Chave hermenêutica, nesse caso, simbolista.
"E agraciamos Davi com Salomão. Que excelente servo! Eis que foi
contrito!
Um dia, ao entardecer, apresentaram-lhe uns briosos corcéis.
Ele disse: Em verdade, gosto do amor ao bem, com vistas à
menção do meu Senhor. Permaneceu admirando-os, até que (o sol)
se ocultou sob o véu (da noite).
(Então, ordenou): Trazei-os a mim! E se pôs a acariciar-lhes as
patas e os pescoços.
E pusemos à prova Salomão, colocando sobre o seu trono um
corpo sem vida; então, voltou-se contrito."
O que um Rei tem que entender é que ele tem que estar em determinados lugares em determinados momentos, ainda que goste de certas atividades, que até precise dar uma relaxada, mas naquele momento é imperativo categórico kantiano, o inescapável que deriva da razão, que ele esteja armado e atento. Uma conspiração para lhe tomar o poder.
Tirem as crianças da sala.
(Então, ordenou): Trazei-os a mim! E se pôs a acariciar-lhes as
patas e os pescoços.
Interpretação literal, verdadeiro. Dos cavalos para as mulheres.
(Então, ordenou): Trazei-os a mim! E se pôs a acariciar-lhes as
patas e os pescoços.
Chave hermenêutica simbolista, verdadeiro.
Ascetas, "Cântico dos Cânticos" foi incluso no Cânone.
Salto da cerca não é exercício hípico válido, rs.
A interpretação manifesta, zahir, "cavalos"; a interpretação batin, "mulheres". Isso não é difícil, basta que você tenha o conhecimento sobre Salomão e sobre aquela cultura, naquela cultura é elogioso chamar uma mulher de "égua"; Salomão gostava da coisa. Há versículos literais e alegóricos, não se tem que procurar chifre na cabeça de cavalo. Nada de místico na questão. O cavalo literal e o cavalo enquanto símbolo. Cavalos gostam que se lhes acaricie os pescoços e as patas; as cavalas também, rs.
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