Conversões forçadas eram comuns no Ocidente na Medium Aevum, especialmente de judeus, que é de onde vêm os "Cristãos-novos", muitos deles nunca deixando de serem judeus. "Não há imposição quanto à religião". Não, não, não, isso é ignorância; a partir do momento em que o Palmeiras assumiu o patrocínio de Bet, que andam junto com altares de pedra e adivinhação com setas, o que é estratégia de Satanás, eu me despalmeirensezei, e não sou mais torcedor de futebol; quem abriu as portas para isso no Brasil foi um católico, então não me venha o Bispo falar contra agora. https://www.youtube.com/watch?v=lDJcbhJNHrU , https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/por-que-apostas-esportivas-pressionam-os-resultados-do-assai/ . Trump, surubeiro e empresário de cassinos, defendendo valores cristãos; rico não precisa de "metanoia". "Decadence avec elegance", Deborah Blando. Galera da indissolubilidade do casamento, Trump, além de estar no terceiro casamento, ainda mandava a broca de modo extraconjugal. Facts, Max.
'"Suruba", palavra que vem do Tupi SURU´BA, 'madeira, tronco desgastado pelo uso.'; faz sentido, é até mais fino de tanto usar, rs.
Como também era uma forma de conexão ritualística e sexual para aproximar os membros da tribo.
Na concepção contemporânea, suruba é um termo utilizado para descrever uma prática sexual em grupo, geralmente com mais de três pessoas; não, mais de 2 é suruba. Tendo o consenso das partes envolvidas como condição de relação.
No contexto da Babilônia as palavras indígenas e africanas tendem a ganharem contornos pejorativos e muitas das vezes simplistas. No caso da suruba ficou engessada ao significado do ato sexual em grupo, quando na verdade, em seu contexto de sociabilidade tupi, tinha uma gama de significações relacionadas com acordos e com a construção do bem-estar social da própria comunidade que extrapola qualquer significado presente.", copiei da Internet, https://www.instagram.com/p/DE2cmW9RlhY/ . "Você não pode valorar elementos de uma cultura por valores de uma cultura diferente daquela", o fundamento do relativismo cultural; a questão, porém, não é identitária e sociológica, é ontológica e teleológica, os princípios gerais do ser e para onde a coisa vai assim. Estas culturas diferentes convivem em um mesmo território e não podem se modificar ou se diferenciar de sua matriz, consagrando-se em absolutos imutáveis; princípio do multiculturalismo. O problema é quando é raça. "Cadê Teresa?", Jorge Ben Jor. Cadê Terèse, Rousseau? Ama a humanidade e põe a família na roda.

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