E é só tequila vagabunda igual você. E é só cerveja vagabunda igual você.
Isso é fim de linha. Tião Carreiro e Pardinho, "Alma de Boêmio". Tião Carreiro e Pardinho, "Punhal da falsidade", em um arranjo diferente. Isso decorre de o cidadão elevar a mulher a um lugar de culto, transformá-la no absoluto que ele não modifica, e ao qual, devotado, permanece fiel. O homem que ama um ídolo feminino, ídolo em sentido religioso, que representa deidade feminina; ele não vê, mas ela representa deidade feminina, caminho do rebelde Satanás; O cara vê um sentido expiatório no sofrimento; a melhor coisa é perdê-la de vez e não querer saber mais dela. "Se você me engana uma vez, a culpa é sua; se me engana duas vezes, minha é a culpa". Ela te faz se sentir culpado do mal que ela te faz; só se a culpa for de uma existência anterior, é um princípio de sociedade de castas, Gusttavo Lima, "Que mal te fiz eu?"; ela joga o tempo todo com o medo de você perdê-la para outro. Bruno e Marrone, "Um bom perdedor". A primeira coisa para o buraco não aumentar é parar de escavar; deixe-a; encerre de modo taxativo, terminativo, definitivo, inflexível e ultrafechado. America, "Tin Man"; homem é igual lata; uma chuta, outra cata. Roberto Goyeneche, "Uno". Não é a mulher como um todo, é um tipo específico de mulher. Isso tem até na Igreja Evangélica. Não é nem idealização, "me apaixonei pelo que eu inventei de você", é uma aposta no melhor que você vê na pessoa, no que de melhor ela aprendeu, e até mesmo praticou; em um determinado momento, o poder se definiu de outro modo e ela, por afirmação ostensiva de identidade, se converteu a uma matriz identitária e sociológica, o verdadeiro dharma dela, isso é próprio de castas medianas; é como a proteína spike do vírus, que engana o sistema de defesa. Nesse caso, se entre a desonra e a guerra você preferir a desonra, você terá a guerra, em condições piores e mais difíceis. Ela te faz acreditar que ela é o que não é e que não é o que é. Já enfrentei isso e "sequenciei o genoma", rs, Die Happy, "Survivor"; ou seja, a culpa de eu saber disso hoje é sua, e isso é problema seu e do seu Senhor. Chrystian e Ralf, "Bijuteria".
Faça ajustes na letra, para ajustá-la a uma mulher, e grave, com a devida autorização do autor, é uma grana a mais que pinga. Esse seu jeito (...), terminada em "ão" como melhor opção. Lauana Prado, "Whisky vagabundo"; Vicente Celestino, "Tornei-me um ébrio". "Cabô as muié que presta no mundo", "Cabô, meu pai", Zeca Pagodinho. "Postei foto e o caralho". João Carreiro e Capataz, "Bruto, Rústico e Sistemático". Por que, quando é o homem, é o homem específico, e quando a mulher, não? Estão a dizer que a mulher não tem personalidade?
Ultraje a Rigor, "Nada a declarar". Senão você se torna um cão vira-latas por causa destas cadelas, rs. Não disse que são todas, mas que las hay, las hay.


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