O imperativo categórico é o melhor resultado para os acionistas; estabelecido o imperativo categórico, os fins justificam os meios. Até dava para levar, no limite, em situações normais, isso da perspectiva do consumidor médio da Enel, "Vai levando", Tom Jobim. O dinheiro atua em agências reguladoras, de modo a criar condições para que a operação destas empresas seja mais lucrativa. Diminuem o quadro de pessoal, de modo que o trabalhador tenha que acelerar o trabalho para que consiga dar conta de tudo; sempre se sacrifica alguma coisa em nome desse tipo de aumento de unidades produzidas por matriz produtora. Para a viatura, coloca a escada no poste, coloca os EPIs, sobe no poste, faz o serviço, desce do poste, tira os EPIs, recolhe a escada, que já tem que ir para o próximo serviço. Já não se tem aquela observação para planejamento, aquele cuidado e rigor técnico para execução de um procedimento; a emenda dos cabos é feita nas coxas, utilizando materiais que já não têm a qualidade que tinham antes; qualquer ventinho e aparecerão problemas. A solução não era privatizar, era tornar a Estatal em sociedade de Economia Mista, com o Estado como controlador. Há um ano é só problema com a Enel em São Paulo, mas o dinheiro está lá mobilizando seus servos, enquanto o vulgo, que é a maioria, se guia por aparências e resultados. Privatizar é um dinheiro em caixa para manter o sistema como está. Para apresentar ao vulgo ambulâncias novas, viaturas de Polícia novas, construção de prédios públicos, obras viárias faraônicas, propaganda, e por aí vai. O povo acredita tanto nisso que há 30 anos o Estado de São Paulo é governado por servos do dinheiro. A sociedadecestá concedendo uma atividade onde há demanda garantida e ausência de concorrência, mediante contratos de longo prazo. Ideal para o dinheiro japonês. Não se tem dinheiro no Brasil para isso? Por que tem que ser capital estrangeiro? Porque esse é o dogma; sociedades como a nossa existem, para eles, para serem sugadas de modo que só sobre "O bagaço da laranja", Zeca Pagodinho. O pensamento que gração, transmissão e distribuição de energia elétrica tinham que estar nas mãos do Estado porque são críticos na guerra. Vem a ordem lá dos EUA para gerarem caos no Brasil. Colaborar com governos é e sempre foi um bom negócio para essas empresas. O europeu boca aberta investe nessas empresas e lá da Europa quer resultados. Costumam pertencer a fundos de investimento, bancos, gente que não sabe o que é a atividade produtiva e subordina a produção ao monetarismo-financismo. Vai ser lucrativo, não tem concorrência, há demanda garantida, e o contrato é de longo prazo, os preço serão ajustados para lhe garantir um retorno mais ou menos de X, com a responsabilidade de sua parte de uma boa gestão. Se você apertar para lucrar mais, baixamos o preço das tarifas. Quer retornos maiores? Assuma maiores riscos, a balança tem 2 pratos. Aí a plutocracia agência o Judiciário, para que os conflitos levados ao Judiciário tenham um desfecho favorável ao dinheiro, como você já vê acontecer, por exemplo, com decisões judiciais favoráveis ao dinheiro na venda de terras do Estado sem querer se precise observar o estabelecido em lei. É o infiel da balança. Se precisarmos de bomba atômica para que possamos agir assim, nós teremos, porque o vagabundo só respeita o que ele teme. Mete a bicuda na Enel. https://youtu.be/9g2mz6wfwOE?si=5xr4efr5yd-7wcFT
Bota na Enel. Rio Negro e Solimões, "Na sola da Bota".
O Programa Nuclear do Irã para em grau de enriquecimento de urânio a 60%. Irã e Brasil deixam o TNP, o Tratado de Não- Proliferação Nuclear. O Irã não produz ogivas nucleares; Brasil e Irã cooperam no desenvolvimento de ICBMs. O Brasil chega a urânio enriquecido a 90% a partir do urânio Iraniano a 60%. O Irã não dispõe de armamento nuclear; o Brasil é o guarda-chuva nuclear iraniano. Ou seja, não tem bomba atômica sobbordens dos Aiatolás, porém o Irã conta com defesa nuclear. Até o desenvolvimento de armamento biológico em conjunto com o Brasil. Jorge Ben Jor, "Spyro giro". Pássaros que ingerem argila ao buscar seu alimento, e são vetores de microorganismos patológicos ao ser humano. "Al-Fil", uma revoada de pássaros sobre o acampamento inimigo muda o rumo de uma batalha. A chuva de drones.
Chico Science e Nação Zumbi, "Maracatu Atômico". Para isso, é preciso um Aiatolá que preze por cumprir compromissos e para quem a fidelidade alemã deva ser mantida no mundo.
Artigo X, TNP.
1. Cada Parte tem, no exercício de sua soberania nacional, o direito de denunciar o Tratado se decidir que acontecimentos extraordinários, relacionados com o assunto deste Tratado, põem em risco os interesses supremos do país. Deverá notificar essa denúncia a todas as demais Partes do Tratado e ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, com 3 (três) meses de antecedência. Essa notificação deverá incluir uma declaração sobre os acontecimentos extraordinários que a seu juízo ameaçaram seus interesses supremos.". Franz Ferdinand, "Take me out".
Sai primeiro, começa depois, não fica dissimulando, porque as pessoas acreditam na palavra do Aiatolá. Marcos Witt, "Dios de Pactos". "Se você me engana uma vez, a culpa é sua; se me engana dias vezes, é minha". Khamenei preza tanto pelo Rito...
Quem firmava tratados para no momento decisivo quebrá-los, fazendo disso fonte de vantagem era Hitler. "Nada pior aos olhos dos árabes que a quebra de um compromisso solene".
https://youtu.be/Ie4T5ZuHwGE?si=gClhYC4a2n5xIARd .
O Brasil é o Obelix da conversa.
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