Os Estados Unidos são uma plutocracia legitimada pelo voto; são ou não são? A realidade efetiva é que são; o dinheiro é o poder. Então desenvolvem um modelo de Igreja a partir deste poder. Janis Joplin, "Mercedes-Benz". Aí surge o Gospel, o pop evangélico; o povo não vive sem ídolos, então você só substitui os ídolos "do mal" pelos ídolos "do bem", como se existissem ídolos do bem. O Gospel é o pop evangélico; pessoas que se pensam superiores e pensam pessoas a quem consideram inferiores; estabelecido o imperativo categórico, o vulgo, que é a maioria, por isso no fim das contas tudo é vulgo, se guia por aparências e resultados. O pop vive de hype, o hype passa, vem outro hype, é de onde vem a denominação "pop", uma onomatopéia. "Popular" porque é para o vulgo, diferente de "Pop art", que democratiza, The Dandy Warhols, "Bohemian like you". O pop te quer "idios", "o mesmo", raiz da palavra "idiota", "idios", "o mesmo", o indivíduo-massa do pop. Pop é fermento dos fariseus, "Acautelai-vos do fermento dos fariseus", crescimento rápido e acelerado da massa, porém sem essência, a Igreja que parece aqueles pastéis, só tem vento e carne, rs. Acautelai-vos do Gospel. Green Day, "American Idiot". Legião Urbana, "Mais do mesmo".
Essa é a sua opinião.
Você é uma esferinha dentro de uma esfera maior, que só vê o mundo exterior pela única janela da esfera maior. Uma esfera, com uma tela maior diante dela à direita, acompanhada de várias telinhas menores de variados tamanhos. O poder da comunicação de massa está na idolatria. Planet Hemp,"Contexto".
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