sexta-feira, 24 de abril de 2026

Simone e Simaria, "Quando o mel é bom, a abelha sempre volta". O mel é bom porque o néctar é bom.

 "Mel", Maria Bethânia.

Taalbi Brothers, "Freestyle". Mensagem subliminar exige conhecimento prévio; em Francês, "mer" é "mar" em Português; neste caso há a correspondência exata entre os significados, e cada língua tem seu significante; o falante de língua portuguesa aponta para o mar e diz "mar"; o francês aponta para o mar e fala "mer". Signo linguístico, um todo entre significante, significado e sentido, Ferdinand de Saussure. Culinária francesa, um molho agridoce; eu não gosto de agridoce.  https://www.youtube.com/shorts/OrTClCb3bfQ ; ao invés do pão, tortillas; tamago sando taco. Jacob Gurevitsch, "Mexican Margarita".

 

Na verdade, significa o mel ser produzido no Interior pelas abeia da apicurtura do Chico Bento, que fala "mer" ao invés de "mel"; 

 

Uma ilustração inspirada nos desenhos de Berta Hummel, uma freira alemã que desenhava crianças da Alemanha Rural, e que, inclusive, foram inspiração para as estatuetas Hummel produzidas em porcelana no início do Século XX pela Goebel;

 

Carpenters, "Please, Mr. Postman",



 minha mãe recortou e colocou em um quadro; só falta emoldurar. Baitaca, "Do fundo da grota".
"Não enche", Caetano Veloso.

"Deus e eu no Sertão", Victor e Léo", e ninguém enchendo o saco. Matanza, "A menor paciência". Lhes é inconscientemente vedado o uso de "l" com som de "u", o fonema semivogal /w/ (posterior, arredondada); um mesmo grafema, "l", que é o sinal escrito que representa a fala, e possibilidades de fonemas diferentes, um fenômeno linguístico; isso se estuda em Linguística. Simone e Simaria, "Quando o mel é bom, a abelha sempre volta". O mel é bom porque o néctar é bom.

Valores que não mudam da infância à quarta idade, que é a sua. A amizade é um valor permanente que, quem tem minha idade, aprendeu. Hoje a amizade é o arco-íris LGBT a ser colorido. Cultos à fertilidade, cultores de Deusa-mãe e cultores da Natureza e divindades femininas. O Cebolinha colore, o Cascão é colorido. "Cebolinha" porque tem cabelos que se parecem com cebolinhas? Não; porque não convém à burguesia dizer "Cebolinha, filho do Cebola", é um higienismo linguístico.

Cebolinha, classe média-baixa na sociedade de estamentos; Cebola, um semiproletário; um cara que trabalha em uma empresa, é honesto, capaz, trabalhador, faz bem o que faz e com o tempo se torna encarregado. Mônica, ala direita da pequena burguesia.

Aquele cara que enveredou na onda dos anos 1970, mas que voltou. Isso é larica; comprar alguma coisinha para comer na larica, https://www.youtube.com/shorts/bmioxCo_Un4 , Sílvio Brito, "Farofa-fá". "Pra fazer marofa, rs". "Tá todo mundo louco", Sílvio Brito. Aí se casa e deixa a loucura, arruma um emprego, e se torna "Homem de Família", Gusttavo Lima. O modo de produção se modificou; a COFAP, por exemplo, era um ótimo lugar para trabalhar. Grelo, "Só fé", é isso que esta música retoma, povo modesto e humilde que confia em O Nome do Senhor.

Cebolinha porque filho do Cebola. 

Cebola porque trampou com um ceboleiro no CEASA. Programação neurolinguística, "Cebolinha porque filho do Cebola", até você entender e falar com naturalidade porque é filho do Cebola. 

Por trabalhar para um comerciante de cebolas no CEASA, Skank, "Na estiva", o pessoal do CEASA batizou ele como Cebola. "Ô Cebola, vem cá", e ele é conhecido como Cebola. Cebolinha porque filho do Cebola.

Lombando 15 toneladas de cebolas. © , "C bolinha". Ou o cara não se chamaria Cebolácio Cogumélio da Silva. Ventania, "Só para loucos".



A amizade é um valor permanente para nós e não será corrompida com esta finalidade entre as crianças. Meu único amigo morreu. Milton Nascimento, "Canção da América". 

Uma dislalia do Cebolinha, que em lugar do "r" fala o "l". Porque lhe é vedado o "r". Bloqueios na função da linguagem. 

Uma cebolinha sozinha é fraca; um feixe de cebolinhas é forte.

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O Cebolinha e o Cascão jamais se tornarão um casal. "É disso que o Velho gosta", Chotãozinho e Xororó. "Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu". Quando o Cebolinha disser "É o flanco". Legião Urbana, "Maurício".

A questão não é identitária e sociológica, é ontológica e teleológica. Razão, capacidade de bem aquilatar e separar o bom do mau; razão exige juízo de valor. Há Valores porque Há Deus. Arquetipizar e cultuar animais e depreender matrizes comportamentais do comportamento destes conduz ao estado-de-natureza, e civilização se opõe a estado-de-natureza. Este é o conflito. Gal. Costa, "Força estranha". 

1000 de ré. Jorge Ben Jor, "Os Alquimistas estão chegando".

"Entrará; e sairá. E achará pastagem". Entrar aqui é sair de lá. Homossexualidade não é genética; o ser humano transcende a genética. O animal não; o ser humano sim. Não é doença. Falcão, "Holiday foi muito". O homem que tem o feminino enquanto divindade, arquétipo, um imperativo categórico. O homem que teme ser homem porque ser homem é ser ignorante e violento. A mãe que da perspectiva do Édipo intrínseco feminiliza o filho para que não haja o conflito com o pai. O Édipo não é intrínseco, é uma construção elaborada de uma cultura que depreende comportamento do animal, em que o macho que detém a fêmea detém o poder, neste contexto, conflito entre macho mais velho e macho mais novo. Não precisa mais ter medo disso. Arquétipos, modelos que pessoas seguem às vezes sem consciência. Homossexualidade é comportamento, e o que proponho não é "cura gay". Mas o ponto em que quero chegar é o "só é se quiser". O ascetismo veda o homem à mulher, o asceta arquetípico se abstém de relações sexuais; os abaixo dele não. Vedada a mulher ao homem, é homem com homem, e há quem considere que assim transcenda o natural e seja superior. Culto à mãe como divindade, comum no Brasil. Sairá disso, entrara em "Um Só Deus; não há divindade fora de Deus" e achará pastagem. Não, não e acabou. Eu disse que não. Se insistir, uso de força. O direito humano fundamental de não ser gay. Leis "Don't Say Gay" e gays don't say lei. Não é homofobia. Inclua-me fora disso, Djavan, "Nobreza".

"Ele respondeu: 'Porque a fé que vocês têm é pequena. Eu asseguro que, se vocês tiverem fé do tamanho de um grão de mostarda, poderão dizer a este monte: 'Vá daqui para lá', e ele irá. Nada será impossível para vocês.".

"De como Ykong removeu as montanhas". Nessa fábula dizia-se que, em tempos que já lá vão, vivia na China Setentrional um velho chamado Yukong das Montanhas do Norte. Frente à sua casa, havia, no lado sul, duas grandes montanhas, Taiham e Van-vu, que lhe impediam a passagem. Dirigindo os seus filhos, Yukong decidiu-se a arrasar tais montanhas, a golpes de picareta. Vendo-os nesse trabalho, um outro velho, Tchi-sou, desatou a rir e disse-lhes:

“Que tolice! sozinhos, vocês nunca conseguirão arrasar essas duas montanhas!”,

ao que Yukong respondeu:

“Quando eu morrer, ficarão os meus filhos; quando por sua vez eles morrerem, ficarão os meus netos, e assim se sucederão, infinitamente, as gerações. Quanto a estas duas montanhas, são muito altas mas já não podem crescer e, a cada golpe de picareta, tornam-se cada vez mais pequenas. Por que razão pois não acabaremos por arrasá-las?”

Refutados os pontos de vista errados de Tchi-sou, Yukong continuou, inabalável, a escavar dia após dia, o que comoveu os Céus que enviaram então dois anjos à Terra, para que carregassem às costas as duas montanhas."

Embora seja uma das menores sementes, cresce e se torna uma das maiores hortaliças, capaz de abrigar aves. Michael James, "Family Tree".






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