sábado, 7 de fevereiro de 2026

Os fundamentalistas diriam para seguir; os Fundacionais, para parar. Duas formas de política; diplomacia e guerra.

Se você é um candidado a Presidente da República, tenho uma boa notícia para você, cabe a você decidir. Você ouve as pessoas, você conversa, porém é você quem decide. Matanza, "Estrada de Ferro Thunder Dope"; "terror" não é necessariamente "terrorismo"; "Condeno o terrorismo sob todas as formas", Yasser Arafat. https://youtube.com/shorts/I7um0YnQYZs?si=KUKehPCRVTf_OzYW . No democratismo, você tem que fazer uma assembléia, onde as posições serão apresentadas, discutidas e votadas, o líder segue o que a maioria decidiu. "Non ducor duco"; aí vocẽ conhece a solidão do líder; o fundamental neste momento é ter ao seu lado gente que vai com você até o fim naquilo que você decidir. "Ai, você é autoritário"; não, é liderança monocrática. Paulinho da Viola, "Timoneiro"; o líder ouve as bases, conversa com as bases, mantém a capacidade de falar de modo direto com as bases; as bases têm o compromisso de permanecerem fiéis ao espírito do movimento, consignado na "Ideologia", Cazuza. O líder conversa com as bases, e o que vem das bases é "Até os coco"; o líder está vendo o que as bases talvez não estejam vendo; o líder ajusta a posição, "Os cocos ficam de fora"; as bases confiam no líder; as bases estão vivendo a questão lá nos lugares onde as bases estão; era assim que Perón fazia. Sim, nós podemos apoiar, porém mantendo divergências principalmente econômicas. Vamos derrubar o Xá. Os fundamentalistas são heróicos; os Fundacionais, diplomáticos; a diversidade é uma riqueza; coordenar e congregar os diferentes sobre uma base comum; pensamento diferente, porém mesma mentalidade. Aliados não são, de modo necessário, amigos. Diplomacia ou guerra na questão? Elis Regina, "Alô, alô, Marciano". Cláudia, "Deixa eu dizer", erro é resposta inadequada à realidade efetiva. Tanto quanto possível, porém não de modo absoluto, a solução de conflitos deve priorizar a diplomacia; só que o inimigo não está para a diplomacia; o resultado de quem não sabe fazer guerra ou não está preparado para a guerra quando há o inescapável que deriva da razão é a derrota. Em Berlim, quem caminha pelo pentágono Liberdade, Dignidade, Responsabilidade; Razão e Verdade não viola bens jurídicos protegidos. Ainda os há em Berlim? Berlin, "Take my breath away". We are not in Berlin. Cazuza, "O tempo não para", não para não, não para. Reformando a linguagem; onde se lê "Jeca", um pensamento umbilicalmente ligado ao folclore do atraso, leia-se "revela pensamento tacanho e retrógrado". É que a palavra é recebida como ofensa pelo outro lado, que encontra no Judiciário uma pré-disposição em fazer por esse outro lado, aí distorce para apoiar o argumento; "Nós queremos fazer dessa ofensa recebida do outro ado um modo de transferirmos recursos deles para nossa luta"; aí é onde nego vai começar a ler "Minha Luta", e a gente não quer isso, quer? O Judiciário não pode abraçar este espírito de perseguição. Jorge Aragão, "Moleque atrevido".


KC anda The Sunshine Band, "That's The way (I like It)".


Em um Estado Democrático de Direito, o Dr. Saulo Goodman não precisa temer que a Classe dos Magistrados se torne antipática a ele por suas prerrogativísticas posições em um Tribunal; porque aí o Dr. Saulo Goodman não vence mais nenhuma, acabou a carreira dele como Advogado. Isso em um Estado Democrático de Direito; em uma Semi autocracia Judiciária eu já não sei. Die Happy, "Adam's Eyes", é só pedir para o ChatGPT montar uma playlist com as músicas do meu texto na ordem em que aparecem para você ir ouvindo enquanto lê; lê, para, reflete, pensa, é assim que quero que você me leia. Raul Seixas, "Quando acabar, o maluco sou eu". Quando você luta pela Causa de Allah, que a maioria aprendeu que é terrorismo, você coloca sua carreira, seu status social e seu conforto na reta; nem que seja para, em consequência disso, se tornar vendedor de carros usados; sem isso, não há entrada no Paraíso da Outra Vida. Ira, "Homem de Neanderthal". Eu compraria um carro usado de Renan Santos; claro, não de olhos fechados, rs.

Marcelo D2, "Febre do Rato". E se eu for chamado de "Pacheco"? Isso é pacheqismo, "Eu te amo, meu Brasil", Dom e Ravel; talvez o maior erro de timing da história da música brasileira; a Ditadura entrava em cuidados paliativos, e os caras afirmam de modo ostensivo seu amor ao Regime, que já não tinha apoio; a carreira desse caras acabou depois dessa; Pacheco, um personagem. Definição do Dicionário Informal, 
 
Dicionário inFormal - Dicionário online de Português, "Pachequismo".

"1. Termo utilizado no Brasil para descrever um patriotismo exagerado e acrítico, muitas vezes associado a um amor incondicional e irracional pela pátria.
2. O termo deriva do personagem Policarpo Quaresma, do livro 'Triste Fim de Policarpo Quaresma' (1915) de Lima Barreto, que é conhecido por seu nacionalismo extremado e ingênuo.
3. Características do pachequismo: Nacionalismo Cego: Uma visão extremamente positiva do país, ignorando ou minimizando seus problemas e defeitos.
4. Idealização: Tendência a idealizar a cultura, história e realizações do país, frequentemente desconsiderando contextos críticos.
5. Rejeição de Críticas: Desprezo ou agressividade em relação a críticas legítimas ou sugestões de melhorias.
6. Exaltação Cultural: Ênfase desproporcional em símbolos nacionais, como a bandeira, o hino e outras representações da identidade nacional.
7. Em resumo, pachequismo se refere a um patriotismo exagerado, onde a paixão pelo país pode ofuscar a capacidade de enxergar suas falhas e desafios de maneira crítica e realista.

Um exemplo; só um exemplo; isso posto, se ele tivesse chamado ela de "Tia Nastácia", até era sustentável; porque, poder-se-ia defender a tese de que o que foi dito para ela teria sido "Seu lugar é na cozinha". 

Gilberto Gil, "Sítio do Pica-pau Amarelo".

 
Sem pachequismos, sem jequices, sem polianismos. "Ser Poliana significa ser uma pessoa excessivamente otimista e ingênua, que busca ver o lado bom das situações a todo custo, inspirada na personagem literária". Sem Ricardonismos, "Melô do Ricardão", Mister Mu e Jards Macalé, não disse nada, só aproveitei o ensejo para estender o raciocínio, como religioso que sou; um catecúmeno. E demonstrar a estrutura argumentativa comum no Brasil, de evocar personagens para descrever comportamentos; embora "Poliana" seja uma menina que chama para si a responsabilidade de manter um clima mais luminoso em uma situação extremamente adversa; o "Jogo do Contente", para não deixar o pessimismo tomar conta.

Deve ser muito ruim para um Advogado, ao menos para os que lutam pelo Direito, apresentar na Tribuna o estado-da-arte da defesa técnica e saber que isso não moverá um milímetro no que o Magistrado já está predisposto a fazer. Republica, "Ready to go". Se alguém me chamar de "Jeca" porque eu sou barretense, Interior de São Paulo, eu não vou processar. É um modo de me chamar de "caipira" e me desqualificar no debate à luz de um preconceito; só que, no profetismo contestatório, se te jogam uma pedra, você devolve uma escultura; e a escultura vai voando para o outro lado. Cacique e Pajé, "Pescador e Catireiro"; eu sou uma pessoa urbana, e aqui vivemos mais próximos do meio rural, "Deus e eu no Sertão", Victor e Léo; aqui cultivamos valores, não toleramos cara forgado, que bolina a garçonete por baixo da mesa, "Prato do Dia", Tião Carreiro e Pardinho; o costume enquanto fonte do Direito. "Si non potes accipere lac bibe", si num guenta bebe leite. Só figurei em um processo judicial na vida, como herdeiro em um inventário. Justiça é ultima ratio, esses processinhos entopem as coronárias do Judiciário.

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