Buscando na cultura, no legado cultural, a estruturação da musa. Tom Jobim, "Gabriela", ela é como uma criança; símplice como as pombas, prudente como as serpentes. Ela tem uma personalidade de retaliar traição com traição, "Resta in ascolto", Laura Pausini. Ele foi para amarrar a segunda, e quando ele fez isso, desfez o laço do noivado; ela foi no samba e ficou com um cara lá. "Angra dos Reis", Legião Urbana. "Por una cabeza", Carlos Gardel. Os termos dela são "Uma esposa só", ela não pode ser obrigada. "Eu levei o chifre que eu dei". E ela chifrou porque eu chifrei, é por isso que o unicórnio tem um chifre; se você chifrar ele, a unicórnia pega para ela. É por isso que o chifre da unicórnia quebra quando ela chifra. É foda para o homem, ele passou pelo tao de dolorosa autoanálise e colocou a possibilidade de se casar com você acima da cultura do homem; Ataíde e Alexandre, "Um novo cara". "Água de beber", Tom Jobim. Nisso os dois sofreram, e o amor não provoca dor ou sofrimentos desnecessários. Quando eu te traí? Aprendi uma coisa com o Vingador, chifre sem lastro é uma vez na vida. Não é perdoável, porque em uma cultura que libera o homem para esculachar o homem que move a pedra branca da fidelidade alemã ou é valorizado ou não é. Assim conservo meu valor, porque o antigo valor não está morto no coração dos italianos. "Rimpiangerai cose di noi che hai perso per sempre, ormai".
"(...) Eles, passarão; eu, passarinho". "Eles", "3.ª do plural", Engenheiros do Havaí; um coletivo de aves de rapina, do coletivo ao indivíduo, por isso "Eles, passarão".
Eu, passarinho.
O passarinho verde que você anda a ver. Marília Mendonça, "A Flor e o Beija-flor".Quem escreveu estes versos? Conheces Mário?


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