sábado, 7 de junho de 2025

A Globalização Econômica e Financeira; ascendeu um novo poder.

E este poder trouxe consigo matrizes de valores; Ascetas e Gramatas. à época de Jesus, o poder era o Império Romano; os escribas e fariseus eram judeus. O caráter do poder que os define, em uma idéia de religião tributária do materialismo, tudo tinha que ser materializado, senão Deus não vê, rs. Por isso essa ênfase em obras que as pessoas vêem; obras são resultado de crer, não o contrário. Pegue toda a descrição que Jesus fez deles e compare. Ascetas e gramatas, fenômeno matricial de escribas e fariseus. A forma não corresponde exatamente aos da época de Jesus, pero que las hay, las hay. "Você nunca mais me terá". "Rihannon", Fletwood Mac. Tem que alardear, "Ìntimos de Deus nós somos"; compare com Abraão, fiel amigo de Deus, que fazia o que Deus Manda. Superioridade moral; os ecologicamente mais santos, os que não bebem refrigerante, os veganos, o que anda de carro elétrico, tudo a mesma raiz. A bicicleta enquanto categoria de pensamento. Diante de Deus, o que se vangloriar será desprezado, e o que se humilhar será exaltado. Jesus falou, mas o que importa para vocês é o poder que os define. Não basta fazer, tem que se achar melhor que os outros porque faz e alardear o que faz, "Está vendo? Eu faço!". Eu acho que os deuses de vocês são homens. Será que esta gente não vê? Não, não vê, porque não quer ver. Os corações sigilados são porque para eles virtude é fechar com isso e jamais modificar a posição. Não, não vêem. Errado é você, que fala de elementos imateriais da fé, Misericórdia, Justiça e Fé, porque Deus É Espírito e o ser humano é alentado com o Espírito de Deus; errado é você que fala de essência, é a mesma questão da época de Jesus.

Ervas culinárias, ervas medicinais, ervas cultivadas pelas pessoas e que não eram objeto de compra e venda. Nem escambar escambavam; era aquela coisa de precisar e ir ao vizinho pegar. Era um costume cultivar. Os fariseus começam dando o dízimo destas ervas, para acusar quem não o faz de roubar a Deus nos dízimos e nas ofertas. É com esse tipo de gente que lidamos.

E minha geração refuga diante do derrubar o Acusador.

"Graças vos damos, Senhor Deus, porque não somos como os escribas e fariseus da época de Jesus". É uma lógica em que, se houver 2, um morre e um sobrevive, então o fariseu sempre transferirá a culpa para você para que você seja sacrificado e ele sobreviva. É uma coisa abjeta, mas que tem uma forma trabalhada. A alguns, Jesus chamou "Sepulcros caiados". "Combatei os incrédulos e os hipócritas".

A gente fala dos fariseus e se esquece deles fizeram um bom trabalho, porque quando você pensa em hipocrisia religiosa, pensa em "Fariseus"; para você ver como são, você confia neles e eles trabalham na surdina para colocar o seu na reta, e este espírito dentro da religião; 

 O escriba brinca com o filho, um crianço pequeno. Coloca o filho sobre o guarda-roupas e diz, "Pula no colo do papai"; o crianço pula, o escriba o segura. O escriba repete a brincadeira, o crianço pula, o escriba o segura. Na terceira vez, o escriba dá um asso para o lado quando o crianço pula, e o crianço vai co a cara no chão. O escriba olha e diz, "Isso é para aprender a não confiar nem no papai".

A linguagem enquanto ídolo, a conservação de formas pré-humanas de pensamento e linguagem. Um dos motivos de eu esculachar na linguagem é a idolatria da linguagem. Jesus não veio trazer paz, veio trazer espada. 

"Se só dois homens entrassem no Paraíso, um seria escriba, e um, fariseu"; esta era a imagem que o povo tinha deles na época de Jesus. "Você não pode falar isso desses santos homens". Porém eram um bando de filhos-da-puta.

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