quarta-feira, 4 de junho de 2025

"Cartear". Matanza, "Quem perde, sai".

O exercício apresenta o número 9, é um exercício de simplificação de potência. Só que você só resolve o exercício se perceber que o número 9 é o mesmo que 3³, ou seja, é uma percepção subjetiva. Os alunos chegam sem saber pensar assim, porque não podem pensar assim, são moldados pela ortodoxia matemática; em geral, alunos que pensam assim são ou de classe média-alta ou tendentes à classe média-alta, se o pobre pensar desse jeito ele é arrebentado, rs. Isso bloqueia o aluno porque gera um trauma, "Ousa e apanha, isso não é para sua classe social". Cálculo I, problemas envolvendo o limite matemático da função não tinham solução pella ortodoxia matemática; os caras aplicaram subjetividade, protocolada, motivada e bem fundamentada, e conseguiram estabelecer soluções. Como esta habilidade se tornou valorizada pelo mercado, se colocou com tendência, "trending", em sociedades do mountaintop e está chegando aqui; ou seja, sabedoria provada pela prática. O pessoal da Matemática chama esse procedimento de "cartear"; há uma minoria que já chega sabendo pensar assim, se você não ensinar, só eles saberão e o ensino será um instrumento de manutenção de estrutura de sociedade de castas. Tom Jobim, "Vai levando". Não, não faço nada na vida para me provar ou provar que posso, a brevidade da vida não me dá tempo para isso. "Go back", Titãs, Legião Urbana, "Quase sem querer". O Estado Grande Satã ensina que em um determinado momento os amigos têm que se tornar rivais; tudo é competição, tudo é rivalidade,  até que tudo é guerra. A amizade e a parceria são valores permanentes. Counting Crows, "Mr. Jones and me". O chegado não compete, coopera. "A cera", O Surto. Organizados e criativos.

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