Ser dono é ser última instância decisória; é ser o que assume o risco; o último responsável pelo todo. Donald Trump estabeleceu que em The Trump Organization, qualquer um pode contatá-lo para relatar um problema; o que ele dirá é "Você tem 3 minutos"; você tem duas laudas, relate de modo sintético. Por isso, muitos problemas se acumulam, se avolumam e nao são resolvidos, e quando você se dá conta, é o caos. Essa política de "Se você me traz um problema, o problema passa a ser você", não dá autonomia para que as pessoas possam resolver no limite de prerrogativas delas e empodera demais o Administrador, que cria um espaço de poder particular para gozar com o pau dos outros, ou empreender com CNPJ alheio. Não se muda cultura sem mudar pessoas; teremos que demitir o dono então, rs. João Carreiro e Capataz, "Tá bagunçado, mas tem Gerência", o controle gerencial na Unidade gerenciada não é hermético nem absoluto. Não se demite o dono, você se demite.
Bruno e Barretto, "Gerente da Sicredi". Enquanto correm do problema, você corre para o problema. "O bom camarada está onde o problema está". Ney Matogrosso, "Homem com H"; Nem corre nem fica, enfrenta.
Da Gestão Serm Lacunas, do Abastecimento e Refino da Petrobrás, com acento agudo no "ás".
"Canalize sua energia para o construtivo, o antecipativo e o preventivo. Evite desperdiçar energia e talento em diagnósticos após o fato. Saia das causas aparentes. Vá sempre à causa das causas. Planejar não é correção. É antecipação.
Esse princípio visa a trabalhar a cultura da falta de iniciativa que prevalece em muitas partes da organização, gerando grande número de lacunas. Falta de iniciativa em resolver as coisas. Muitas críticas, muitos diagnósticos, muitas conversas, mas pouca ação para solução das coisas pela raiz, de forma persistente, até o fim.
É não ficar em 'compasso de espera', aguardando que 'alguém' tome as iniciativas necessárias, dependendo da ordem de superiores.
É também o princípio que visa a transformar a energia dos 'críticos de carteirinha' em pessoas que trabalham para resolver as coisas pensando na organização, nos clientes e na própria sociedade, sem esperar reconhecimento, sem querer receber os louros. Em pessoas desprendidas, que evitam julgar os outros e concentram toda a sua energia no construir soluções em vez de desperdiçar tempo e talento buscando culpados, apontando dedos etc. e buscando ser o 'salvador da pátria' - em tese - em tudo. Explicar as coisas depois que o problema ocorreu é muito fácil. O difícil, o desafio, está em evitar que os problemas ocorram em primeiro lugar. O difícil é ter maestria e ser um profissional no preventivo, no
antecipativo. Esse princípio pressupõe a existência de profissionais nesta área do preventivo, no proteger o sistema, tudo que se faz contra problemas, imprevistos, surpresas, vulnerabilidades...
Conseguir chegar às causas das causas nesse processo de busca do preventivo e do antecipativo em tudo exige competências aguçadas em várias áreas essenciais:
(a) competências refinadas em resolução de problemas e conflitos, capacidade de ver o todo do iceberg e não apenas a sua ponta;
(b) capacidade de agir rapidamente, sem deixar lacunas por demora em agir;
(c) capacidade de 'fuçar', pesquisar, ir atrás das coisas com enorme persistência - até ficar genuinamente satisfeito;
(d) capacidade de fazer as soluções efetivamente acontecerem. Ter pensado a respeito não ajuda. Esse princípio pressupõe fazer o problema desaparecer. Significa executar/implantar soluções com sucesso;
(e) competência sistêmica. Soluções pontuais/ fragmentárias às vezes são necessárias. Porém, na maior parte das vezes, soluções que são as mais eficazes, aquelas que resolvem, são de caráter sistêmico, em que o todo é resolvido. 'Pró-soluções' pressupõe soluções que cheguem ao âmago do todo. 'Pró-soluções' também quer dizer soluções criativas e definitivas e não 'soluções quebra-galho", do simples 'dar um jeitinho', rapidinho, na "cultura do instantâneo".
Algumas soluções necessárias serão duras, difíceis. Serão desgastantes, demoradas e poderão exigir muita persistência, muita dedicação e muita 'chatice' com muita gente. Algumas soluções necessárias exigirão decisões complexas na área humana. Deixar de fazê-las gera muitas lacunas. Há, ainda as pseudo-soluções, que
multiplicam as lacunas existentes: acha-se que eliminou-se uma mas, na realidade, criaram-se outras.".
Seja sempre pró-soluções.
Die Happy, "Big, big trouble". As pessoas têm medo de falar, suas reações são irracionais e imprevisíveis, preferem não arriscar o emprego ou o cargo., porque o Sr. é um totem. Tião Carreiro e Pardinho, "Empreitada perigosa". Sem totens e sem tabus.

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