sexta-feira, 10 de julho de 2026

Decisões que são tomadas por executivos; o diretor trabalha para o Estúdio. O Estúdio é um negócio. Legião Urbana, "Vamos fazer um filme".

"Encontros e desencontros"; se você tivesse que escolher uma mulher desse filme, você escolheria a... Diretora. 

É um filme em que o protagonismo é de um casal. Cara, ela quer o tiozão, "Ando meio desligado" Pato Fu.

Uma Scarlett Johansson pelos seu 20 anos. "Sur", Roberto Goyeneche. Você percebe, ainda não está totalmente madura; veio por um caminho de maturação mais lenta. Ela conclui, "ainda preciso amadurecer"; um conflito por está medida de imaturidade dos dois. "Tenho que ser mais maduro"; ele move a pedra branca de reconhecer o erro, e ela o segue. Ele se vê como uma referência de elevação para ela e isso coloca ele em um caminho de elevação; mulheres alemãs nos impelem a agir com nobreza um e ressoam com sua perene beleza. Perceber-se como uma referência de elevação para ela, e por isso, elevar-se, no que ela o acompanha. Laura Pausini, "Le cose Che Vivi". Vivianne, Vivi, VI VI, 66,  
Enquanto o mecânico trabalhava, ele e o pai dela conversavam. "Não, não é uma moto nova, e já tem uma certa milhagem. A questão não é só ter a mais nova, andar nela; é cuidar da moto, conhecê-la bem; até que chegará o dia em que ela não será mais viável para o meu uso, aí é momento de transferi-la para alguém que terá a sua história com ela". As marchas começaram a escapar. Oficina de motos; disseram que, por aqui, está é a melhor. O Google não sabe de tudo, a IA sabe o que sabem. A boa e velha perguntada no posto. Na oficina, só relíquias. 

O pai já estava velho, treinava um mecânico experiente para liderar a oficina. Tinha um filho militar que morreu em uma dessas guerras dos EUA em que se agencia a Pátria por interesses particulares. "Aquela mulher é minha filha". Ele a cumprimentou de modo educado, polido e respeitoso. Isso não é comum. Um dia de pouco movimento, umas 4h de trabalho, alguns ajustes e regulagens, e foram 4h na oficina conversando com o pai dela. A filha tinha planos para a oficina, ele falou dos planos da filha; o trabalho da oficina comercial e manutenção especializada em clássicas, https://motorcyclemuseum.org/ , o pai a chamou à conversa. "Em tempos de tanta incerteza, sou grata porque meu pai, com esta oficina, me deu um caminho; podemos fazer do nosso jeito, acho o mercado em geral muito desonesto". Gratidão. Ele se manteve respeitoso. Uma mulher muito bonita, não dá para ser indiferente. Educada, de uma inteligência viva e aguda, comunicativa e sorridente. Ele, indo para os 40 e todos; ela, 20 e poucos. "Ele é de uma espécie em extinção". Ela deduziu uma raiz italiana muito profunda. Um homem de uma elegância tradicional, sem contudo ser anacrônico ou arcaísta. E começou a preencher uma ficha. "Por favor, Sr...", "Corleone". "Signore Corleone?" Si. Ele tomou café, comeu biscoito, deu risada, apreciou motos, ele tinha o luxo de não ter pressa. "Parabéns pela sua filha". "Deve ser casado, mas não usa aliança nem mencionou nada; deixe-me ver, aqui consta 'solteiro'. "Vou ligar para ele amanhã; pós-venda". "Vou manter meu contato ativo". Um tempo depois, ele voltou lá. Mas não queria. Mas queria. "Ela não sabe o que é minha vida; estas flores não são para homens como eu; mas são tudo que um homem pode querer". É só um "Oi", mais nada. E uma pequena manutenção preventiva. "Cuidar dos freios é importante, ainda mais quando, por exemplo, sua mulher te acompanha na moto". "Não tenho mulher". Perfeito. Que tal agendar um serviço quando o Sr. passar por aqui novamente? "Faço este trajeto pelo menos uma vez por mês; tenho negócios aqui perto. Ela não perguntou onde. "Quantos quilómetros?". Lá são milhas. Vanessa Carlton, "A thousand Miles". 4 horas de viagem. Estava agendada uma revisão completa. 2 dias de serviço. "Confio no seu pai". Mercado financeiro. E alguns outros mercados. Oportunidade para prospectar negócios. O pai dela o convida para jantar. A mãe dela preparou massas. Ele permanece um pouco fechado, não a deixa chegar perto. Engenheiros do Havaí, "A montanha". No outro dia, quando ela pega a moto na frente dele para testá-la e domina a Boulevard 1500, já era. O pai dela diz a ele "Não tem homem para ela, não fábrica mais", e os dois caem na risada. "Nossa geração ainda soube formar mulheres, mas não soube formar homens para elas. No geral, ou são moleques, ou só querem curtir, ou viram veados". "Complicated", Avril Lavigne. Ele diz ao pai dela "Meus negócios não são exatamente redondos". O pai dela ri e diz "Os meus também não". O Estado avançou, as Famílias já não têm o poder sobre territórios, tudo hoje é mais controlado; ele se mantém em negócios meio marginais, porém reluta em entrar no crime. Outros tempos. "Muitas peças aqui são originais, mas vêm de outro país". Pega uma bateria e aponta para uma moto seminova. "A mesma fabricante da original, o mesmo código de peça, só que vem direto lá da Indonésia, se é que o Sr. me entende" Interessante. "Quando você compra a peça original, você não paga só a peça, paga os custos de estocá-la ao longo do tempo que demora para ela ser vendida e também o custeio de outras atividades da marca. Muda o modelo, e já não compensa manter estoques do modelo antigo, é melhor utilizar o espaço para o modelo novo. Não é mais só a peça, é o dinheiro. Eu disse que quando a oficina passar para a minha filha, ela fará do jeito dela. O Sr. sabe tudo o que precisa ser feito para está bateria chegar até aqui e eu colocá-la na moto". Sim, eu sei. "A classe média está perdendo poder de compra e não está aguentando a coisa nesses termos. Ninguém precisa saber que coloquei essa bateria nessa moto; serviço de revisão de todo o sistema elétrico. Minha esposa diz que eu não posso ir com muita sede ao pote e me tornar fornecedor disso; a gente tem que ouvi-las quando elas têm razão. Eu posso dizer que se não fosse pela minha esposa, eu não estaria aqui; ela é meu freio e contrapeso"; como eu demorei para entender isso, e esse é o tempo que a gente perde". Nos EUA, o mercado de motos é diferente; o forte lá não é mobilidade urbana, https://motonline.com.br/noticia/em-crise-5-fatos-surpreendentes-do-mercado-de-motos-dos-eua/ . "Moto é perigoso?". Não deveria ser; é claro, há os riscos inerentes; quando formos pessoas dirigindo veículos. Eu prefiro melhorar o motorista a investir em veículos autônomos.

A família dele perdeu dinheiro e poder; luta para conservar algum respeito. O pai dele escolhe sair ao tio, e se torna um músico boêmio e decadente, vivendo de apresentações em casas de Tango de reputação duvidosa na Argentina. "Loteria da Babilônia", conto por Jorge Luís Borges. "Alma de boêmio", Tião Carreiro e Pardinho. Constituiu uma família, deixou esta família, constituiu outra, deixou a outra família. A paixão incurável pela Fortuna Argentina. Um homem canta Carlos Gardel, "Por una cabeza", em um cabaré na Argentina. Uma casa de prostituição, onde há mulheres que dançam tango e. A voz já revela que a saúde não aguenta. Ele já não consegue nem aquilo que Argentina ensina tão bem, guardar algo da altivez dos áureos tempos. Escorrega das mãos dele. Ele termina de cantar e sai de cena. Pouco tempo antes, o filho esteve na Argentina, onde tiveram uma discussão severa. "O Sr. é meu pai, eu não agirei como se eu fosse o seu pai. Este é meu telefone, basta ligar quando decidir sair desta vida". "Eu a amo". "Quem?". "Esta vida; ela é minha vida, não vou mudar e minha sorte irá mudar". "Pai, é daqui para o túmulo". Ele dá um tapa na cara do filho. "Vira essa boca para lá, moleque". A decrepitude do pai aplaca a raiva. Ele entendeu que o homem ali é ele. Neste momento, busca referências no avô. Ele olha para o pai e entende que a melhor coisa a fazer é sair. E cuida de conseguir um lugar no Cemitério da Recoleta. Deixa com o amigo do pai dólares em espécie para custear os funerais. "Nada vai mudar seu pai, ele assim decidiu". O primeiro capítulo do filme é em tomadas longas, sem cortes. A excelência da arte feita por humanos frente a IA. Jamiroquai, "Virtual Insanity". O que um humano comunica a outro humano. Buenos Aires é perfeita para isso. Um pôr-do-Sol de Maio divisão pela linha dos telhados das casas na planície. Carlos Gardel, "Mi Buenos Aires querido". Financeiramente ele está bem, porém ainda não para bancar um sistema. "Guarde meu telefone, pai". Fábio Jr., "Pai". Quando o filho sai, ele rasga o telefone. O pai dele não quer sair desta vida, menos ainda deixar a perpétua devoção à Fortuna Argentina, uma cantora de início promissor, mas não de muito sucesso. Roberto Goyeneche, "Malena" Termina minimamente amparado por um grato amigo argentino. Entra no quarto do cabaré, onde mora, trazendo uma laranja siciliana que ele pegou no bar do cabaré. Coloca a laranja sobre uma mesinha de canto, pega uma toalha e um cigarro, acende o cigarro e entra no banheiro; liga o chuveiro. Começa a cantar "No me hablen de ela", Hector Varela. Mas não consegue terminar; infarta antes de entrar no chuveiro. O epílogo da tragédia do amor de um homem pela Fortuna Argentina, ele caído no chão, enrolado na toalha. O filho acompanhava e ajudava de longe. O dinheiro que o filho enviava ia para as corridas de cavalos.  "Cuide que meu pai tenha um sepultamento digno". O filho, um homem de negócios meio marginais. Ele manteve as segunda passagem que comprara para o vôo de volta; a poltrona ao lado dele vem vazia. Quando ele desembarca, ao entrar no terminal de passageiros do aeroporto, se ajoelha no chão e chora por alguns segundos. Se levanta e segue. America, "A horse with no name", a cena clássica. O que se torna icônico é o que não é clichê; coisas que poderiam acontecer na realidade; meio no limite, é claro. Pilotando sozinho uma Suzuki Boulevard, lidando com a ignorância de alguns Harleyros no caminho; não te reconhecem se você não tem uma Harley-Davidson. Se não é Harley, para esses não é moto. Creedence Clearwater Revival, "Fortunate son". O executivo inimigo é um psicólogo para que domina mover algumas pessoas como peças de xadrez. Comportamento de massa. "Chess Type Beat", Joyful. Há esses e há aqueles, "Yo no creo em las brujas, pero que las hay, las hay". Cultor de deidades femininas de tudo, leva o troco de extremistas cristãos que descobrem que ele mantinha um caso secreto com um presbítero casado. É não ter vergonha de retratar. Reclama com a realidade. Ele soube com antecedência da viagem e sabia que ele iria parar lá. E estava lá parecendo um deles para agenciar o grupo. A adolescência americana que nunca termina e suas rivalidades idiotas. Qualquer coisa é ofensa. Motorhead, "Enter Sandman". Está na cultura, e o estar na cultura é que gerou o apelido, Saul Goodman. Meme, a substância do caldo cultural. Se estamos na América e não podemos falar de fatos porque atingem interesses da imagem, não estamos na América. Plágio é você pegar a obra dele para trabalhar para você e gerar resultados para você; surfar na onda da cultura é outra coisa. The Oh Sees, "Tidal Wave". A decisão de definitivamente sair disso. Encurralado em uma estratégia de Lawfare, decide partir para cima a partir de questões teológicas. É quando um irmão distante dele decide ajudá-lo. Um jovem advogado, filho do segundo casamento do pai dele, vira o jogo e consegue condenar Hook à cadeira elétrica. Hook matou um senhor idoso na Igreja dele porque chegou a Hook que este senhor viu, na verdade representou pelo sentido da visão, um gancho no lugar da mão esquerda dele quando, em uma oregação dominical, ele acidentalmente levantou o braço esquerdo, o que quase nunca fazia. Uma pregação tão hipócrita que, após o culto, com a Igreja vazia, a Bíblia aberta e apoiada em um apoio vazado em forma de "V", bate um vento tão forte que entra por uma janela aberta atrás do altar e fecha a Bíblia. Você não sabe o que é isso em uma disputa de poder em uma Igreja. Hook não deixa pontas soltas que podem atingi-lo no futuro; antes que, pela tradição profética vinda da Assembléia de Deus, o profeta antigo abra a boca diante da Congregação. Pareceu morte natural no gabinete do Pastor. No culto seguinte, Hook traz um conhecido profeta neopentecostal, muito bem pago, que se levanta no meio do culto e diz, quando Hook levanta o braço esquerdo, que Deus lhe mostrou luz no lugar da mão. Acabou o assunto. Se escondia atrás do tabu pós-nazista por ter ascendência judaica.

Só que esse irmão distante não faz nada sem segunda intenção; desenterra da areia o passado de Hook em suas missões na Janela 10-40 e descobre mais que roubo. 
Kansas, "Dust in The Wind". Assume os negócios meio marginais e dá sequência neles. Eis o "V", que lidará com questões como ilegitimidade filial e indissolubilidade do casamento. O pai dele não se divorciou, só se separou da primeira esposa, e assumiu uma nova união que a Igreja Católica não reconhece. Ricardo, o nome dele, "Ricardo Coração-de-Leão".
Ricardo Coração-de-Leão luta contra Saladino. 

A linha tênue entre o conservar valor entre os extraviados é se extraviar de vez. Avicii, "Hey, brother".

Está na cultura, se tornou arquétipo, "Síndrome de Peter Pan".

Hook, pego roubando em portos muçulmanos, desenvolveu a narrativa de ter perdido a mão esquerda em um acidente de moto no Saara, onde foi como missionário. Um telepastor neopentecostal americano, desses que as Cruzadas Evangelísticas pelo mundo produzem filhos do Inferno duas vezes piores que ele. Roupa Nova, "Coração Pirata". Por trás da fachada, mata, rouba e destrói. Jogos pesados de dinheiro, poder e influência, que fazem a Bíblia se fechar sozinha de vergonha. De cá da fachada ele é santo, santo, santo. https://youtu.be/dyniXQhzFME?is=PIE4xXb-df8eYDin . Mestre em Lawfare. Eles, de castas medianas, aprenderam a se refugiar na narrativa de que tudo é perseguição dos poderosos e estratégia dos inimigos. Até Satanás, de um cara desses, pode dizer que certas culpas ele não tem.

"O que você faz aqui?". Eu sei que você estaria aqui. A unidade com ela para a missão é mais importante que brigar com ela. Te rastreei e te segui. John Paul Young, "Love's in The Air". 

Ele a chama em um canto. "Você é maluca? Não responda, porque eu também sou. Ele agarra no braço dela, "Não saia de perto de mim". Ela crava as unhas no braço dele, "Idem". "Estou extremamente feliz que você tenha vindo, não esconderei isso", "Não vá embora", Marisa Monte. Não me esconda nada. E se beijam. O agenciamento de um coletivo para pegá-lo no meio do nada na Rodovia. Steppenwolf, "Born to bem wild".  Duas motos entram em uma pequena cidade, "Domingo", Titãs, tudo fechado, ninguém na rua. O grupo de Harleyros entra atrás; eles voltam para a rodovia. Ele para e decide encarar, em troca de deixarem ela ir; todo aquele ritual; ele estaciona na entrada de uma propriedade abandonada na margem da estrada, o grupo para a uma certa distância, e destaca um do grupo para enfrentá-lo; esse destacado começa o enfrentamento e o grupo fecha. Rolos com religiosos tortos. Ela grita "Sobe na minha moto, abandona sua moto agora". "Agora". Ele faz o que ela disse. "Deixa eu pilotar"; "Não dá tempo". Kawasaki Ninja 1000. Em uma arrancada emocionante, uma FXDR 114 começa a persegui-los. Puta que pariu, não tem onde se segurar nessa porra. Agarra ela como se vocês fossem um só. Die Happy, "Supersonic Speed". Ela reduz a velocidade em cabeceiras de ponte; é onde a outra moto se aproxima. "O que está mulher está fazendo?" https://youtube.com/shorts/uYFwPQAbrvY?is=LWrTdOrZe78pSsnM , o guidão da Harley chicoteia. https://youtube.com/shorts/NHjk_B_FiTQ?is=WHiX5H8vn7gyL1wB , potência não é nada sem controle. Conseguem escapar. O pai dela ensinou. Ele tira o capacete, "Precisamos parar de brigar como adolescentes". Ela pilotar moto melhor que ele em alta velocidade meio que o desestabiliza. https://youtu.be/0wAEex__eUM?is=e1OJHrQUJk-KKWvp . "Então aja como adulto". Agora ele entendeu o adesivo do Papa-léguas no capacete dela. "Se viver não fosse arriscado, eu não andava de moto". Ela era prudente, aprendeu com a mãe. "A única lei da física a seu favor na moto é a que faz ela andar em duas rodas; ainda assim, não abusa". A chave de pernas de Vivianne Roadrunner; essas coisas não são explícitas, são só sugeridas. Ela faz um puta de um jogo duro com ele nesse ponto; ainda não era o momento. Ele compra uma Ducati. "Pilotar essa moto é para quem gosta da arte e tem a técnica, senão o chão é limite. Chitãozinho e Xororó, "Pura emoção"; trazendo as coisas mais à direita. Patrick Hernández, "Born to be alive". Era o hobby dela; a mãe a removeu de competir e de se desfeminilizar para ser aceita naquele mundo. Um ex-piloto amador de competições de motovelocidade, todo estrupiado, que hoje tem uma oficina mecânica de motos. Ou a mãe permitia a ela acompanhar o pai ou ela quase não passaria tempo com o pai. Quem sabe a filha perto dele o faça um pouco mais responsável. O que inventa a roda e precisa se arrebentar para entender que é preciso desenvolver os freios. Porra-louca de tudo, preparava as próprias motos. Deep América, Montanhas Ozark. https://youtu.be/hKDLE4itNAc?feature=shared .

Redhead. Vivianne Ducati, sendo Ducati segundo nome, de tanto que o pai é apaixonado por motos. Descendia de italianos, pela mãe dela, elidiu o sobrenome materno para dar este nome a ela. Disse que era um sobrenome antigo da família dela, deixado na imigração. Muito bom de conversa, passou essa tese. https://youtube.com/shorts/4RPjrMGU12w?is=XR-5qdFCZsMlKhmt . É aquele cara gente boa que faz vocêê acreditar nele. A mãe se revelou uma administradora hábil da oficina de motos, senão a coisa não andava.

Usou a imagem do Papa-léguas, paga royalties. Nesta forma, é protegida por direitos autorais.

 https://youtube.com/shorts/T3MNqlgqSzw?is=RU_-5EDGQ1yjEzks

Ele alega problemas mecânicos e chama um guincho para rebocar a moto. "Você não fica parado com uma mulher, moscando, no meio do nada". Já não dá para pensar a vida sem ela. Ele se expõe para ela. Eu não sou mulher para saber como ela reage aqui, nessa parte eu nunca cheguei, a decisão e a atitude mútua do vínculo, "I venti dele cuore", Fiorella Mannoia. O texto feminino escrito por mulheres. Um ator tiozão, outrora de sucesso, que caiu em desuso no mercado americano, porém conserva valor no Japão. Um casamento que só existe enquanto formalidade, "Two roads diverged in a yellow wood". Ele vai ao Japão encenar um comercial de whisky, Suntory, "Rio de Whisky", Matanza. Ladrão é ladrão. Ladrão é um dharma. Incompatibilidade de dharma; o ladrão se converteu ao Ladrão. 

Uma branca sul-afeicana perdida em um mundo que não é o dela é muito diferente do dela. Para ela, é abraçar a estabilidade e a maturidade em forma de homem; portanto, não seja moleque. Alanis Morissette, "Head over feet". 

A unidade entre os dois faz toda a diferença e é decisiva na vida dos dois. Acabou, o casamento já é um corpo sem vida. Ela é tão livre quanto ele, basta você aceitar isso. Marília Mendonça, "Aceita que dói menos".

O executivo acredita que isso vende, por isso ele quer assim. É melhor se reportar a um dono. O dono costuma ver o que o executivo não vê. No lugar do dono, acionistas anônimos. Um coletivo de acionistas anônimos. O nome é o do fundo de investimentos. Você não conversa com o dono nesses lugares.

O executivo queria uma personagem cara e vagabunda, porque assim o poder quer a mulher. Se a moda hoje é cara e vagabunda, é porque o poder escolheu a mulher cara e vagabunda. Decisões de poder, matrizes de valores e aspirações de massa e mercado. Rosana, "O amor é o poder". Uma adolescente que tem como maior ativo a sensualidade; superficial e permanentemente sensual. Rasa, superficial, cara e vagabunda, no Brasil o papel da periguete. Don McLean, "American Pie". É o que move o Homer Simpson, o filho do Homer Simpson e até o pai do Homer Simpson ao cinema.

Televisão de cachorro, o que o homem quer é a carne feminina bem suculenta girando e dourando na tela. Skank, "Garota Nacional". O executivo quer máxima receita com mínimo custo. O executivo queria uma franga italiana para atiçar o Homer. Titãs, "A melhor banda de todos os tempos (da última semana". Lembra do "sushi erótico" no Faustão? Era o Homer Simpson dominando o território da sala e perdendo o medo da Marge. A Marge segura a casa. 

O cajado, símbolo da autoridade pastoral.  Imagina Charlotte de joelhos, cabeça baixa, diante de um homem que reluta mostrar o cajado e fincá-lo no chão, porque não confia mais em si mesmo. Die Happy, "Whatever". 

Quando ele vê, ele estica o braço e firma o cajado; ela agarra o cajado com as duas mãos e se põe de pé. Agora ela vai mostrar ela adolescente para você. Como você reage? Acolhedora, convidativa, ousada. Ela se torna mulher, e você, homem, é um rito de passagem para os dois, adultos. A mulher que ela tem que ser para ser sua mulher; essa transformação dela é de uma beleza indescritível. Se você segurar ela escorrega; se tentar controlar, ela escapa. O envolvê-la. Você a abraça, ela derrete, grudando em você para não soltar mais.  Só vai. É assim que ela ama; ela te ama. Ame-a. Só isso.

A decadência da mulher de raiz italiana de Apolónia Vitelli a Mary Corleone. Ela não estragou o papel, ela fez o que ela estava lá para fazer. "O Poderoso Chefão, 3". Sofia Coppola.

O primeiro é pela arte; sim, a arte pela arte, bem feita, dá dinheiro. O segundo é pelo sucesso; feto para dar mais dinheiro. O terceiro, pela receita, pensado para dar dinheiro. Por isso, as trilogias tendem a decair no percurso. Star Wars fez três trilogias; aí já é um filme que é o centro de uma cultura, não é um filme que fala a todo mundo; eu mesmo não assisti; ou é mal feito ou não é escrito para mim; mal feito não é, então não é escrito para mim. Assisti a "O Poderoso Chefão, I" quando criança; achei muito pesado. Como pesado é Breaking Bad", que assisti pela TV Record. Entre a fantasia de tecnologia e efeitos especiais e arte mais raiz, fico com a arte mais raiz. "IV - O Poderoso Chefão". Laura Pausini, "Uma Storia Che vale". O legado do passado que olha ao futuro, essa é a missão. Já se espera um presente glorioso, porém nem tanto quanto o passado. Um futuro mais glorioso. Hoje.

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