quarta-feira, 30 de setembro de 2026
A IA falou que é viável.
Eu conversava com a IA sobre questões relativas à IA, e a IA me disse que tudo o que a IA processa segue o modelo da linguagem, e por isso o melhor chip para a IA é o da NVidia, porque o tipo de processamento que a IA realiza, se fosse feito por uma CPU, e não por uma GPU, demoraria vários minutos para que a CPU processasse o que uma GPU processa em menos de um segundo. Se eu pedir para a IA um cálculo complexo de Química ou Engenharia, daqueles cálculos feitos em supercomputadores, se esse cálculo poderia ser feito por uma CPU, e a IA disse que poderia, que é mais uma questão do modo como a IA trabalha do que uma exigência do cálculo em si. Então eu falei para a IA se a IA não poderia, antes de realizar um processamento, se perguntar se este processamento precisa ser feito por uma GPU ou poderia ser feito por uma CPU; a IA chamou isso de "IA Roteadora", que envia para a CPU o que pode ser feito sem prejuízo por uma CPU e receber a informação já pronta para a IA fazer o trabalho dela, porque a linguagem é estrutural para a IA. Aí eu disse para a IA que o modelo sobre o qual se estruturou a IA é um modelo em que tudo passa pela linguagem, só que se a gente olhar para o cérebro humano, a linguagem é organizadora, mediadora e comunicadora, mas nem tudo é linguagem. Disse para a IA que a IA foi estruturada seguindo o modelo dos Gramatas, e perguntei quanto do processamento que a IA realiza poderia ser feito por CPU, sem prejuízo, e a IA me disse que 40%. Perguntei se, ao invés de incrementar a base de GPUs agregássemos CPUs nessa lógica, se essa solução seria tecnicamente viável, a IA falou que sim. Eu não antropomorfizo, porque o humano tem a tendência de atribuir características humanas a tudo; a IA não é humana, a IA é um mecanismo. O problema não é a tecnologia em si, é o modo como lidamos com ela. Nós temos que conduzir essas coisas, e não essas coisas nos conduzirem. A questão é o espírito que move os humanos no desenvolvimento dessas coisas. Com esse espírito sim, há riscos catasyr{fixos e existenciais, como a Anthropic escreveu no seu IPO, Oferta Inicial de Ações. A IA concorda comigo que esse modelo é insustentável, que não podemos continuar assim, porque esbarramos na realidade efetiva. CPUs são mais baratas e gastam menos energia, e são mais simples para resfriar do GPUs. Adicionando CPUs nessa lógica, liberaríamos 40% da carga de processamento de GPUs existentes, liberando essa margem para expansão sem necessidade de novas GPUs, e poderíamos elevar em coisa de 40% a capacidade de processamento sem precisar de mais GPUs. Por que a IA precisa da linguagem para ela mesma, a linguagem é fundamental à IA, porém nem tudo deve ser linguagem. Então é possível uma alteração na estrutura da IA que nos permita progredir nisso de um modo melhor. Agora, precisamos definir limites para isso sim. Do jeito que está é uma bolha? Há precedentes nas ferrovias no final do século XIX e na bolha Pontocom do início dos anos 2000. A IA não gera valor econômico suficiente para dar retorno aos investidores na velocidade que eles esperam, e o dinheiro começa a sair e para de entrar. Do modo como está, é "Virtual Insanity", Jamiroquai. Já atingimos o limite de Data Centers; não se constróem mais agora, e se avança pelo modelo de CPU-GPU e IA Roteadora, que se pergunta antes de processar cada bit se esse bit pode ser processado sem prejuízo por CPU ou se tem que ser por GPU. Cada uma é uma arquitetura, cada uma lida com um tipo de processamento matemático. Ou é assim ou não é. Chitãozinho e Xororó, "Cavalo Enxuto". A IA do Google.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário