Um Colegiado de Cardeais em uma decisão eminentemente política. https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/entenda-como-funciona-o-conclave-que-escolhe-o-novo-papa-da-igreja-catolica/ . A lei não veda, mas a tradição veda.
Se o Conclave fosse no Rio de Janeiro, teria o caráter de uma reunião de classe; este é um problema não só do Rio de Janeiro, mas do Brasil, o poder é uma classe; é por isso que você vê esta promiscuidade.
O que falta para Hassan Rohani ser um Aiatolá?
Da IA do Google, "Para se tornar um Aiatolá (que significa "Sinal de Deus") no Irã, o indivíduo deve ser um clérigo xiita de alto escalão, reconhecido por sua vasta erudição, conhecimento profundo da teologia islâmica, jurisprudência (fiqh) e filosofia.
. Não é um cargo nomeado por decreto imediato, mas um título concedido com base no reconhecimento da autoridade intelectual por outros estudiosos e pela comunidade religiosa.
Requisitos e Caminho para se tornar um Aiatolá:
Educação Religiosa Intensiva: É necessário estudar por décadas em seminários islâmicos (Hawza), sendo o mais proeminente o de Qom, no Irã.
Reconhecimento de Pares: O título é concedido quando outros clérigos de alto nível reconhecem que o indivíduo atingiu o nível de conhecimento necessário.
Reconhecimento como Marja' (Opcional, mas comum): Aiatolás de nível superior (Aiatolá-Al-Uzma ou "Grande Aiatolá") tornam-se Marja' al-taqlid ("Fonte de Emulação"), cujos ensinamentos e opiniões jurídicas (fatwas) são seguidos por fiéis.
Revolução de 1979: A Constituição da República Islâmica do Irã exige que o líder supremo seja um clérigo de alto nível, muitas vezes com experiência direta na política teocrática instituída após a revolução.
Aiatolá vs. Líder Supremo (Cargo Político-Religioso):
Embora muitos aiatolás existam no Irã, o cargo de Líder Supremo (a autoridade máxima do país) é restrito a um clérigo de nível de aiatolá que é eleito pela Assembleia dos Peritos.
Seleção pela Assembleia dos Peritos: Os membros desta assembleia, que são clérigos votados, escolhem o Líder Supremo.
Avaliação do Conselho dos Guardiães: Candidatos à Assembleia dos Peritos, que elege o líder, passam por uma rigorosa avaliação do Conselho dos Guardiães, um órgão de 12 membros.
Competência e Fidelidade: O escolhido deve demonstrar não apenas conhecimento religioso, mas também capacidade política para liderar o país, comandar as forças armadas e definir diretrizes da política externa.
“É atribuído aos estudiosos que alcançam um dos mais altos níveis de autoridade em conhecimento islâmico”, explica a antropóloga Francirosy Campos Barbosa, professora na Universidade de São Paulo e autora de, entre outros livros, Islã: Entre Arabescos, Luas e Tâmaras.
“São os estudiosos que alcançam o nível máximo de estudo”, define o orientador religioso e tradutor Nasser Khazraji, diretor do Centro Islâmico no Brasil – Arresala.
“Para os xiitas, eles são o extrato mais sábio, nutrem de uma sabedoria em torno do Alcorão, das leis de Deus a partir do ponto de vista islâmico”, pontua o cientista político Paulo Nicolli Ramirez, professor na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. “Na concepção xiita, são eles quem detêm as diretrizes do governo e como deve ser elaborada a Constituição.”
A palavra vem da expressão árabe āyat Allāh, que significa “sinal de Deus”. Segundo Barbosa, recebem essa designação os “especialistas altamente qualificados na sharia”.
Sharia é o sistema de lei islâmica, que se baseia tanto no Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, como nos hádices, que são os relatos de vida do profeta fundador da religião, Maomé (c, 570-632), e na suna, o conjunto de ensinamentos e práticas deixados por ele.
Os aiatolás são, portanto, reconhecidos pelo “domínio profundo do Alcorão, dos ditos e ensinamentos do profeta e da jurisprudência ja’farita, a escola jurídica predominante no xiismo”, pontua a professora.
Barbosa contextualiza que, embora o prestígio, a relevância e a atuação desses grandes estudiosos remonte aos primeiros tempos do islã, o uso do título aiatolá se consolidou a partir do século 19. “A denominação se firmou especialmente no Irã e no Iraque, regiões que se tornaram importantes centros históricos, religiosos e acadêmicos do xiismo”, diz.
Segundo Khazraji, os aiatolás começaram a “liderar a nação islâmica” a partir do século 8º, depois da morte do décimo-segundo sucessor do profeta Maomé. “Foi quando surgiram esses grandes estudiosos dentro do islã xiita”, esclarece ele. “De lá para cá, a nação foi sendo agraciada com milhares de estudiosos.”
O especialista calcula que hoje existam centenas de aiatolás. A maior parte deles está concentrada no Iraque e no Irã, mas também há em outros países do Oriente Médio, como o Líbano. Contudo, o aiatolá é o chefe de Estado apenas no Irã — em outros países com populações xiitas significativas, eles exercem forte influência religiosa e sociais mas não detêm o comando do poder político.
“São líderes religiosos dos muçulmanos. Lideram a nação em várias questões: religiosas, sociais, políticas”, explica Khazraji. Ele conta que o aiatolá é o responsável pelo fiel, orientando-o no que precisar.
E há pequenas diferenças entre eles. Cada muçulmano escolhe um para seguir. Alguns se dedicam mais a aspectos sociais, outros mais a temas religiosos. “Em um contexto geral, todos são muito bem informados sobre o que um muçulmano necessita para a sua vida”, diz.
“Eles são a fonte do saber e do manual do muçulmano. Assim, cada muçulmano escolhe quem ele segue, para obedecer aos pareceres religiosos do seu dia a dia com base nas opiniões dele”, conta Khazraji. Para alguns, por exemplo, há impedimento em ingerir frutos do mar. Outros não veem problema nisso.
“Existem diferentes opiniões, pequenas diferenças entre seus pareceres a partir do que interpretam (dos textos sagrados), mas de maneira geral todos têm a mesma base, a mesma estrutura, concordam na grande maioria das coisas”, comenta Khazraji.
Não há uma nomeação formal ou uma cerimônia própria em que alguém recebe o título de aiatolá. A designação, conta Francirosy Campos Barbosa, “resulta de um longo processo de formação intelectual e reconhecimento religioso”.
Segundo ela, para alguém se tornar um aiatolá são necessários “muitos anos, décadas de estudos em seminários islâmicos, chamados de hawza, como os de Qom, no Irã, e Najaf, no Iraque”.
“Qualquer pessoa pode seguir a jornada dos estudos religiosos”, afirma Khazraji. “São várias disciplinas que devem ser adquiridas.”
“Quando ele chega a um nível muito alto de conhecimento, ele pode extrair as regras religiosas por si só”, explica Khazraji.
São estudos dos textos sagrados do Alcorão, da jurisprudência islâmica e de teologia. E também de ética e filosofia, a partir do ponto de vista islâmico. Khazraji acrescenta que o postulante a aiatolá precisa também estudar história, língua árabe, “dezenas de ciências, das sociais às espirituais”.
“Consequentemente, se tornam amplos conhecedores da jurisprudência teocrática religiosa do islã”, completa Ramirez.
O cientista político explica que, como eles são “os grandes estudiosos” dos textos sagrados, a sociedade xiita automaticamente lhes confere “uma posição de destaque”.
“Além disso, o candidato precisa demonstrar capacidade de interpretação independente, produzindo textos e análises próprias sobre a lei e a doutrina islâmica”, acrescenta a professora Barbosa. “O reconhecimento como aiatolá ocorre quando outros estudiosos e a própria comunidade religiosa passam a aceitar sua autoridade intelectual.”
Não necessariamente, portanto, eles detêm o poder. “A Revolução Iraniana fez esta junção entre religião e política mais claramente”, contextualiza Barbosa.
Ocorrido em 1979, esse movimento político transformou o Irã de monarquia autocrática — alinhada ao Ocidente — em uma república islâmica teocrática. Foi a gênese do formato em que o poder passou a ser ocupado por um aiatolá. O primeiro foi Ruholah Musavi Khomeini (1902-1989), sucedido por Ali Hosseini Khamenei (1939-2026) — executado no último sábado.
Khamenei nasceu em uma família de clérigos xiitas e começou seus estudos religiosos ainda na infância. Ele estudou no famoso Seminário de Qom. Era reconhecido como marja’.
No Irã pós-1979, além do chefe de Estado ser um aiatolá, há um grupo de seus pares no entorno, atuando como conselheiros, como explica o cientista político Ramirez.
“São líderes políticos e religiosos, porque nessa concepção de mundo a teologia islâmica se confunde com a organização política”, explica ele. As informações são da BBC News.". https://www.osul.com.br/quem-sao-os-aiatolas-que-governam-o-ira-desde-1979/amp/ .
Ô escribaiada, agora vocês começam a entender um dos principais pontos por que Al-Mahdi retornará. "Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Senhor do Céu e da Terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos.". Quando as coisas de Deus deixam de ser como são as coisas de Deus e se tornam como as coisas do mundo. Hassan Rohani não é um Aiatolá porque após deixar a Presidência do Irã em 2021, foi marginalizado pela linha-dura; há uma hierarquia clerical que termina em um Colegiado, e esta alta hierarquia clerical considerou que não deveria admitir Hassan Rohani entre eles, não porque lhe faltem qualificações e predicados, e sim por ter um perfil de transitar entre diferentes linhas de pensamento, e eles não gostam disso, você tem que ser totalmente submisso a eles; há uma complexa rede de poderes rivais; você acha isso normal? No mundo, é, nas coisas de Deus, não. É um grupo de poder, só isso, é onde começa a lepra; Die Happy, "Câncer"; vocês acham que este Colegiado representa divindade? Quem vocês pensam que são, uma representação na Terra de um céu politeísta? O indivíduo pode ter todas as credenciais acadêmicas e ser um péssimo líder, como vimos. Matanza, "Clube dos Canalhas". Lembrando que Jesus formou um líder em 3 anos e meio de dedicação integral; lembrando que Pedro era considerado um homem iletrado; porque este homem considerado iletrado aprende a partir dos elementos mais essenciais e estruturais, não se perdendo em elaborações etéreas, elucubrativas e especulativas, porque "Quanto menos compreenderem, mais admirarão", e é capaz de ensinar até para a pessoa mais simples, com quem os eruditos em geral não têm capacidade de falar. Digamos que um bacharelado por educação difusa com o Mestre Jesus. Este líder sabia tudo? Nem de longe; sabia o que precisava saber para começar. A Al-Mahdi basta corresponder a um critério, a herança de si mesmo de Imam Mohammad Ibn Al-Hassan (A.S.). Os caras não estudam para aprender e aplicar, os caras estudam para competirem entre si com base em títulos e qualificações acadêmicas e pela vaidade de ser o que sabe mais, é onde o muito estudar é enfado da carne, "E, demais disto, filho meu, atenta: não há limite para fazer muitos livros, e muito estudo é enfado da carne. De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.".
"Na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e os fariseus. Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem. Atam fardos pesados [e difíceis de carregar] e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los.". Se eu começar agora, aos 44, eu chego lá aos 60. Khamenei não era Aiatolá em 1989, isso estabelece um precedente jurisprudencial. Gerontocracia tecnocrática eminentemente política; lembrando que outro morreu em lugar de Jesus; Deus Proveu. Raul Seixas, "Judas". Não faz sentido, e Jesus já disse isso, um sistema extremamente complexo de justiça exterior que regula em detalhes cada aspecto da vida; é isso que o cara tem que conhecer? Parece que sim. O que está escrito é isso aqui, ó, "Se vossa justiça não exceder EM MUITO a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no Reino dos Céus". É um sistema sumário, mas vou falar. Parem de falsear julgamentos para que haja aparência de justiça; quem se guia por aparências e resultados é o vulgo. A Religião de Deus não é religião de vulgo, é religião de gente instruída e esclarecida, e massas instruídas e esclarecidas são uma transformação e tanto nestas sociedades. Até porque se vossa justiça não exceder EM MUITO a dos Escribas e Fariseus, JAMAIS entrareis no Reino dos Céus. Parem de aplicar penas DESPROPORCIONAIS ao delito. Por que não mataram Ali por lutar contra Allah e Seu Mensageiro? Tiveram que, à luz de distorções, qualificá-lo como mau califa para que um Kawarij VASSALO DO PODER o matasse? O que certas pessoas fazem é tão grave que vocês não pegam pelo que fazem, e sim por um delito que MATERIALIZA toda uma miríade de acusações. Muito justos vocês. Obedece isso, faz o que te disseram. Deus Não Encaminha o povo dos injustos. Há perseguição no Irã sim.
Um dos elementos mais destacados no ministério de Jesus é o conflito com religiosos; não era para ser desse jeito hoje. Eu me refiro aos religiosos iranianos em termos semellhantes aos que Jesus se referiu aos religiosos da época dele, olha o pronome relativo "que", "em termos semelhantes aos quais Jesus utilizou ao se referir", olha como o texto se torna mais fluido.
Olha o que Jesus dizia, "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia!"; olhe só para os últimos dois meses. Se para vocês o Brahma Muçulmano é Allah, tudo bem, no Dia do Juízo a gente vê quem foi que errou; o Islã então consiste no Brahmanismo e no Veda árabes. Brahmanismo e Veda é um pouco para lá no mapa. Conclave é um pouco para cá no mapa. Eu queria ver o arrependimento de pelo menos um deles, "Eu pensava que era isso e que isso estava certo; eu silenciei ao longo de toda a minha vida a inquietação de perceber que não era bem assim, eu sempre escolhi fidelidade a este modelo, achava que a virtude estava nisso, que qualquer coisa que eu pensasse diferente disso era ego; agora, minha vida já não tem uma perspectiva grande de tempo"; se você não pode voltar atrás e fazer um novo começo, comece agora e faça um novo fim. "Vossos velhos terão sonhos". O fardo é leve e o jugo é suave, assim sobra energia para combater. Comecei a ler a Palavra de Deus sem ser pelo que te disseram da Palavra de Deus, e sim pela Palavra de Deus em si. Isso abre os olhos, não torne a fechá-los. Estavas descuidado a respeito disso.
Ótimo, a guerra contra o tal Ocidente Coletivo está aí; cadê a Rússia e a China? Cuidando cada uma de seus pŕoprios interesses.
"Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.".
Roda dos escarnecedores, onde o conselho dos ímpios traça o caminho dos pecadores. Pecadora digna de morte é a mulher que usa o véu de modo incorreto, não quem faz os piores rolos; nada de novo, é o coar o mosquito e engolir o camelo. Se não for para trilhar o rumo certo, a Revolução cair pode ser um mal menor. Allah Não Encaminha o povo dos injustos. https://youtu.be/vbNV-fClEq4?si=KH10zuHwFrCjGgHw . A Queda.
O Conselho de Guardiães desqualifica por não serem suficientemente fariseus. Os fariseus acreditavam na obediência rigorosa a leis e a tradições; eram zelosos; então porque Jesus os confrontou de modo frontal? Porque era uma perspectiva materialista da fé, e Deus É Espírito, de onde vêm os elementos imateriais da fé, Misericórdia, Justiça e Fé. A fé sem essência é um corpo sem vida. Materializar, para as pessoas verem; é isso o que avaliam. Critérios objetivos para se autoqualificaram como melhores que os outros. E acreditava-se que o certo era isso, como muita gente hoje acredita. Fariseus, paradigma de hipocrisia religiosa; você se surpreenderá quando, no Dia do Juízo, muitos destes Santíssimos Homens de Deus forem destinados a habitar o ínfimo piso do Inferno, onde habitarão os hipócritas.

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