Uma empresa sediada, por exemplo, no Catar compra uma empresa nos EUA; hoje o dinheiro é livre para ir daqui para lá e de lá para cá. É comum nos EUA pessoas venderem a empresa e continuarem com participação acionária e cargos de alta gestão na empresa que era dele. Mas barrar o juiz da Somália satisfaz a ignorância; 11 horas de interrogatório, mal sabem eles que o cara que tem esta intenção se prepara para isso; sem evidências de nada. É que o árbitro de futebol tem uma institucionalidade,
e do mesmo jeito que homens lá sentem tesão nas latinas, mulheres desejam homens que consideram "exóticos". É isso.
Green Day, "American Idiot". O mundo vai acabar na ignorância.
"Empresas sediadas em paraísos fiscais (conhecidas como offshores) podem ser donas de empresas nos EUA. A legislação americana é bastante flexível e permite que pessoas físicas, jurídicas e até trusts de qualquer nacionalidade sejam acionistas ou donos. No entanto, existem detalhes legais e operacionais cruciais que você precisa levar em consideração. Restrição em 'S Corporations'; Investidores estrangeiros podem ser donos da maioria das estruturas, como LLCs (Limited Liability Companies) e C-Corporations. Contudo, não podem possuir participações em empresas americanas que tenham elegibilidade fiscal como S-Corporation.Transparência e Regulação: A rede de controle indireto é legal, mas os EUA possuem leis rigorosas contra lavagem de dinheiro e evasão fiscal. A estrutura deve estar em conformidade com as exigências de identificação de beneficiário final (exigidas pelo FinCEN — Financial Crimes Enforcement Network). Tributação Específica: O IRS (Internal Revenue Service) tributa empresas estrangeiras com base na renda gerada em solo americano. Estruturas de holding usando paraísos fiscais exigem planejamento cuidadoso para evitar bitributação.", IA do Google.
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