https://noticias.uol.com.br/colunas/carla-araujo/2026/05/21/gilmarpalloza-quer-limpar-estigma-e-tera-como-atracao-nobel-de-economia.htm . Se as próprias pessoas da área limitam-se à postura meramente acusatória e não-combativa, porque ninguém quer sacrificar nada, não espere que a perspectiva "O que diz respeito ao poder não diz respeito a você", "Leis são para pessoas comuns; castas superiores têm suas próprias leis" seja modificada. Engenheiros do Havaí, "Muros e grades"; você não quer correr o risco de um Juiz não gostar de você; não só um Juiz, a classe dos. Se o Brasil fosse um país sério, o que não é, a organização do Gilmarpalooza Lisbon Fórum geraria um incidente diplomático. A suruba aqui é metafórica, "Vira-vira,", Mamonas Assassinas. É abusar da nossa paciência. Por um lado, há gente devota disso para defender isso; por outro lado, gente muito bem paga na defesa disso. Porém, não estamos aqui para debater, e sim para combater. Por uma questão de soberania, o foro não é Lisboa. Mesmo que a contragosto, para efeitos práticos a sociedade aceitou; a Religião Feudal não nos permite ser independentes e soberanos. "Reuniões informais entre a cúpula dos Três Poderes brasileiros e grandes empresários geram debates sobre lobby e parcialidade.". É só olhar os resultados. A questão não é ser um crîlítico do Gilmarpalooza; antes, a questão são os valores que te orientam. A ingenuidade foca no evento-fachada. A inabilidade, nas despesas de viagem de pessoas que bancadas por dinheiro público. Por que não faz este evento aqui? Pelo simbolismo, e porque é imoral e não impessoal. Se esse é o pensamento do Poder Judiciário, imagine o resto. Por que não se materializa o que se faz lá? Saul Goodman estará lá, https://youtube.com/shorts/5FZdA5VSPWI?si=Jpr0r7YYKn-aON1s ,
Zeca Pagodinho, "Casal sem-vergonha".
Eu sou leigo, porém há a questão da territorialidade; não disse nada, só disse que Saul Goodman caminhava com o Juiz em uma via de Lisboa. Saul Goodman representa um cliente com processos na Corte daquele Juiz; mas só falavam sobre a França. https://descubralisboa.com/ruas-de-lisboa/ . Paulo Bragança, "Oiça lá, ó Senhor Vinho", fado é foda; umas tacinhas de vinho do Porto a mais e se pode ter falado algo de impróprio, só isso. Não disse o quê, disse que lá se alinhava, do verbo "alinhavar", muita coisa. Amália Rodrigues, "Lisboa, não sejas francesa". https://youtu.be/9xOs5CsI1fQ?si=iLs5YqWHoCPmoubG . "Pelos frutos conhecereis a árvore"; os frutos do Gilmarpalooza nas decisões judiciais. Latino, "Vaga-lume". O poder se reúne em Portugal para se confraternizar; se isso foi herdado de lá, em teoria não somos mais o que éramos àqueles tempos; a Religião Feudal cumpre o papel de manter estas matrizes de valores a partir destes absolutos de ordem. República, "Ready to Go". Chamem-me quando o Brasil estiver no buraco"; "Wake me UP", Avicii"; até lá, deixe eu dormir. Die Happy, "Sleeping Time".
O maior evento de prostituição institucional da História deste País. Porque é. Cazuza, "Vida fácil". O ecossistema de eventos deixa de existir se não houver o evento-mãe. Rogério Skylab, "Empadinha de camarão"; é, isso é que é grave. Por favor, sem discurso de vestal de zona.
Elis Regina, "Alô, alô, Marciano". Ainda chego lá. "A Estrada", Cidade Negra, é longa até chegar lá. Não sou político e não disputo eleições.
Não sou eu, por isso o turbante branco. https://lrzaine.blogspot.com/2025/08/quem-e-al-mahdi-supertramp-logical-song.html?zx=cd112267ad43ca10 .
Cravo e Canela, "Lá vem o Negão"; ou entra chutando a porta ou nem vai.
Madri é uma cidade mais vibrante; Lisboa é de um pensamento fechado que cultiva o que só faz sentido lá; é só uma afirmação de identidade que não dialoga. Acaba se tornando caricata.
Nenhum comentário:
Postar um comentário