El Choclo caminha com o engenheiro civil pela obra. Responsável técnico; engenheiro residente. Ele entra em um cômodo em fase de revestimento da alvenaria. Olha para uma pilha de sacos de cal virgem no meio do cõmodo. Um pouco mais baixa que um púlpito. Todo mundo trabalhando. Ele dá um tapa sobre o primeiro saco, ou saca, da pilha. Todo mundo para e olha para ele. Um vê e avisa os outros. "Sabe porque a cal é virgem?". Um breve silêncio. Ele se apóia com os braços na pilha de sacos. Dá um tapão na saca e fala alto, "Porque o pincel é broxa". O pessoal não se aguenta de rir. Ele chama um servente e puxa uma nota de 100 dólares. "Para comprar Coca-cola e medianas hoje à tarde. O trabalho de vocês está andando bem. Todos agradecem, "Obrigado, El Choclo". Desse estilo. "Na raba toma tapão", MC Niack.
Documentar o sistema evita o caos. O projeto do sistema. Os memoriais descritivos. Possibilita detectar falhas antes da execução. Depois de implementado, é mais foda consertar. Se o cara que programou sai, ninguém sabe mexer nisso. Hackers norte-coreanos dando um rolê na Internet e achando sistemas assim. Vamos nos divertir um pouco. Pronto, Deu pau em tudo. Agora ficou (bem) mais caro. Quando o cara da TI fala "Agora fudeu". É uma visão que você não tem; se for minimamente honesto, não reclama, você só colheu o que você plantou. Engenheiros do Havaí, "Dom Quixote".
Você tem que construir todo o universo da obra. O personagem, a peça. O personagem é o personagem. A trilha sonora do personagem não é a princípio a música do personagem no filme; trazem elementos da estrutura do personagem. Aí você identifica esse personagem por uma música. "I Could die Happy", Die Happy. O papel é o personagem na peça. O papel é exercido pelo ator. O ator não é o personagem, o ator representa o papel do personagem na oeça. Desse universo da obra você fará o filme. O D. Eládio chama o Tuco Salamanca Argentino, em uma cena de flashback. Flashback daqueles que volta mas não vincula; ainda havia algo a ser terminado; agora terminou. Lá Bouche, "Tonight is The night". D. Eládio é fruto de um profundo mergulho nesse universo, para construir a obra. É uma síntese do líder de Cartel mexicano. Santana, "Soul Sacrifice". Estão reunidos em uma propriedade rural; um pequeno grupo de homens. "Me llamaste, Mi Don?". "Sí; sientate". "Não antes de dar-lhe um abraço". Abraça de modo efusivo ao D. Eládio, que retribui, porém de um modo mais contido. Um homem mais sóbrio, mais cerebral. O Tuco Salamanca Argentino se vira e diz aos homens "Este é o único homem a quem eu respeito na vida". O D. Eládio colocava algum limite nele. Chama-o em particular e diz aos homens "Solta o som". The Oh Sees, "Tidal Wave". Contratar mulheres e estrutura de serviço para estes eventos é uma brecha. Podem testemunhar, ouvir. Não dá para controlar todos. "No Cartel, Choclo, você é o Filho". El Choclo se ajoelha para agradecer; o D. Eládio imediatamente pede que ele se levante; "Sem sabujice; e não perca sua personalidade". Chama um homem de perfil mercado financeiro. "Você sabe que não confio em advogados. Por quê? Porque sou um". O D. Eládio é um advogado retirado. Profundo conhecedor de leis e regulamentos. Sabe usá-los a seu favor como ninguém". Olha para o homem a quem chamou, "De Santo você não tem nada". O homem ri. O D. Eládio abraça cada um deles com um dos braços. Chama a todos. Atravessam o rio em um barco; agora sim, cachaça, churrasco e putaria é do outro lado do Rio. O D. Eládio é um homem fechado e de pouco contato. Vive recluso e sai pouco de sua propriedade. "Los 3". Um Don no Cartel é um Deus. "Jamais direis 'Trindade!'". Corruptor de juízes, promotores, policiais e de todo mundo que é corruptível na Lei. Cazuza, "Vida fácil". Diz ao Tuco Salamanca Argentino, na presença do outro homem, "O Stálin do Lênin hoje é o Stálin amanhã". Três dias de bordel fechado para uso exclusivo. Lá não se fala de negócios. Matanza, "Tombstone City". "Corromper os corruptíveis; para que eles ajudem a corromper os nem tão corruptíveis. Não corromper os incorruptíveis". "Vida terrena é jogo e diversão frívola". Julio Iglesias, "Soy un Truhán, soy un Senhor".
Um corpo que cai. O Tuco Salamanca Argentino estava desconfiado que um sócio em um empreendimento imobiliário ligado ao Cartel estava dando golpe no Cartel. Olha planilhas. Vê demonstrativos. Decide levar a questão ao D. Eládio. D. Eládio providência a auditoria. De fato, um homem esperto demais está dando um nó no cara errado. "Dar nó em mim é dar um nó em si mesmo". Vai até o escritório de seu engenheiro-chefe. E o convida a passar dois dias em sua propriedade. "Estarão no décimo andar. Após o anoitecer. A iluminação será precária. Haverá uma chave elétrica no fosso do elevador. O fosso do elevador estará coberto com um estrado de madeira aparentemente confiável, mas que se rompe com alguém no centro dele. Considere isso ao posicionar a chave elétrica. Peça para ele, que é mais alto, ligar a chave da eletricidade para uma iluminação melhor. E voilà.". "Eu estava lendo a planta do andar, de costas para o local; só ouvi o barulho". E assim foi. "U2, "Vertigo". Precária, mas suficiente para ler a placa que avisava do risco, e ver as correntes de plástico a interditar o fosso do elevador. "Danger. Keep Out". O engenheiro move um equipamento que tampava a placa e delicadamente tira uma das correntes de plástico, enganchada. "Ele queria mais luz; conhecia o local e foi acender. Não estavam sendo feitos serviços naquele andar àquele momento; o acesso ao andar era restrito; ele era um dos donos da obra. Quando o D. Eládio chegou, tinha acabado de acontecer. Se desse errado, o D. Eládio resolvia. "Sim, fui eu". Moinho, "Ive Brussel". O recado estava dado. O sujeito tem que saber onde pisa e com quem lida.
O programador tem que programar; foda-se. Ele reage e é demitido. Frank vê nisso uma oportunidade, um cara brilhante e injustamente derrotado. "Derrotado você não é", colocando a mão nos ombros dele e o olhando nos olhos. "Um homem injustamente derrotado pode ter sido vencido, mas não é derrotado". Raul Seixas, "Tente outra vez". "Você pode fazer sistemas exatamente do modo como eu quero". Sólido trabalho de desenvolvimento e documentação antes. Durante. E até depois. Considerando o que isso evita amanhã, o investimento nisso hoje é irrisório. O cara não só te levanta, te levanta e impulsiona. Agora é com você.
Adaptar de um livro é começar a partir de um universo que já foi construído; são anos para escrever um livro desses. Por causa desse cuidado. "A arte como procedimento". Die Happy, "Undercover Genius".
O sublime dos momentos. Elevação dos valores. Intensidade do amor; a formatação asséptica do mocinho faz com que o bandido seja mais atraente. A última coisa que El Choclo aprendeu de verdade, há algum tempo, foi o MS-Excel. Disseram para ele que aprender isso era importante, ele se convenceu disso e contratou uma instrutora particular de Excel. Ele ia sugerindo, ela ia aceitando, ele ia avançando, ela ia concedendo, até que ela começou a mexer no mouse errado, e o gráfico subiu. Mandou a broca na moça, a pagou bem e a dispensou. Contratou um instrutor para continuar assim aulas. "Aprender isso tem que ser levado a sério". Agora que ele sabia Excel, ninguém segurava ele.
A radicalidade bidimensional de planilhas de Excel. A trimestral idade do capital. O ano tem 4 ciclos de 3 meses, é assim que o dinheiro trabalha. Cher, "Say The Word". Frank e Vivianne estão no Cemitério por ocasião do velório de um conhecido distante de Frank. O Velório era em frente ao Cemitério; decidem entrar para conhecer o lugar. Ela para em frente a um túmulo com uma bela arte tumular é uma grande cruz. "Homem em eixo vertical, mulher em eixo horizontal". Ela é delicada ao tocar o acabamento da arte tumular; "É um trabalho primoroso". Estão sozinhos. Frank afasta-se um pouco para olhar um outro túmulo, na verdade para olhá-la um pouco de longe. E pensa "Como ela é linda". Ela toca com carinho flores naturais. Sorri para uma borboleta. Senta-se no túmulo. Faz pose de escultura. Frank sorri e se aproxima. Ela se levanta, se coloca de frente para o túmulo e ele a abraça, com ela de costas para ele. "Talvez falte-nos perceber que a Cruz tem altura, largura, e ainda que representada em plano bidimensional, tem profundidade". Ela se inclina um pouco e diz "Vai fundo". Chega a latejar, porém ele sabe que ali não, lá não é lugar para isso. Faz um gesto de carinho e segura na mão dela. Os dois caminham. Ela se sente bem assim. Ela para e o abraça. "Vamos mais profundo; hora de nos casarmos". Ele pega na mão dela, tira a aliança da mão direita dela e coloca na mão esquerda. Faz o mesmo com a própria aliança. Volta as alianças para as mãos direitas. Madonna, "Deeper and Deeper". Ele diz, "Tudo tem seu tempo, e há tempo para tudo debaixo do Sol". Ela entende e o admira. Ela diz "Eu espero". Ela se sente como uma flor plenamente aberta; uma árvore com seus frutos. Não sou mulher para detalhar estas coisas; sei de já ter observado e abraçado. "E você, como se sentiu?". O próprio símbolo da Volvo.
ABBA, "Lay All Your Love On Me". É muito bonito se vivido de modo elevado; mais bonito ainda do modo mais elevado. Meu dever, e o dela também, era cumprirmos a vedação. Nada aconteceu. É uma longa história, que já contei aqui. Engenheiros do Havaí, "Piano bar".
Ele colhe uma flor e dá para ela; será um hábito dele sempre que forem a um Cemitério. Até o dia em que ela estiver sozinha no Cemitério; aí então ela colherá uma flor e colocará nas mãos dele, que está deitado com a cabeça no travesseiro do caixão. Em paz. Marcos Witt, "Cuán dulce paz". Ela está em paz pela paz dele. Até isso é bonito; porque não termina aqui, a existência continua e continuará na Eternidade. É só um "Até breve". Ou ainda que demore. Saem limpos, voltam ao velório do conhecido de Frank; hora do sepultamento. U2, "Where The Streets have no name". A revelação da tridimensionalidade da Cruz. "O amor é o vínculo da perfeição".
Davi. Nesta representação de Michelângelo, a metáfora do homem que controla esses impulsos. "Não é fácil", Marisa Monte, porém ela entende que o melhor é acompanhá-lo na elevação.
"Eu já aceitei; você aceita". Ele olha fundo nos olhos dela segurando nas mãos dela. "Sim". Depois do casamento, sim. Depois do rito. Vivianne colhe um crisântemo de um vaso que adorava a Sala onde o conhecido distante de Frank era velado. E guarda com ela. À noite, ela regala o crisântemo a ele; é um verbo não muito comum. Um gesto carinhoso, delicado, convidativo, agudo e incisivo. Ela é muito linda. O homem não vê mais nada "Morena Tropicana", Alceu Valença. Ela diz para ele, "Se você mal-me-quer, você é um homem morto". Uma beleza graciosa que a idade não apaga. Surge o contraste da graça e espontaneidade da menina e a sobriedade da mulher madura. Ela se mostra enquanto esposa. É um raio no cérebro que ilumina a mente. É um trovão no coração. "El día que me quietas", Carlos Gardel. Dá vontade de subir na parede. Isso é a estética, gerar estados, não palavras; surpreender e emocionar; a palavra é semântica. Não há o que falar agora. "Kiss me", Sixpence Nome The Richer. Ela se eleva a uma nova opercepção dela por ele. Não tem mais jeito. Ou segue por aqui ou pelo celibato. Que é virtuoso enquanto caminho temporário. "Casais os celibatários entre vós". "Seja feita a Vontade de Deus, não a minha". An ass to die. "Die another Day", Madonna. "Le cose che vivi", Laura Pausini. "Isso eu nunca vivi, Vivi". Laura Pausini, "Vivimi". Começou o tão do casamento subjetivos até o casamento objetivo. Só depois do casamento objetivo; conservando o valor e significado do Rito. "O que é o Rito?". O marido da Rita. Thierry, "Volta, Rita".
"Eu concedo com uma mão, em troca de uma pequena colheita com a outra mão". "Qual o seu preço?". " "O termo não é esse; é uma concessão.". "Qual?". Que me seja autorizado realizar minha cerimônia de casamento à noite, na Capela do Cemitério. "Não depende de mim". "Depende sim". "Não há nada que impeça; OK". O Cemitério precisava de manutenção. Doação em dinheiro para manutenção. "Só os convidados minimamente exigidos por lei". Frank estava certo, Hook iria tentar atingir uma pessoa próxima dele para atingi-lo; convém não se expor. O casamento não se resume à cerimônia de casamento. Ele fala para Vivianne; ela concorda. "Com você, mesmo se nosso casamento fosse com nós dois pelados na floresta eu seria feliz. Com os pássaros nos olhando com aqueles olhos de coruja. Os animais a assistir. As plantas a ornamentar, a Lua a iluminar, 'Banho de Lua', Celly Campello, e também as cobras, as aranhas, os pumas... Acho que não seria um bom lugar. A não ser que você conheça muito bem o lugar". Cachoeira é lugar de cobra. As espécies encontradas aqui e nesse lugar específico.
Mark Twain National Forest, Rolla, Missouri. "Eu conheço um lugar. Sempre estive sozinha no lugar dos meus sonhos. Podemos acampar". "Que tal um motorhome?". "Daqueles que pode armar a barraca no teto do motorhome". "You got It", Roy Orbison. Com o humano mais próximo a uns 2 km de distância. Rita Lee, "Baila comigo". Vanessa da Mata, "Aí, aí, aí, aí, aí, aí aí aí, aí aí, aí, aí aí". Die Happy, "Dance for you Tonight". Sem interdições; Dignidade, Responsabilidade, Liberdade. Cumprido o rito, agora sim. Ela se sente plena. Um ato de confiança e entrega total. Laura Pausini, "Surrender". Estacionam o motorhome. Ele rapidamente arma a barraca.
A barraca está armada. "Você se lembra do que me disse no casamento?". A revelação dela sendo esposa. "De agora em diante, eu não me defino só por mim, como foi até agora; eu me defino, sem deixar de ser eu, em função da unidade que tenho com você por me transformar em seu marido; se você assim aceita e se assim me aceita. Posso?". "Agora fale olhando nos meus olhos". "Agora fale ao meu ouvido. E ela agora está de costas para ele. Essas coisas não são explícitas, são sugeridas. "Posso?". "Sim". Andrea Bocelli, "Com te partirò". Die Happy, "Perfect". "Smooth Operator", Sade. São uma família. É próprio deles buscar um momento de solidão; ele se vê como marido. Duas horas, prorrogação e pênaltis. Michael James, "Family Tree". Não precisa ter filhos para serem uma família; os filhos completam a família. Padre Zezinho, "Oração pela família". O marido precisa disso, de um espaço e de um tempo sozinho. Ele está na cabine do motorhome ouvindo música. Ela, na barraca. Ela sabe que ele está perto. Que ameaça há? Ela desce da barraca e abre a porta do passageiro. "Posso?". "Não precisa me pedir". Ele dá um beijo carinhoso na testa dela. Um momento que se alonga. Natalie Cole, "Unforgettable", é o que toca no som do motorhome. "Estou preocupada porque temos que economizar bateria". "Fique tranquila, o motorhome tem APU, unidade de energia elétrica auxiliar". "Você pensa em tudo". E ela fala tudo que admira nele. Ele ouve. Ela se deita no colo dele. "Sabe o que é, é que se a bateria acabasse, seria preciso fazer uma chupeta". Ele diz "A APU carrega a bateria nesse caso". Aprendendo a pensar como marido. Ela ri. Ela se deita no colo dele. "Posso?". "O quê?". E coloca para tocar uma música. Sylvester, "You Make me fell"; "Sim, pode". Ela sorri porque ele não entendeu. Nem sempre os homens entendem o que as mulheres dizem; subjetivamente faz sentido para você, mas você tem que falar para ele entender. Ele só entende quando ela começa. Cher, "In his Kiss". Foi bater na chave e pegar. Ele diz "A primeira foi na sua casa; a segunda é na minha". No motorhome ele joga em casa. ABBA, "Waterloo". O motorhome é pequeno para o que eles fazem. Na terceira, campo neutro, ele percebe que o local permite que se aventurem um pouco mais. Ele sabe que ela gosta. Ela entende que ele não se opõe ao que ela quer, ele só respeita tempo, condições, requisitos. Ela aprendeu ele. Por um momento, ela se abandona no abraço da águia. Já não se contém mais. Ele não se defende. "Espanhola", Flávio Venturini. Santana, "The game of love". Juliano César, "Amor Pica-pau". "E foram felizes para sempre?". Agora é retomar a vida e se organizar nesse novo arranjo para enfrentar a vida. As coisas fluem melhor e são mais fáceis quando você não é um indivíduo fechado-em-si si e sujeito de; você declina de impor seu ser à outra pessoa e decide evoluir para e por ela. Se isso é compromisso dos dois, o vôo é alto. Gipsy Kings, "Volare". "Mas ela não é espanhola". Aqui, há uma técnica chamada "espanhola". Do quê? Nada. https://youtu.be/k6Nw0Hm_wTM?is=wUB_2amVI53nT8gI . Monte Etna, Sicília, Itália.
Vivianne está em erupção. 'Essa mulher é um vulcão". Eles chegam da viagem exaustos e felizes. A casa dele agora é a casa deles. Ela já conhece a casa. "Precisamos tomar um banho", duz ela. "Pode ir; vou comer alguma coisa". Ela é enfática, "PRECISAMOS TOMAR UM BANHO". "Vamos comer uma coisinha primeiro? "Sim. Depois tomamos banho?". Sim. Comem alguma coisinha na cozinha. Chrystian e Ralf, "Cheiro de Shampoo". Após o banho, deitam-se na cama; "Precisamos descansar um pouco". Ela saiu do banho mais entregue a ele ainda. Ela se sente bem em fazer o que ele fala. Deitam-se na cama. Ele não quer dormir; ela pega no sono. Ele acende uma luz que não atrapalhe ela dormir. Perceber cada detalhe dela de uma nova perspectiva. Ele a contempla. Ele não quer acordá-la. https://www.youtube.com/watch?v=-Bxpm0EmOMU . Isso é o homem, enquanto ela dorme, ele pensa na responsabilidade que ele tem em relação a ela. A toca delicadamente. Ela se move, mas não acorda. Ele se deita do lado dela, e também dorme. "Sleeping time", Die Happy. Ela acorda primeiro que ele. Vai para a cozinha prepararem algo para comerem quando ele acordar. Lidamos com a solidão melhor que elas. Ela liga o som para fazer companhia. Laura Pausini, "Due innamorati come noi". Deixa os pratos prontos sobre a mesa. Ela se deita do lado dele e abraça ele. Ele acorda e volta a dormir. "Ele está cansado". Deixe ele descansar. Enquanto isso, ela vai ao closet, não utilizou as armas secretas que levou para a lua-de-mel. Nem precisou. Lingerie; estas coisas são para domínio privado e nos termos postos. Ele acorda. E a vê vestida para matar. Umas palavrinhas em francês, "Soutien no abat-jour". Ele decide parar. Ela quer que ele continue. Ele não para. Agora sim, vão comer. Uma comida leve. Chic, "Good times". O plano de vôo prevê algumas correções de rota; isso é normal. Ele é mais velho e (bem) mais experiente que ela nisso. Muita coisa disso ele já conhecia; porém não a esse nível e nem sob o vínculo da perfeição. Ele reconhece, a chave de pernas de Vivianne Roadrunner seguraria ele para sempre. "Eu não posso ser o velho chato, enquadrativo, punitivo"; se liberta desse papel. Por outro lado, ela confia cada vez mais nele. Passa olho na mão para esculpir o magma. O bagulho é louco. "Está quente demais"; com o tempo, ela entende que é melhor baixar um pouco a temperatura. Entram em uma dimensão mais poética. Uma forma mais leve, porém não menos intensa. Shakira, "Antología". Extreme, "More than words". A beleza de olhar de longe, ficar olhando sem que ela veja. Ele assume uma posição mais de longe, e começa a vir mais para perto. Até que um dia ele faz uma coisa que ele não considerava certo fazer, ou que pelo menos não se sentia bem fazendo. Ela está na cozinha. Ele para e olha. Ele olha aquele ass to die. E ataca. Sem perguntar, sem pedir permissão, sem se desculpar. Ela nem se vira de frente para ele; só fala "Vai fundo". Fábio Jr. "Caça e caçador". Já estavam próximos; agora estão ainda mais próximos. Ele só fez uma coisa que ela queria. O magnetismo. Eles são um casal casado; moram só ele e ela, e têm a casa inteira para explorar. Ela está sentada no sofá vendo TV; ele passa na frente dela para ir na cozinha tomar um copo de água. Ela se levanta, agarra ele e joga ele no sofá. Um tem a concordância tácita do outro para isso. Ela entende que uma coisa é importante para ele, ele precisa se sentir respeitado. Agora é aquela coisa de olho no olho sem desviar o olhar. Ela sorri e vira a cabeça de lado. Ele vai no pescoço. Ele achou o ponto. Vão se permitindo descobrir e elevar o que descobrem. No coração, ela começa a sentir que é o homem de diamante nela. Chegam ao ponto de falar abertamente sobre qualquer coisa. Agora já é aquela coisa de sentarem, conversarem, ela ir para a cozinha preparar alguma coisa, enquanto ele cuida do ambiente; ela nem fala nada, ele está sentado na poltrona, ela prende os cabelos e começa; quem já viu esse filme sabe o que é quando ela para na sua frente, olha para você, e prende os cabelos . Ele está se tornando um maratonista nisso. Que bom se fosse perenemente assim; mas o ser humano fez o que fez de seu caminho pela Terra. A vida tratá desafios, dificuldades, questões para superarem juntos, perdas, guerras. O desafio é construir a unidade para suportar isso. Ela vive as descobertas dela; ele tem o próprio modo de lidar com o que ele descobre. A individualidade de cada um. Ela vai soltando mais ele; ele sabe que pode confiar nela. A maturidade do casal. Ela sabe do s negócios dele, que ele trabalha muito, da responsabilidade que ele tem, do que isso exige dele. Ele é extremamente respeitoso no trato com mulheres, e ela começa a se sentir respeitada assim; o prazer de se sentir respeitada. Ela se sente como uma flor plenamente aberta. Uma árvore carregada de frutos. Ela não tem vergonha de perguntar, é dela; "Imagine que você é um adolescente conversando sobre mim com um amigo adolescente; o que você fala sobre mim?". Ele diz "Que eu te amo, que você é linda, e me surpreende e me encanta". Ela olha e fala "Boa resposta, mas não é isso que você falaria para seu amigo adolescente". É dele, e ela sabe, ele não considera apropriado. Ela sorri, aceita, isso também faz parte. "Eu não preciso moldá-lo do jeito que eu quero para que eu o ame". Agora é ela quem começa a olhá-lo de uma perspectiva de longe. Ela o admira de tal modo que parece que ela tem 15 anos. Ele pensa, "Mantenho isso ou modifico isso?". Chega em casa de um dia de trabalho exaustivo; ela está colocando roupas para lavar na máquina de lavar. Vestida como se tivesse 15 anos. Ele olha. Ela percebeu que ele chegou. Esse olhar de lado dela, com os cabelos cobrindo o olho e mostrando o sorriso. "Te devoro", Djavan. "Oi, vivi". Aquele "Oi" da adolescente de 15 anos, aquele "oi" que não termina no "oi", é um convite. Ele ajuda ela a colocar as roupas na máquina de lavar. Ela vê que ele o ajuda e vai pegar o sabão em pó. É um dia agradável, nem frio, nem calor. A temperatura da água da torneira está agradável. "Ass to die". Ela olha com aquela cara de safada, "Ass to die? O quê?". "Você". Isso surpreeende ela, que agora é uma menina de 15 aqnos. Ele desconecta a mangueira da entrada de água da máquina de lavar. "Acho que o filtro está sujo, vou limpá-lo", e limpa o filtro no tanque, com ela do lado observando. Ele recoloca o filtro, só que não reconecta a mangueira de entrada de água na máquina de lavar. Abre a torneira, e com um ar sério, parece avaliar tecnicamente a situação. Ele não olha para ela e fala "Garota camiseta molhada". Ela fala "Então começa". Molha ela inteira, de modo literal e metafórico. Ele coloca ela no tanque, e a chave de pernas que ele leva é ainda mais marcante. Ele fala para ela "A chave de pernas de Vivianne Roadrunner". Ele não desaprendeu o que sabia nem deixou de ser o que era por isso. Agora ela é uma menina de 15 nos totalmente apaixonada por ele; você sabe o que é isso? O vulcão Etna torna a entrar em erupção. Rick e Renner, "Tira a roupa (do varal). Até onde isso vai? Minha experiência nisso é só teórica, nunca fui casado, nem vivi nada análogo. É um desafio. O que envelhece não é a idade, é o protocolo da idade. O valor da experiência de quem é casado e tem o que mostrar na prática. "Eu estou te constrangendo?" pergunta ela. "Eu tenho meu modo de ser", diz ele, "Porém está me fazendo bem o sentir-me assim". "Posso continuar"? Sim. Ele é um homem maduro, ela confia nele, "Confio meus limites a você". E faz um strip-tease para ele. "Essa sua chave de pernas". A questão são os tabus dos ascetas e o ritualismo rígido na questão; o sexo é um elemento de unidade entre o casal; vida sexual melhor é uma unidade melhor entre o casal. Está entre as poucas coisas que nos restaram do paraíso. O pecado original é a divindade do que não é divindade, que por sinal é o pecado imperdoável, o atribuir parceiros a Allah. Há as questões do domínio de imoralidade sexuais; não, entre 4 paredes não vale tudo. Não tem essa da mulher colocar um strap-on e foder o cara, por exemplo. Dignidade, Responsabilidade, Liberdade. Observados os requisitos, sou um homem sem totens e sem tabus. Mas se você quiser ver o totem, "Peaches", Die Happy. Djavan, "Para-raio". As pessoas não vêm com manual de instruções, você tem que ir lendo a pessoa e aprendendo. quando há o entrosamento. A gente já sofre muito na vida; quando você tiver um olhar do todo, de tudo o que acontece, e que você não é indiferente a isso, talvez você entenda. A gente já sofre muito na vida; deixem-nos gozar um pouco. Ivan Lins, "Vitoriosa". Jesus disse que o fardo é leve e o jugo é suave. Isso permite enfrentar a vida e libera energia para o combate. Ela começa a se subordinar a ele como um líder guerreiro. Eles têm inimigos, e o inimigo vai para a guerra. "Si vis pacem parabellum". Teodoro e Sampaio, "Quem tem * tem medo".
Lobão, "Corações psicodélicos. Agora, uma mulher borbulhante; aqueceu, ferve. No Brasil, tem que ser a cerimônia de casamento em lugar aberto e acessível a qualquer pessoa. Não pode controlar, mas pode disciplinar o acesso. Quatro testemunhas, duas pelo noivo, duas pela noiva. Um casal e um casal que você quer ver junto. Só há uma potencial pregadora de buquê. Jorge e Mateus, "Contrato". O buquê é entregue a ela. O celebrante, religioso com efeitos civis. Só 7 pessoas na Capela. A noiva entra pela entrada de serviço em veículo comum, vestida com pouca e discrera paramentação; chega com antecedência. Aguarda protegida na Capela. Quando Frank chega, acompanhado de todos os demais, é identificado, dá o OK e as portas da capela se abrem, depois permanecendo só um pouco abertas. O caminho da entrada principal do Cemitério até a capela é vigiado e iluminado por tochas. Se alguém quiser ir lá, não será impedido, mas será identificado e acompanhado. "Pare o casamento", Wanderléia. "Compreendo seus motivos; os reconheço"; pergunta para o noivo, "É de sua vontade que prossiga nos com o casamento?". "Sim.". Considerando que não há elementos objetivos que impessam o prosseguimento da cerimônia de casamento, segue o casamento. Ele escolheu". Para a própria segurança de todos. Inclusive dele. Depois, avisam que se casaram; a viagem de lua-de-mel é visitando em curtas visitas as pessoas que realmente importam. Mais simples, mais barato e, no caso deles, mais seguro. Gasta os tubos em uma festa em que tem que convidar todo mundo, para ser exaustivo e nego ainda sair reclamando e falando mal. É uma tradição que todos testemunhem. A instituição da Certificação com Fé Pública. A Certidão de Casamento. Grigio se desconvida, "Preciso trabalhar". Ele estará do lado externo coordenando a área. Ele sabia que no casal que querem ver junto o homem seria ele; ele enrolava uma moça. Djavan, "Maria das Mercedes". Se vincular a ela ou libertá-la do compromisso. "Ainda não tenho esta coragem; até que esse dia chegue. Quando esse dia chegar, chegou". Big Bopoer, "The Big Bopper Wedding". Tom Jobim, "Pela luz dos olhos teus".
TIC é poder.

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