amigos
que me inspirem a alma.
Então por que uma ruptura radical? Meu
movimentos visam preservar a minha alma da intolerância. Saio para não
tornar-me um casmurro rabugento. Não desejo acabar um crítico que nunca
celebra e jamais se encaixa onde a vida pulsa. Não me considero dono da
verdade. Não carrego a palmatória do mundo. Cresce em mim a
consciência de que sou imperfeito. Luto para não permitir que covardia
me afaste do confronto de meus paradoxos. Não nego: sou incapaz de
viver tudo o que prego – a mensagem que anuncio é muito mais excelente
do que eu. A igreja que pastoreio tem enormes dificuldades. Contudo,
insisto com a necessidade de rescindir com o que comumente se conhece
como Movimento Evangélico.
1. Vejo-me incapaz de tolerar que o
Evangelho se transforme em negócio e o nome de Deus vire marca que vende
bem. Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos
em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo
que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a
tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as
pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia.
2. Não
consigo admirar a enorme maioria dos formadores de opinião do movimento
evangélico (principalmente os que se valem da mídia). Conheço muitos de
fora dos palcos e dos púlpitos. Sei de histórias horrorosas, presenciei
fatos inenarráveis e testemunhei decisões execráveis. Sei que muitas
eleições nas altas cupulas denominacionais acontecem com casuísmos
eleitoreiros imorais. Estive na eleição para presidente de uma enorme
denominação. Vi dois zeladores do Centro de Convenções aliciados com
dinheiro. Os dois receberam crachá e votaram como pastores. Já ajudei em
“cruzadas” evangelísticas cujo objetivo se restringiu filmar a
multidão, exibir nos Estados Unidos e levantar dinheiro. O fim último
era sustentar o evangelista no luxo nababesco. Sou testemunha ocular de
pastores que depois de orar por gente sofrida e miserável debocharam
delas, às gargalhadas. Horrorizei-me com o programa da CNN em que
algumas das maiores lideranças do mundo evangélico americano apoiaram a
guerra do Iraque. Naquela noite revirei na cama sem dormir. Parecia
impossível acreditar que homens de Deus colocam a mão no fogo por uma
política beligerante e mentirosa de bombardear outro país. Como um
movimento, que se pretende portador das Boas Novas, sustenta uma guerra
satânica, apoiada pela indústria do petróleo.
3. No momento em que
o sal perde o sabor para nada presta senão para ser jogado fora e pisado
pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde
credibilidade por priorizar a mensagem que promete prosperidade. Como
conviver com uma religião que busca especializar-se na mecânica das
“preces poderosas”? O que dizer de homens e mulheres que ensinam a
virtude como degrau para o sucesso? Não suporto conviver em ambientes
onde se geram culpa e paranóia como pretexto de ajudar as pessoas a
reconhecerem a necessidade de Deus.
4. Não consigo identificar-me com
o determinismo teológico que impera na maioria das igrejas evangélicas.
Há um fatalismo disfarçado que enxerga cada mínimo detalhe da
existência como parte da providência. Repenso as categorias teológicas
que me serviam de óculos para a leitura da Bíblia. Entendo que essa
mudança de lente se tornou ameaçador. Eu, porém, preciso de
lateralidade. Quero dialogar com as ciências sociais. Preciso variar
meus ângulos de percepção. Não gosto de cabrestos. Patrulhamento e cenho
franzido me irritam . Senti na carne a intolerância e como o ódio está
atrelado ao conformismo teológico. Preciso me manter aberto à companhia
de gente que molda a vida, consciente ou inconsciente, pelos valores do
Reino de Deus sem medo de pensar, sonhar, sentir, rir e chorar. Desejo
desfrutar (curtir) uma espiritualidade sem a canga pesada do legalismo,
sem o hermético fundamentalismo, sem os dogmas estreitos dos
saudosistas e sem a estupidez dos que não dialogam sem rotular.
Não,
não abandonarei a vocação de pastor. Não negligenciarei a comunidade
onde sirvo. Quero apenas experimentar a liberdade prometida nos
Evangelhos. Posso ainda não saber para onde vou, mas estou certo dos
caminhos por onde não devo seguir.
Soli Deo Gloria", (Ricardo Gondim).
Diante de Deus você afirma não os haver? Só para os que são. Foda-se, Deus Mandou acabar com essa zona. "QUE PUTARIA É ESSA NA MINHA CASA?"
"Vícios e virtudes", Charlie Brown Jr.