https://youtu.be/8m5hAJtSdhg?is=1XIxfJkBqWbxILkd . Um dono. O dono supervisiona e acompanha. Uma pessoa para tocar o negócio, o gestor. Onde você convida pessoas para almoçar por sua conta e tratarem de negócios. Eu não gosto de almoço de negócios, de café-da-manhã de negócios. Isso serve para criar uma unidade em torno de uma mesa, é um costume. Tenho que saber fazer, porém não gosto. Almoça primeiro, fale de tudo, menos de negócios. Após o almoço, uma leve caminhada; aí sim falaremos de negócios. Depois, retornamos e conversaremos o meu escritório e na minha sala. Erika, "Relations". O lugar onde sabem que te encontram; na mesa de minha casa, só pessoas próximas, regra. https://youtu.be/eQNAWzARyOM?is=KCrb9jOUGW3Fk5AB . Comer devagar, mas sem todo tempo do mundo. Agora sim, vamos falar de negócios. Toma seu café da manhã aí, eu tomo o meu aqui é a gente se encontra depois para falar de negócios. Falamos de negócios; agora vamos almoçar juntos; depois voltamos a falar de negócios. Benito do Paula, "Do jeito que a vida quer".
Menos opções; se não tiver o que ele quer, vai lá no concorrente que tem. Manter um número de clientes mais ou menos estáveis e os clientes eventuais que giram. Ter que oferecer novidades o tempo todo, porque vivem de novidade em novidade, com produtos de ciclo curto. Não; uma perspectiva mais estável. É meu e no que é meu eu faço ao meu modo. Frank Sinatra, "My way". O capital é meu, o risco é meu, a responsabilidade é minha, você não me dirá o que fazer no que é meu. De modo que seja também lucrativo. Seu restaurante de negócios. "Não economize em relações públicas", Adolpho Bloch. Seu restaurante de negócios e seu território. "Isto aqui é inadmissível". Venha após o expediente. Com alguns clientes o dono se senta à mesa. Com alguns clientes, o dono pede pratos. "Por minha conta". Tudo registrado. Tenho que preparar e cozinhar a história. Costumes é uma cultura de preparar comida para oferecer a divindades. Religiosos na cozinha. https://www.uol.com.br/nossa/colunas/josimar-melo/2026/03/11/voce-come-no-restaurante-de-um-chef-canalha-eu-nao-como-mais-me-faz-mal.htm . Por que não fazemos melhor fazendo de outro modo? Eu não tenho a arte da cozinha. É um talento que não tenho. Faço comida para mim e eventualmente para mais alguém; não será a melhor comida que você já comeu. De fome eu não morro. Se eu gostar de uma coisa, como isso várias vezes na semana. Seu próprio restaurante de negócios. Onde o preço não tende ao infinito pela gourmetização; simplifique a experiência, reduza o preço e ganhei em escala. A farofa da história. Sílvio Brito, "Farofa-fá". Isso é larica, "pra fazer marofa". Quem conhece o contexto e aquela época sabe. Exceto carne suína.
Para comida boa e bem feita, não costuma haver crise.
O Tuco Salamanca argentino chega a uma salgadeira às 5 para as 6 da tarde; a salgadeira fecha às 18h. 17h55min. Para comer um salgado e tomar uma Coca-cola. O pessoal está lavando a salgadeira. O Tuco Salamanca Argentino para na porta e pergunta se pode entrar. "Estamos lavando, não está vendo?". O Tuco Salamanca diz "Amanhã eu volto". De madrugada, ele passa na garupa de uma moto portando uma submetralhadora e metralha a salgadeira. Passa uns dias, ele volta lá, "Eu voltei, estava fechado". Pede um salgado, uma Coca-cola, come, paga e fala para a pessoa que disse que estavam lavando "Enquanto a porta está aberta, está atendendo". Luís Miguel, "La puerta".
Vocêê sabe cozinhar. Trabalha no restaurante, mas não é cozinheiro. Quando o cozinheiro faltar ou não puder estar lá, você mostra o que sabe fazer. Esteja preparado para o momento oportuno.
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