sábado, 4 de julho de 2026

"Cinque Giorni", Laura Pausini.

5 dias. Cinco dias de funeral, estrategicamente marcado para coincidir com a Data Nacional dos EUA, o Dia da Independência, que lá eles chamam de "Independence Day". 4 meses após a morte; eu até entendo a questão de segurarem o funeral porque o País está em guerra. Um cadáver insepulto, o mistério do filho sucessor, a viúva que havia morrido e não morreu, tudo obscuro demais. 

A Religião como domínio do ódio, da violência da irracionalidade e da perseguição, que é pior que o homicídio. Homens que sabem montar o jogo é mexer as peças para instrumentalizar isso; quando devemos oferecer a Deus nosso culto racional. Eles querem mobilizar pela irracionalidade religiosa; algo está errado. Porque para vocês a grande massa do povo tem que ser assim. Para vocês, tem que haver este rebaixamento para que se estabeleça esta distinção. Pessoas disputando um pedaço do tecido que envolvia o corpo do Aiatolá Khomeini, porque imantado, um objeto com propriedades místicas. O coraixita pensa no preço pelo qual ele vende isso. O poder que dá a posse disso; coraixita bom é coraixita que sabe ganhar dinheiro com o atual estado de coisas, porque para ele é assim. Era hora de parar e se perguntar o que estava errado. A idolatria voltou.

O tumulto no funeral do Aiatolá Khoneini. Tumulto no funeral do General Soleimani. O cultivo de uma massa irracional.

Antes de tudo, um ato político. O respeito à morte e aos ritos funerários é um dos pilares de uma sociedade civilizada. Enya, "Deora Ar Moi Chroí", tema do funeral da humanidade.

https://youtube.com/shorts/7GIsVG_70wM?is=Y_0iNLkYv6U5DtP3 .

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