domingo, 6 de fevereiro de 2022
A personificação da Natureza. Perceba que não falei de Satanás.
Por que Deus Não Vedou ou bloqueou a possibilidade da negação da verdade e da distorção da verdade? Porque cada ser tem orientação suficiente. Deus, ao longo da Existência de Deus, que conheceremos na Eternidade; nesse assunto, cabe a nós o sermos como uma criança, Jamais Precisou de quem estabelecesse limites e caminhos para Deus. Autossuficiente, Autosubsistente.
O modelo não é o macho do animal.
O homem não é divindade e o homem não é absoluto. Se começar por aí, começamos bem. Perceba sempre haver esse componente da mulher que ocupa o lugar de poder masculino depreendido do macho do animal. Caetano Veloso, "Você é linda".
Até porque não tenho seguidores. Faço questão de manter meu carisma em zero. Liberdade para falar e exigir um pouco mais de inteligência de quem vigia e pune delitos de linguagem. Dizer que Caetano Veloso é só significa "encontrar, eliminar e destruir" na cabeça de vocês.
O muso de ontem. Caetano Veloso, "Menino do Rio". Que hoje é o "esgoto exposto do Leblon"; o muso de hoje é o "garoto de fretes do Trianon". Garotos, não que sejam menores. Homens que são mães para esses garotos. O jogo de poder em que o macho mais novo vence na cama e é vencido fora da cama. A androginia platônica. Transar com mulheres e homens de uma perspectiva hedonística. A liberdade que ele tem para falar é a liberdade que eu tenho para falar. A arquetipia grega. Pepeu Gomes, "Masculino e feminino". Caetano Veloso é um efeminado. Tenho a liberdade de não segui-lo e recomendar que não seja totem. Um pouco mais de inteligência. Caetano Veloso, "Fora da ordem". Civilização se opõe a estado-de-natureza. A natureza é que é essa "natureza humana" de que falam. Não sou belo e não sou inculto, e pouco tolerante a homens mais velhos de casta superior que fazem este jogo. Esta postura os excita.
Dicotomia simples; esse pessoal rompe com Deus e nós cremos em Deus; portanto, somos os acesos e eles, os apagados. "Não; vocês são a obscuridade da negação do mais elementar que professam e produzem escuridão; nós é que somos os acesos e vocês, os apagados". "Necessário vos é nascer de novo".
O homem não é Deus. O homem não representa Deus agindo com prerrogativas de divindade. Este é o princípio mais básico, o não haver divindade fora de Deus e o haver Um Só Deus. Die Happy, "Adam's eyes". "Isso é o que é para buscar, não atingir". Então este princípio é nominal e começa a hipocrisia. O princípio do não haver divindade fora de Deus e haver Um Só Deus é efetivo, o que os leva a divergir dos da mesma classe, dos do mesmo povo que conservam princípios diferentes destes. Então a religião se torna ritos, práticas, elementos identitários e sociológicos e mistério do que possibilita a convivência social. O absoluto é a classe.
O Renascimento, o êxodo para o lado errado.
Esta é a gênese deste conflito. A ruptura não é com Deus; é com um modelo de Deus e de religião. O homem "derruba" Deus e se coloca no lugar de Deus, restaurando o modelo grego e romano de pensamento, o que na arte constitui o neoclássico. Este é o erro. "Entrará; e sairá. E achará pastagem". Este modelo de Deus com o qual se rompe é a caverna. Entrar para fora da caverna. Sair da caverna. Encontrar pastagem. Não é pelo antropocentrismo que achareis pastagem, e sim pela Verdade de Deus. "Faça o que dizem, porém não do jeito que fazem". Sair de uma caverna para entrar em outra caverna; isso não é liberdade.
Palavra de Deus. "Não terás outros deuses diante de Mim".
"O Senhor teu Deus temerás e a ele servirás, e pelo seu nome jurarás.
Não seguireis outros deuses, os deuses dos povos que houver ao redor de vós". "Fora ficam os cães, os que praticam feitiçaria, os que cometem imoralidades sexuais, os assassinos, os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira.". Acontece que a mentira é arma de guerra para o poder que os define, e aqui está o centro da questão. O propósito específico de desacreditar, desestimular, agenciar em sentido contrário, denegrir, difamar.
Não seguireis outros deuses, os deuses dos povos que houver ao redor de vós". "Fora ficam os cães, os que praticam feitiçaria, os que cometem imoralidades sexuais, os assassinos, os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira.". Acontece que a mentira é arma de guerra para o poder que os define, e aqui está o centro da questão. O propósito específico de desacreditar, desestimular, agenciar em sentido contrário, denegrir, difamar.
Vacinas. Se eu tivesse filhos, estariam vacinados. Vamos começar do começo.
O vírus pode matar o ser humano; há quem cultue o vírus porque o vírus pode matar o ser humano. Vacinar contra o vírus é enfrentar o vírus, que alguns colocam na posição de divindade. Essas conversões religiosas caracterizam estes movimentos. "Então você está do lado da religião científica?". Não. A ciência não é e não será fonte de toda a verdade; não tem e não terá todas as respostas. A questão é procurar a verdade e a razão nas coisas. Cultores do vírus, diretos e indiretos, têm que ser chamados a rever posições ou sair de igrejas. Quem faz?
Os homens que têm as próprias leis. Quando o Ocidente começa com estas coisas...
Vladmir Putin era da KGB. Um 007 que lembra Vladmir Putin. Arnaldo Jabor chama isso de "surto de veadagem coletiva".
sábado, 5 de fevereiro de 2022
Um olho no peixe; um olho no gato.
Faça todas as vontades do seu felino e assim você agrada o Deus Gato.
O que podemos afirmar é que o Pé-de-Pano esteve lá sapeando.
"30% pelo que não tem preço". Então era crime.
A estrutura da Guerra Fria.
Porque a Guerra Fria não foi vencida. Os EUA sobreviveram, porém não dominaram o mundo na condição de império global, que era a disputa da Guerra Fria. Hitler perdeu a semifinal.
Dá para afirmar com certeza que Putin e Xi Jinpingsão divindades. Nos EUA, ontem era um deles; agora é um funcionário deles nas decisões mais importantes.
E que a calamidade é o fogo. Esta é a estrutura da divisão nesses tempos. O espelho do Inferno. Aliados agora; inimigos depois.
Enya, "Tempus vernum"
Os humanos se dividirão entre os que crêem e o Governo da Morte e o Inferno o seguia. Que tem duas faces antagônicas e conflitantes entre si. Portanto, a questão não é ter lado nesta divisão. É transcender essa divisão e combater essa divisão que se alia contra um inimigo comum. Dois eixos do Eixo. A China está errada segundo o Grande Timoneiro. Guerra por procuração Ocidente-Oriente.
Insulta o soldado, efetiva a política do Governo da Morte e o Inferno o seguia e esculacha a disciplina militar.
Começa com a Justiça passando a mão na cabeça em nome da ordem social do absoluto dos costumes da nobreza européia. Europe, "The final countdown".
Manda o Pazuello para lá.
Pazuello efetivou a política do Governo da Morte e o Inferno o seguia, que o outro lado efetivou de modo difuso.
Os russos que moram nestes lugares querem que tudo se torne província russa?
Os que quiserem, que morem na Rússia, não tem porque ter medo de deixar sua terra pela terra do seu povo.
Topicalização.
A musa; ela é fundamental. As não-musas que me perdoem. As muito feias nada têm de feminino.
A lógica é oferecer os amazonenses pelos pecados dos povos superiores. Tião Carreiro, "Travessia do Araguaia". Quem morreu foi o Cristo.
O povo oferecido em sacrifício. O povo do clima e do solo inimigo do povo de nosso clima e nosso solo. Não é porque produz arroz que têm privilégios no arroz. Agora, retirar deste bloco o que não é Stálin.
O General dele é o Pazuello. A fome na União Soviética. Os nomes dos que morreram por defender a Eucaeistia na União Soviética. O arroz é por pessoa e o arroz da Ucrânia é o arroz na quantidade que é para qualquer soviético. A Rússia está no plano da divindade para os demais soviéticos. A violência nos tornou soviéticos. Cuba é o melhor satélite. A lua que domina a Terra em nome do Sol. O Brasil Juchê.
A redenção do boi preto mal liderado. Tião Carreiro e Pardinho, "Boi Soberano". O boi preto seguia sob obediência absoluta. "Nosso soldado é músculos e coração". Melhor ser amigo de César que César.
Que o Nepal acolha os pedófilos. Gramáticas admissíveis de Português Brasileiro. O português usual e o português gramatical.
Se sua pátria é a Língua Portuguesa, sua língua é Portugal. Sua pátria é sua língua? Porque não pode diferenciar do que se faz lá, senão haverá competição um aceso-um apagado e o Brasil dominará a Europa e a transformará em matriz de valores do Império Assírio Brasileiro. "Make Assíria Great Again". Quando Roma incorporou a guerra assíria. Lavínia não era assíria. Enéas e a assíria. A cartaginesa que renuncia e luta por Roma. O que faz de Enéas um militar romano, a vara reta que desqualifica disputa de poder em Roma. Então matam Enéas e Dido. Demora. Roma cai.
A Rússia é top of mind quando o assunto é corrupção. O que os oligarcas enxergam são territórios e mercados nas Repúblicas Soviéticas.
Graças a Deus essa porra, da qual a queda foi a primeira revolução, não existe mais.
Estes homens são deusinhos em aprendizado, vistos pelo vulgo como de uma natureza superior à humana. A religião nestes lugares é matriz de valores. Deusinhos que são, têm poder sobre a vida e a morte. Acontece que não há divindade fora de Deus
A mística, a magia, a mistificação; o culto disfarçado de não-culto, como se houvesse uma divindade maior e escalões de divindade nos céus e na Terra. Até os humanos que não são divindades. Tudo errado.
O poder incrédulo representa a divindade, e é na relação com este poder que se manifestam as virtudes que agradam ao Deus Ao Qual Não Se Vê.
Quando vocês percebem, o caráter deste poder os define. O poder é desobrigado de crer, e religiosos se prostituem com ele porque o poder faz pela religião. É o que acontece entre os ortodoxos russos. É ou não é? É, mas não se pode dizer que é porque isso atinge a imagem destes religiosos, de quem os templos se tornam a casa da hipocrisia. Acontece na Arábia Saudita, o fundamentoda Casa de Saud. É ou não é?
Por que a homossexualidade é comum nesta geração?
O fenômeno; a homossexualidade ser comum nesta geração. É ou não é? É. Então, a homossexualidade é comum nesta geração, esta é a constatação ao observarmos a realidade. E o que eu disse além de que a homossexualidade é comum nesta geração. O preconceito é seu, não meu, porque, por falar tendo a religião como perspectiva você atribui ao que eu disse significados que o que eu disse não têm. A homossexualidade é comum nesta geração, sei que fornecer um ponto desorienta você, que completa com preconceito e violência; e depois quer dizer que o preconceito é meu quando é seu; isto se chama transferência de culpa. A homossexualidade é comum nesta geração. Há biscates? Há; o que não significa definir a mulher pelas biscates. É preciso um pouco mais de inteligência. O princípio da felicidade é não discutir com pessoas que escolhem ou tributam a ininteligência, e não brigar por causa de biscate. A homossexualidade é comum nesta geração. Cuiabano Lima, "Aô, cambada de".
Isto não é uma repreensão de Jesus; é uma constatação.
De que os filhos das trevas são mais hábeis que os filhos da luz na sua geração. "Símplices como as pombas, prudentes como as cobras". Por isso nos mantêm acriançados, o que é diferente de ser como uma criança. Atados a fardos pesados, difíceis de carregar. É preciso retirar este caráter expiatório do sofrimento e da dificuldade que em determinados momentos o combate nos traz. Cidade Negra, "O erê".
"Bobo é ovo, o qual não para em pé"
"Então você está acusando?". Não. A casa estava à venda? Não. Foi efetivada proposta? Não. Foi feito um movimento? Sim, porém este movimento não é crime. O que podemos transformar em desconto na compra e depois em lucro na venda? Esse pessoal fareja dinheiro. É melhor silenciar e abrir o olho. "Do que você está falando?". Nada. Falcão, "Vida de corno".
O ignorante acusa você. Distorção da virtude; obediência no contexto da idolatria e obediência no contexto da ortolatria. Idolatria, ortolatria. Obediência idólatra e obediência ortolátrica
A autoridade é um princípio instituído por Deus. Jamais a autoridade é divindade ou representa a divindade; porque se representa a divindade, age com prerrogativas de divindade. A autoridade tem requisitos, precisa ter lastro, se conduzir conforme a forma fixada e a lei é para a autoridade também, havendo pontos de equidade. Assim começa a responsabilidade do Iman que exerce o poder em uma teocracia muçulmana, porque ele é uma pessoa. Se for uma pessoa vocês não o respeitam?
O que nos ensinam é que tudo o que difere do que o poder estabelece é "ego", é "eu" e decorre de insubmissão e rebeldia. Então obedecer ao poder é o absoluto; e obedecendo ao que se vê é que se agrada Ao Que Não Se Vê. O caminho é a idolatria então.
Alcorão, 30.41. "A corrupção surgiu na terra e no mar por causa do que as mãos dos humanos lucraram. E (Allah) os fará sentir o gosto do que cometeram. Quiçá assim se abstenham disso.". Temos que nos posicionar de modo claro sobre estas coisas. Quer dizer que, se o poder manda, é legítimo?
A Teocracia Muçulmana é onde o Alcorão é o poder, e um Iman exerce o poder. Algumas coisas que vemos em nossa sociedade seriam vetadas, como por exemplo o uso de técnicas de condicionamento e direcionamento psicológicos em propaganda e venda.
Tudo começa na ancoragem psicológica. Porque isso reflete a natureza, e o ser humano que se define pela natureza pode negar ou corromper o que é, ser humano alentado com o Espírito de Deus. Faça isso e seja tachado de esquerdista e culpado por todos os males do comunismo. Pecado de rebeldia contra a autoridade absoluta do dinheiro. Vedando redes sociais de modo motivado e bem fundamentado e sendo farol para o mundo. Green Day, "American Idiot".
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022
Ricardão, um personagem. Richard Nixon. MC Mu, "Melô do Ricardão"
Até que inventem um personagem que personifique o Ricardão, Ricardão é Ricardão, ou Pé-de-Pano para alguns.
O "YMCA" "In the Navy", Village People.
Hoje é normal seu marido deixar você por um homem, que se é o que ele é, e ele é sendo sujeito de, é a coisa mais honesta que ele pode fazer". Jorge e Matheus, "O que é que tem. Ou são homens gays ou servem como militares nas Forças Armadas, porque aqui tudo nos une, nada nos separa. Um WD-40 na Força.
Não sou o cara. Não é comigo que ela trairá. O ódio que pessoas têm de você. O demônio dá a ceeteza e atiça a concupiscência. Se for corno, não beba. Massacration, "The bull"
Você quer matar o Ricardão. O Ricardão oferece você à morte e agencia o corno para que os dois matem você como Ricardão. Começa o golpe contra a sua memória. Olhar nos olhos do marido e dizer "não sou o cara". Ele é o cara porque errou esta curva. Ataíde e Alexandre, "Um novo cara".
domingo, 10 de outubro de 2021
O que ensinam de lá eu desensino de cá. Estas questões para mim não são tabus; são tabus para os ascetas.
"Filho, não há porque ser gay". Ensinam o "biscoito sexual" para meu filho. Eu ensino para ele que isso não é ciência; é uma desvirtuação de um princípio filosófico budista - agora todo mundo é budista - e teologia platônica, em que o deus é andrógino. Portanto, não é "o que você é", são elementos que te assujeitam sem que você pense sobre isso, ou que tenha consciência. Isso é o "caminho do meio", e direciona você para a bissexualidade, descartando os extremo "homem" e "mulher". Então há dois deuses, deus homem e deus mulher, e o andrógino é a fusão destes dois deuses em um. Transcenda o que te assujeita. Porque a Religião de Deus exige adesão consciente, é o que significa não haver imposição quanto à religião; porque este é o caminho do ser humano alentado com o Espírito de Deus. "Homem e mulher os criou". Você é sujeito da arquetipia grega. Pepeu Gomes, "Masculino e feminino". Filho, não há porque ser gay. Não tenho filhos e sou solteiro. Brian Adams, "Have you ever really loved a woman?"
Tudo na vida tem seu tempo.
É como construir uma caixa d'água cilíndrica. Você constrói um anel, outro anel, outro anel; espera o tempo do concreto e então enche de água. As crianças não sabem distinguir a nudez, e assim tem que ser. Por isso nos vestimos, não é uma questão de superego freudiano. A nudez provoca um estado psicológico reflexo e é assim mesmo que tem que ser; reservado para situações específicas. Tirem as crianças da sala. Os cultos à fertilidade ensinam estas questões para as crianças. Os cultores de divindades femininas querem feminilizar os crianços e masculinizar as crianças, e ensinam para você que é certo. Você seria capaz de encampar o conflito com a pseudociência, que embora não seja ciência, é profissão, que estabelece que isso é certo? É por isso que isto entra nas escolas. Se o leigo tem que lutar sozinho contra tecnocratas, ao vos esquivar e declinar, fazei pelo inimigo, porque o leigo sozinho não vence; porque não é divindade; não é mito; não é semideus; não é übermensch. É uma pessoa. "A Allah retornarão todos os assuntos".
Eu gostaria de ver adultos fazendo estas perguntas ao invés de colocá-las na boca de crianças.
"Por que as bonecas não têm cabelo igual ao meu?". Porque é uma questão eurocêntrica. Se o mercado quiser, háverá bonecas com o cabelo igual ao seu. "Por que menino não pode gostar de princesa?". Porque a princesa não é um arquétipo, e somos referenciados de modo natural a sermos homens quando homens e mulheres quando mulheres, havendo plenitude para o homem no modo como Deus Criou o homem e plenitude para a mulher no modo como Deus Criou a mulher. Porque você se torna uma cópia imperfeita da princesa e deixa de ser você. Spin Doctors, "Two princes".
sexta-feira, 8 de outubro de 2021
O coração de Maomé.
Se Maomé seguisse por aqui, ocorreria isso; se seguisse por aqui, ocorreria isso. Por aqui Deus Mandou, por aqui Maomé vai. A tradição diz que isso é certo. A cultura diz que isso é certo. O Alcorão diz que não é certo.
"Porque os esbanjadores são irmãos dos demônios, e o demônio foi
ingrato para com o seu Senhor.
Porém, se te absténs (ó Mohammad)
de teres intimidade com eles,
com o fim de alcançares a misericórdia de teu Senhor,
a qual almejas, fala-lhes afetuosamente.
Não cerres a tua mão excessivamente,
nem a abras completamente,
porque te verás censurado, arruinado.
Teu Senhor concede e provê, na medida exata, a Sua mercê a quem Lhe apraz, porque está bem inteirado e é Observador dos Seus servos.
Não mateis vossos filhos, por temor à necessidade, pois Nós os sustentaremos, bem como a vós. Sabei que o assassinato deles é um grave delito.
Evitai a fornicação, porque é uma obscenidade e um péssimo exemplo!
Não mateis o ser que Allah vedou matar, senão legitimamente;
mas, se matardes alguém injustamente, facultamos ao parente do morto a represália; porém, que (o parente) não se exceda na vingança, pois ele está auxiliado (pela lei).".
Ponto.
quinta-feira, 7 de outubro de 2021
Cão que ama e pratica a mentira
Sua justiça é igual à dos escribas e fariseus e você não é como uma criança; portanto, jamais entrará no Reino dos Céus.
O que Satanás mais faz é mentir.
Verdade é o que é verdade diante de Deus. Afirme de modo categórico que Satanás mente. Veja como Satanás se defende, mentindo e ameaçando. A boa mentira é a que tem um fundo de verdade, é a proteína "spike" do vírus, porque a esta mentira, diante da reação veemente e habilidosa, damos o benefício da dúvida. "Fora ficam os que amam e praticam a mentira". Black Sabbath, "Sabbra Caddabra".
terça-feira, 19 de novembro de 2019
"Encontramos uma prova de que ele é terrorista, Senhor".
Olá! Vem até o Mossad na minha casa e encontra uma Tabela Periódica dos Elementos em que 4 elementos estão destacados. Európio. Telúrio. Amerício. Oxigênio. "Leia os símbolos". Um abraço!
segunda-feira, 26 de agosto de 2019
Imprensa tem que tem que ter posicionamento político, afinidades culturais, e ser honesta com você. Se for o caso, leia o Estadão.
Olá! Fato, análise, técnica. Opinião. A foto também conta o fato, ilustra o fato, e, às vezes, é o fato. Um jornal que vai, e volta; em preto-e-branco, papel de menor impacto ambiental, menos "branquinho" Tintas orgânicas, e volta para tocar as caldeiras que geram energia elétrica. O cliente já pagou pelo papel. Ele devolve, se quiser. Eu gosto da Folha de São Paulo; não tá dando pra ler. Um abraço!
quinta-feira, 30 de maio de 2019
Arrecadação e Benefícios, os dois pratos do INSS: Seguridade Social. A Previdência Social é um conceito mais amplo. Veja:
Olá! É um conjunto de instituições públicas
destinadas a
proporcionar
aposentadoria,
pensões
e auxílios diversos
a trabalhadores e servidores públicos.
Eu editei o verbete da Enciclopédia Barsa: eu sempre quis ter uma, e nunca tive. Nova Enciclopédia Ilustrada Folha: uma Enciclopédia é sintética; é um esforço de síntese e de microanálise, que não exclui a análise na literatura técnica. "Prover a própria subsistência". O FundaCenso, integrando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e a Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho, o Dataprev, o Prodasen e o DataFolha. Aposentadorias, "benefícios", que não são benefícios, é igual "turismo de saúde" em Barretos: tudo o que o paciente e seu ou seus acompanhantes não queriam era estar aqui. Turismo de Saúde são congressos profissionais, reuniões de Conselhos Profissionais, Seminários, Simpósios, Feiras de equipamentos, medicamentos; isto é turismo de saúde. Uma radiografia de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais no Brasil. Subnotificação: quem conhece dizia: para cada CAT emitida. 3 não são emitidas. O duplo registro de dados: a metodologia da CAT e do CEREST: o CEREST é a "CAT quando não há CAT". Interconexão. Um abraço!
destinadas a
proporcionar
aposentadoria,
pensões
e auxílios diversos
a trabalhadores e servidores públicos.
Eu editei o verbete da Enciclopédia Barsa: eu sempre quis ter uma, e nunca tive. Nova Enciclopédia Ilustrada Folha: uma Enciclopédia é sintética; é um esforço de síntese e de microanálise, que não exclui a análise na literatura técnica. "Prover a própria subsistência". O FundaCenso, integrando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e a Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho, o Dataprev, o Prodasen e o DataFolha. Aposentadorias, "benefícios", que não são benefícios, é igual "turismo de saúde" em Barretos: tudo o que o paciente e seu ou seus acompanhantes não queriam era estar aqui. Turismo de Saúde são congressos profissionais, reuniões de Conselhos Profissionais, Seminários, Simpósios, Feiras de equipamentos, medicamentos; isto é turismo de saúde. Uma radiografia de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais no Brasil. Subnotificação: quem conhece dizia: para cada CAT emitida. 3 não são emitidas. O duplo registro de dados: a metodologia da CAT e do CEREST: o CEREST é a "CAT quando não há CAT". Interconexão. Um abraço!
terça-feira, 9 de abril de 2019
"Vaidade de vaidade; tudo é vaidade"
Olá! Castas medianas têm tem que sentir que têm poder, mesmo que seja sobre o andamento de uma fila. Seguram de propósito; seguram o trânsito de propósito, e sempre com o sorriso-máscara no rosto. Um abraço!
quarta-feira, 27 de março de 2019
É bom, às vezes, fingir que a gente se preocupa com os problemas...
I. Contextualização.
O Dicionário Latim-Português e Português-Latim, da Porto Editora, informa que "crise" é traduzida pela palavra "discrimen (discriminis)", significando "momento perigoso" e "situação difícil". Por sinal, o termo "discrimen (discriminis)" é o mesmo que dá origem, na Língua Portuguesa, à palavra "discriminar" (diferenciar, distinguir) - aqui, em sentido positivo. A partir daí, teríamos "diferenciar-se" e "distinguir-se" positivamente.
Quanto à crise, do ponto de vista da atividade econômica em geral, é certo que vivemos uma situação difícil (conforme noticiado pelos meios de comunicação e também segundo opiniões especializadas relativamente ao assunto em questão). Além da atual situação econômica, creio ser importante destacar (entre tantas outras situações difíceis enfrentadas atualmente em nossa cidade), um segundo ponto: a questão da dengue, que tem sido tão recorrente ao longo dos anos e que sempre constitui, especialmente quando dos períodos de ocorrência de chuvas, momento perigoso para a nossa sociedade.
É neste contexto (momento perigoso e situação difícil), e a partir da confluência destas duas situações (tanto a relativa à atividade econômica em geral quanto a que diz respeito à dengue), que apresentaria (permitam-me) uma ideia, a ser avaliada quanto à sua viabilidade econômica e aplicabilidade operacional. Em minha opinião (e se, após avaliação, a ideia for considerada economicamente viável e operacionalmente aplicável), esta iniciativa poderia significar uma oportunidade de diferenciar-se e distinguir-se positivamente em um cenário de crise, bem como realizar objetivos que estão além dos que são relacionados à atividade empresarial em sentido estrito.
E, considerando o cenário descrito, talvez venha a ser importante sublinhar, a partir do pensamento do Prof. Antônio Vicente Golfeto (USP de Ribeirão Preto - SP), a diferença entre crescimento e desenvolvimento relativamente à atividade econômica. O crescimento é o aumento de produção a partir do simples aumento quantitativo daquilo que se produz; o desenvolvimento é o melhoramento do que se produz, é o incremento qualitativo e de inovação relativamente à produção, o que, acredito, venha a gerar crescimento se esta qualidade e esta inovação forem bem recebidas e reconhecidas pelo mercado.
II. A ideia em questão.
O centro da ideia consiste em:
Aplicar, a todos os imóveis (para locação ou venda) sob responsabilidade, um conjunto sistematizado de iniciativas para eliminar o risco de que haja possíveis criadouros do mosquito da dengue enquanto os imóveis aguardam venda ou locação.
E, a partir deste conceito central:
Desenvolver ações de publicidade que demonstrem as iniciativas acima, e que contemplem também aspectos didáticos e pedagógicos quanto a medidas as quais podem ser adotadas pelas pessoas em seus imóveis, possibilitando a atuação em caráter suplementar ao que, neste sentido, é feito pela pela Administração Municipal, por meio dos órgãos competentes.
Agora, permita-me (por favor) trazer a ideia a um patamar que permita a sua avaliação por aspectos mais objetivos.
III. O desenvolvimento da ideia central e a avaliação de sua viabilidade econômica e aplicabilidade operacional.
Isto seria feito em duas etapas:
a) A definição do conjunto sistematizado de iniciativas, o qual constitui o centro da ideia.
b) O dimensionamento das necessidades de pessoal e demais recursos.
Etapa a) A definição do conjunto sistematizado de iniciativas.
1. Verificação inicial do imóvel, para identificação de potenciais criadouros do mosquito da dengue (calhas, caixas d'água, ralos, vasos sanitários, entre outros, de acordo com a natureza e as especificidades de cada imóvel);
2. Levantamento das medidas a serem adotadas para a prevenção, conforme os dados da primeira verificação;
3. Estabelecimento dos intervalos de tempo das verificações periódicas (enquanto o imóvel, para venda ou locação, estiver sob responsabilidade).
3.1. Verificações periódicas em caso de ausência de chuvas;
3.2. E em caso de ocorrência de chuvas.
Etapa b) O dimensionamento das necessidades de pessoal e demais recursos.
1. Levantamento do número atual de imóveis para locação ou venda, sob responsabilidade bem como especificação da natureza dos imóveis (residencial, comercial, ou outros), e também o cálculo de uma média mensal aproximada de imóveis que são captados.
2. Um cálculo aproximado de um tempo médio necessário para que se proceda à identificação, quando do recebimento do imóvel (ou a verificação nos imóveis já sob resonsabilidade quando da eventual implantação desta sistemática) de tudo o que poderia vir a se tornar um criadouro do mosquito da dengue, em cada um dos imóveis (calhas, caixas d'água, ralos, vasos sanitários, entre outros). Isto poderia ser feito, talvez, por meio do acompanhamento de um profissional experiente quando este realiza estas atividades;
3. Estabelecimento de um referencial médio de tempo, desta vez mais específico (por conta das variações de tamanho e de natureza dos imóveis, além do número e do tipo de possíveis criadouros do mosquito da dengue identificados e das especificidades a serem consideradas quando da adoção das medidas relativamente à situação verificada em cada imóvel) do tempo necessário para a adoção das medidas de prevenção, o que também poderia, talvez, ser feito por meio do acompanhamento de um profissional experiente realizando as atividades em imóveis de variadas dimensões e de diversos tipos.
4. Considerando as verificações periódicas em cada imóvel, em caso de ausência e de ocorrência de chuvas, um referencial médio de tempo necessário para realizá-las, observando que estas ações, mais simples, tendem a ser definidas considerando-se um cronograma;
5. Levantamento das necessidades relativas a equipamentos, materiais e insumos a serem utilizados (escadas, ferramentas, materiais de limpeza, equipamentos de segurança do trabalho, entre outros).
6. Verificação das necessidades de treinamento de pessoal e a definição das habilidades necessárias ao profissional que viria a realizar este tipo de atividade;
7. E, a partir deste dimensionamento, a verificação de viabilidade econômica e aplicabilidade operacional (primeiro, se é economicamente viável; segundo, se é possível implantar esta lógica a partir dos profissionais que já atuam;
IV. Conclusão pela viabilidade ou inviabilidade econômica e aplicabilidade ou não aplicabilidade operacional.
Havendo a conclusão pela viabilidade econômica e pela aplicabilidade operacional, a ideia apresentada passa a ser transformada em um projeto.
Agora, permita-me apresentar as ações a serem hipoteticamente desenvolvidas a partir do conceito central da ideia.
V. As ações de marketing e de publicidade
Sendo economicamente viável e operacionalmente aplicável a iniciativa proposta, e tendo sido implantado o projeto, de modo que este seja considerado satisfatório, estão estabelecidas as bases para o desenvolvimento das ações de marketing e de publicidade. As ações em mídia escrita, televisiva, em rádio, Internet e outros (de acordo com os critérios) seriam responsabilidade dos profissionais que prestam estes serviços. Permitam-me apenas a sugestão de alguns pontos, os quais consideraria importantes:
1. A apresentação das medidas de prevenção e combate à dengue adotadas nos imóveis para locação e venda sob responsabilidade poderia ser feita de um modo simples, facilitando que as pessoas possam recebê-las de um modo, digamos, mais amigável que as instruções oferecidas pela Administração Municipal (e contribuindo, inclusive, para uma compreensão melhor das instruções oferecidas pela Administração Municipal, ressaltando, assim, o caráter suplementar da iniciativa);
2. Especialmente no que diz respeito à Internet, as medidas talvez pudessem ser oferecidas de maneira mais detalhada;
3. As ações poderiam ser desenvolvidas em linguagem bastante acessível ao cidadão médio, que constituiria o grupo inicialmente mais ativo quanto às medidas de prevenção e combate à dengue;
4. As ações de mídia televisiva poderiam ser ilustradas a partir de uma ideia de "como fazer", tornando a linguagem também mais acessível aos grupos mais amplos da população de nossa cidade;
5. A ideia de não haver concorrência em relação às ações que são, neste sentido, desenvolvidas pela Prefeitura, pelo Estado e pelo Governo Federal; antes, que pudesse ser ressaltado o caráter suplementar de ações publicitárias no que diz respeito a este tema. É preciso investir. Porém, tudo é custo e tudo é gasto.
O Dicionário Latim-Português e Português-Latim, da Porto Editora, informa que "crise" é traduzida pela palavra "discrimen (discriminis)", significando "momento perigoso" e "situação difícil". Por sinal, o termo "discrimen (discriminis)" é o mesmo que dá origem, na Língua Portuguesa, à palavra "discriminar" (diferenciar, distinguir) - aqui, em sentido positivo. A partir daí, teríamos "diferenciar-se" e "distinguir-se" positivamente.
Quanto à crise, do ponto de vista da atividade econômica em geral, é certo que vivemos uma situação difícil (conforme noticiado pelos meios de comunicação e também segundo opiniões especializadas relativamente ao assunto em questão). Além da atual situação econômica, creio ser importante destacar (entre tantas outras situações difíceis enfrentadas atualmente em nossa cidade), um segundo ponto: a questão da dengue, que tem sido tão recorrente ao longo dos anos e que sempre constitui, especialmente quando dos períodos de ocorrência de chuvas, momento perigoso para a nossa sociedade.
É neste contexto (momento perigoso e situação difícil), e a partir da confluência destas duas situações (tanto a relativa à atividade econômica em geral quanto a que diz respeito à dengue), que apresentaria (permitam-me) uma ideia, a ser avaliada quanto à sua viabilidade econômica e aplicabilidade operacional. Em minha opinião (e se, após avaliação, a ideia for considerada economicamente viável e operacionalmente aplicável), esta iniciativa poderia significar uma oportunidade de diferenciar-se e distinguir-se positivamente em um cenário de crise, bem como realizar objetivos que estão além dos que são relacionados à atividade empresarial em sentido estrito.
E, considerando o cenário descrito, talvez venha a ser importante sublinhar, a partir do pensamento do Prof. Antônio Vicente Golfeto (USP de Ribeirão Preto - SP), a diferença entre crescimento e desenvolvimento relativamente à atividade econômica. O crescimento é o aumento de produção a partir do simples aumento quantitativo daquilo que se produz; o desenvolvimento é o melhoramento do que se produz, é o incremento qualitativo e de inovação relativamente à produção, o que, acredito, venha a gerar crescimento se esta qualidade e esta inovação forem bem recebidas e reconhecidas pelo mercado.
II. A ideia em questão.
O centro da ideia consiste em:
Aplicar, a todos os imóveis (para locação ou venda) sob responsabilidade, um conjunto sistematizado de iniciativas para eliminar o risco de que haja possíveis criadouros do mosquito da dengue enquanto os imóveis aguardam venda ou locação.
E, a partir deste conceito central:
Desenvolver ações de publicidade que demonstrem as iniciativas acima, e que contemplem também aspectos didáticos e pedagógicos quanto a medidas as quais podem ser adotadas pelas pessoas em seus imóveis, possibilitando a atuação em caráter suplementar ao que, neste sentido, é feito pela pela Administração Municipal, por meio dos órgãos competentes.
Agora, permita-me (por favor) trazer a ideia a um patamar que permita a sua avaliação por aspectos mais objetivos.
III. O desenvolvimento da ideia central e a avaliação de sua viabilidade econômica e aplicabilidade operacional.
Isto seria feito em duas etapas:
a) A definição do conjunto sistematizado de iniciativas, o qual constitui o centro da ideia.
b) O dimensionamento das necessidades de pessoal e demais recursos.
Etapa a) A definição do conjunto sistematizado de iniciativas.
1. Verificação inicial do imóvel, para identificação de potenciais criadouros do mosquito da dengue (calhas, caixas d'água, ralos, vasos sanitários, entre outros, de acordo com a natureza e as especificidades de cada imóvel);
2. Levantamento das medidas a serem adotadas para a prevenção, conforme os dados da primeira verificação;
3. Estabelecimento dos intervalos de tempo das verificações periódicas (enquanto o imóvel, para venda ou locação, estiver sob responsabilidade).
3.1. Verificações periódicas em caso de ausência de chuvas;
3.2. E em caso de ocorrência de chuvas.
Etapa b) O dimensionamento das necessidades de pessoal e demais recursos.
1. Levantamento do número atual de imóveis para locação ou venda, sob responsabilidade bem como especificação da natureza dos imóveis (residencial, comercial, ou outros), e também o cálculo de uma média mensal aproximada de imóveis que são captados.
2. Um cálculo aproximado de um tempo médio necessário para que se proceda à identificação, quando do recebimento do imóvel (ou a verificação nos imóveis já sob resonsabilidade quando da eventual implantação desta sistemática) de tudo o que poderia vir a se tornar um criadouro do mosquito da dengue, em cada um dos imóveis (calhas, caixas d'água, ralos, vasos sanitários, entre outros). Isto poderia ser feito, talvez, por meio do acompanhamento de um profissional experiente quando este realiza estas atividades;
3. Estabelecimento de um referencial médio de tempo, desta vez mais específico (por conta das variações de tamanho e de natureza dos imóveis, além do número e do tipo de possíveis criadouros do mosquito da dengue identificados e das especificidades a serem consideradas quando da adoção das medidas relativamente à situação verificada em cada imóvel) do tempo necessário para a adoção das medidas de prevenção, o que também poderia, talvez, ser feito por meio do acompanhamento de um profissional experiente realizando as atividades em imóveis de variadas dimensões e de diversos tipos.
4. Considerando as verificações periódicas em cada imóvel, em caso de ausência e de ocorrência de chuvas, um referencial médio de tempo necessário para realizá-las, observando que estas ações, mais simples, tendem a ser definidas considerando-se um cronograma;
5. Levantamento das necessidades relativas a equipamentos, materiais e insumos a serem utilizados (escadas, ferramentas, materiais de limpeza, equipamentos de segurança do trabalho, entre outros).
6. Verificação das necessidades de treinamento de pessoal e a definição das habilidades necessárias ao profissional que viria a realizar este tipo de atividade;
7. E, a partir deste dimensionamento, a verificação de viabilidade econômica e aplicabilidade operacional (primeiro, se é economicamente viável; segundo, se é possível implantar esta lógica a partir dos profissionais que já atuam;
IV. Conclusão pela viabilidade ou inviabilidade econômica e aplicabilidade ou não aplicabilidade operacional.
Havendo a conclusão pela viabilidade econômica e pela aplicabilidade operacional, a ideia apresentada passa a ser transformada em um projeto.
Agora, permita-me apresentar as ações a serem hipoteticamente desenvolvidas a partir do conceito central da ideia.
V. As ações de marketing e de publicidade
Sendo economicamente viável e operacionalmente aplicável a iniciativa proposta, e tendo sido implantado o projeto, de modo que este seja considerado satisfatório, estão estabelecidas as bases para o desenvolvimento das ações de marketing e de publicidade. As ações em mídia escrita, televisiva, em rádio, Internet e outros (de acordo com os critérios) seriam responsabilidade dos profissionais que prestam estes serviços. Permitam-me apenas a sugestão de alguns pontos, os quais consideraria importantes:
1. A apresentação das medidas de prevenção e combate à dengue adotadas nos imóveis para locação e venda sob responsabilidade poderia ser feita de um modo simples, facilitando que as pessoas possam recebê-las de um modo, digamos, mais amigável que as instruções oferecidas pela Administração Municipal (e contribuindo, inclusive, para uma compreensão melhor das instruções oferecidas pela Administração Municipal, ressaltando, assim, o caráter suplementar da iniciativa);
2. Especialmente no que diz respeito à Internet, as medidas talvez pudessem ser oferecidas de maneira mais detalhada;
3. As ações poderiam ser desenvolvidas em linguagem bastante acessível ao cidadão médio, que constituiria o grupo inicialmente mais ativo quanto às medidas de prevenção e combate à dengue;
4. As ações de mídia televisiva poderiam ser ilustradas a partir de uma ideia de "como fazer", tornando a linguagem também mais acessível aos grupos mais amplos da população de nossa cidade;
5. A ideia de não haver concorrência em relação às ações que são, neste sentido, desenvolvidas pela Prefeitura, pelo Estado e pelo Governo Federal; antes, que pudesse ser ressaltado o caráter suplementar de ações publicitárias no que diz respeito a este tema. É preciso investir. Porém, tudo é custo e tudo é gasto.
É assim que eu entro.
terça-feira, 19 de março de 2019
segunda-feira, 18 de março de 2019
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
Conto.
Olá! Ele e ela se conheciam há algum tempo; e eram, no máximo, simpáticos um ao outro. Ele e ela, trinta e poucos anos. Ele era metaleiro fundamentalista; ela gostava de música. Um começou a olhar para o outro, e os dois começaram a se olhar. Até dividirem uma tigela de açaí, e, por estas coincidências que a gente não explica, a rádio que tocava naquele quiosque tocou "Açaí", Djavan. Era um lugar tranquilo, em uma ruazinha paralela à Vergueiro, perto da Estação Ana Rosa, em São Paulo; uma microempresa individual, de um ex-gerente bancário PJ que teve de escolher: ou entrava no modo Dorival Caymmi ou teria um infarto ou um AVC, com chances mínimas de sobrevivência; viajou para Pernambuco gerente de banco e voltou MEI, sem pressa, estilo "Tarde em Itapoã na Capital Paulista". E, talvez por esta amplidão, teve sensibilidade para perceber "açaí e Açaí, outra tigela pra eles, no modo 'Vasco da Gama'. E, quase sem querer, responderam àquele instante com aquele momento em que os dois alinham olhares e corações; e ambos fixam um ponto no futuro e decidem até ele caminhar: isto, casamento. "Respeitem a faixa e os semáforos", disse Beto do Açaí, em tom de quase um irmão mais velho. Terminado o dia, assim que chegou em casa, Beto apertou o play em "Chega de Saudade" em seu empoeirado home theater, assim que chegou em casa. E olhou para a garrafa de Logan. E sorriu para a garrafa; ele tomou duas doses, uma delas ao som de "Wave", Tom Jobim. E desceu tranquilamente as escadas do prédio onde morava; havia moradores de rua na frente do prédio; e ele se dirigiu a eles: "Eu tenho uns presentinhos pra vocês, vou subir pra pegar e trazer". Subiu de elevador, e colocou os Logans, e tudo o mais que tinha em seu bar, em uma caixa, e deu pra eles. Agradeceram, e um deles se despediu com um "Prossiga a caminhada". Beto respondeu: "Ando devagar porque já tive pressa, e levo este sorriso porque já chorei demais", e seguiram seus caminhos. Ao subir de elevador, a Rádio Elevada tocou “Espelhos D’Água”, Patrícia Marx, e emendou “Ainda é Cedo”, da Legião Urbana. Beto se olhou no espelho e chorou. Ligou para a esposa (estavam separados), e no dia seguinte conseguiu um Passat TS relíquia, verde, e emprestado (adesivado “Motorhead” no para-brisa, rs, e equipado com um som respeitável), que ele parou em frente à casa onde ela voltara a morar com os pais, na Vila Mariana, e tocou, em um volume civilizado, “Esperando na Janela”, Gilberto Gil, e “Esperando na Janela”, Rionegro e Solimões - duas vezes porque ela iria mesmo fazer ele esperar, rs - e Cogumelo Plutão, “Espera na Janela”, e "Dona Maria", Tiago Brava. E pela primeira vez ele silenciou o som para ouvir o que ela dizia pelos alto-falantes: “Still Love You”, Die Happy. É, homem chora, rs. E ela veio. E disse: "Toca Raul", rs, e ele, pelo Bluetooth do celular, tocou "Tu És o MDC da Minha Vida". Ela chamou de "Realiança" a viagem que fizeram em uma Land Rover Defender 90 Tdi até os espelhos d’água de Manaus (enquanto o irmão dele cuidava do lojinha, rs), e da qual voltaram com muitos açaís e a ideia de construir espelhos de água no Beto do Açaí. E ele e a esposa concluíram os espelhos e a Realiança.
E lembra dele e dela? Ele, bacharel em Química e ela, nutricionista. Estavam sentados à beira dos espelhos de água do Beto do Açaí ouvindo “Enter Sandman”, Motorhead, e conversando. Beto, sempre que eles iam ao Açaí, parava tudo e ia pro Youtube montar uma trilha sonora pra eles. E o Beto do Açaí era agora um dos melhores sons ambientes de São Paulo. Ela havia cedido e começou a escutar metal;... porém só conseguia gostar de uma ou de outra música, e até compreendia algumas premissas do metal enquanto movimento; porém não dava pra concordar com o pacote fechado de ideias. E ele era metaleiro fundamentalista, e pronto. Tanto era, que começaram a haver muitas tensões entre ele e os amigos, pra quem tudo começava e terminava em Motorhead e Metallica. "Será que cheguei ao ponto de ter de escolher entre ela ou eles? - pensou - Talvez não seja razoável sequer para adolescentes, quanto mais para a gente que já entortou os 30 (!). Em todo caso, Tom Jobim, 'Vai Levando'" Àqueles dias, haveria um show da Liga Metálica, uma banda emergente no cenário metálico de São Paulo. E os amigos dele o proibiram de ir ao show com eles (isso mesmo): um deles pegou um pen-drive dele emprestado, e tinha uma playlist com alguns clássicos do metal e do rock, Legião Urbana, um som da Feist, e altmetal (Die Happy): fora do Círculo Metaleiro Fundamentalista e dentro do Círculo Vedado ao Fundamentalista Metaleiro. Ele, ao ser questionado, disse: "Sim, é meu e eu ouço estas músicas". "Então, decidimos que você não irá ao show do Liga Metálica e, se você for, a gente vai te pegar e te bater". Ele concordou e se afastou deles. Adolescentes? Não, tinha gente de bem mais de 30, alguns inclusive casados e, digamos, pais de família. E, no dia do show, ela decidiu convidá-lo para ir com ele. E ele explicou a situação, e disse que não iria porque iriam bater nele. Ele asseverou: "Até os entendo, porém, neste momento, quero distância; e, se há amigos, uma emergência pode reaproximar e a partir daí se restaurar a amizade: questão de tempo; "Goodbye", Die Happy. "1234, da Feist, é uma das músicas que eu mais gosto". E ele: "Isto explica porque eu tinha ela em meu pen-drive, rs. Talvez eu esteja transformando meu coração e sabendo quem sou", disse ele. E ela sorriu. E foram ao Corujão do Beto do Açaí: à noite era o irmão dele quem trabalhava. E onde eles decidiram que seria o noivado? Beto do Açaí e Esposa, que abriu uma lojinha de presentes ao lado: “Presentes de Paz e de Reconciliação”. Legião Urbana e Die Happy. Um dia, ele estava olhando para a aliança de noivado deles: uma fita de Mobius. "A gente tem diferenças; temos cada um seu espaço, porém estamos sempre perto". "Esclareça", disse ela. "Há um plano de duas dimensões, largura e profundidade. Este plano tem duas faces. Aplica-se uma torção de 180 graus e une-se as duas extremidades, na dimensão da profundidade, o que faz com que haja uma circunferência, ou uma elipse, ou algo assim. Tanto a dimensão interna quanto a externa da circunferência ou semelhante passam a ser acessíveis em uma trajetória circular, de modo que se houver qualquer coisa se movimentando por um dos planos, sendo cada trajetória em uma borda da fita, jamais irá colidir com aquilo que se movimentar pelo outro plano". Ela sorriu. E ele disse: "Talvez seja uma explicação alternativa à dualidade onda-partícula em termos de Atomística". Ela balançou a cabeça e sorriu: "Você sabe que eu entendo de Física e Química tanto quanto você de Nutrição", rs. "É, os movimentos dos elétrons em seus orbitais talvez pudessem ser explicados pelo modelo da fita de Mobius e das pistas de autorama, sendo a torção da fita o ponto de liberação e absorção de energia relativa aos quanta, e o arco-íris explicaria a trajetória do elétron nos saltos entre os níveis de energia, sendo o ponto em que, se um elétron saltou daquela camada, a carga positiva do núcleo do átomo atraia o elétron que saltou da outra, e ele entre naquele orbital por ali, assumindo um spin contrário...". "Vamos falar sobre um estudo que relaciona o açaí...", disse ela, rindo. Ele riu também. Enquanto olhavam a vitrine da Mônica Presentes de Casamento (é a Esposa de Beto), ela disse: “Sabe qual salto quântico que me interessa agora? É o desta aliança: de sua mão direita para a sua mão esquerda". Ele sorriu. E, depois, ele alterou o modelo da tentativa de descrição da trajetória do elétron de uma para duas torções na fita. “Acho que pode ser que comece a tentar explicar quanto ao átomo de hélio. E nem ele acreditava que podia ser que tinha fundamento. Ela sim. Perguntou a respeito para um amigo pós-doutorado, embora em outro ramo da Química: “devem tentar”. “Você iria comigo às Índias pela rota de Colombo?” perguntou ele. “Na pior das hipóteses, talvez encontremos as Américas...” E partiram para as Índias pela rota de Vasco da Gama, rs, presente de Beto do Açaí e Mônica. Aquelas duas almas não eram pequenas, e era preciso ir aos mares. E o mar, quando quebra na praia...” Um abraço!
E lembra dele e dela? Ele, bacharel em Química e ela, nutricionista. Estavam sentados à beira dos espelhos de água do Beto do Açaí ouvindo “Enter Sandman”, Motorhead, e conversando. Beto, sempre que eles iam ao Açaí, parava tudo e ia pro Youtube montar uma trilha sonora pra eles. E o Beto do Açaí era agora um dos melhores sons ambientes de São Paulo. Ela havia cedido e começou a escutar metal;... porém só conseguia gostar de uma ou de outra música, e até compreendia algumas premissas do metal enquanto movimento; porém não dava pra concordar com o pacote fechado de ideias. E ele era metaleiro fundamentalista, e pronto. Tanto era, que começaram a haver muitas tensões entre ele e os amigos, pra quem tudo começava e terminava em Motorhead e Metallica. "Será que cheguei ao ponto de ter de escolher entre ela ou eles? - pensou - Talvez não seja razoável sequer para adolescentes, quanto mais para a gente que já entortou os 30 (!). Em todo caso, Tom Jobim, 'Vai Levando'" Àqueles dias, haveria um show da Liga Metálica, uma banda emergente no cenário metálico de São Paulo. E os amigos dele o proibiram de ir ao show com eles (isso mesmo): um deles pegou um pen-drive dele emprestado, e tinha uma playlist com alguns clássicos do metal e do rock, Legião Urbana, um som da Feist, e altmetal (Die Happy): fora do Círculo Metaleiro Fundamentalista e dentro do Círculo Vedado ao Fundamentalista Metaleiro. Ele, ao ser questionado, disse: "Sim, é meu e eu ouço estas músicas". "Então, decidimos que você não irá ao show do Liga Metálica e, se você for, a gente vai te pegar e te bater". Ele concordou e se afastou deles. Adolescentes? Não, tinha gente de bem mais de 30, alguns inclusive casados e, digamos, pais de família. E, no dia do show, ela decidiu convidá-lo para ir com ele. E ele explicou a situação, e disse que não iria porque iriam bater nele. Ele asseverou: "Até os entendo, porém, neste momento, quero distância; e, se há amigos, uma emergência pode reaproximar e a partir daí se restaurar a amizade: questão de tempo; "Goodbye", Die Happy. "1234, da Feist, é uma das músicas que eu mais gosto". E ele: "Isto explica porque eu tinha ela em meu pen-drive, rs. Talvez eu esteja transformando meu coração e sabendo quem sou", disse ele. E ela sorriu. E foram ao Corujão do Beto do Açaí: à noite era o irmão dele quem trabalhava. E onde eles decidiram que seria o noivado? Beto do Açaí e Esposa, que abriu uma lojinha de presentes ao lado: “Presentes de Paz e de Reconciliação”. Legião Urbana e Die Happy. Um dia, ele estava olhando para a aliança de noivado deles: uma fita de Mobius. "A gente tem diferenças; temos cada um seu espaço, porém estamos sempre perto". "Esclareça", disse ela. "Há um plano de duas dimensões, largura e profundidade. Este plano tem duas faces. Aplica-se uma torção de 180 graus e une-se as duas extremidades, na dimensão da profundidade, o que faz com que haja uma circunferência, ou uma elipse, ou algo assim. Tanto a dimensão interna quanto a externa da circunferência ou semelhante passam a ser acessíveis em uma trajetória circular, de modo que se houver qualquer coisa se movimentando por um dos planos, sendo cada trajetória em uma borda da fita, jamais irá colidir com aquilo que se movimentar pelo outro plano". Ela sorriu. E ele disse: "Talvez seja uma explicação alternativa à dualidade onda-partícula em termos de Atomística". Ela balançou a cabeça e sorriu: "Você sabe que eu entendo de Física e Química tanto quanto você de Nutrição", rs. "É, os movimentos dos elétrons em seus orbitais talvez pudessem ser explicados pelo modelo da fita de Mobius e das pistas de autorama, sendo a torção da fita o ponto de liberação e absorção de energia relativa aos quanta, e o arco-íris explicaria a trajetória do elétron nos saltos entre os níveis de energia, sendo o ponto em que, se um elétron saltou daquela camada, a carga positiva do núcleo do átomo atraia o elétron que saltou da outra, e ele entre naquele orbital por ali, assumindo um spin contrário...". "Vamos falar sobre um estudo que relaciona o açaí...", disse ela, rindo. Ele riu também. Enquanto olhavam a vitrine da Mônica Presentes de Casamento (é a Esposa de Beto), ela disse: “Sabe qual salto quântico que me interessa agora? É o desta aliança: de sua mão direita para a sua mão esquerda". Ele sorriu. E, depois, ele alterou o modelo da tentativa de descrição da trajetória do elétron de uma para duas torções na fita. “Acho que pode ser que comece a tentar explicar quanto ao átomo de hélio. E nem ele acreditava que podia ser que tinha fundamento. Ela sim. Perguntou a respeito para um amigo pós-doutorado, embora em outro ramo da Química: “devem tentar”. “Você iria comigo às Índias pela rota de Colombo?” perguntou ele. “Na pior das hipóteses, talvez encontremos as Américas...” E partiram para as Índias pela rota de Vasco da Gama, rs, presente de Beto do Açaí e Mônica. Aquelas duas almas não eram pequenas, e era preciso ir aos mares. E o mar, quando quebra na praia...” Um abraço!
quarta-feira, 27 de junho de 2012
"No meio do caminho..." tinha uma pedra.
Olá! Adolescentes e crianças, por favor: parem a leitura deste texto por aqui. O texto expressa conflitos profundos entre dois personagens, pai e filho: há aquilo que primeiro se deva entender para que depois se possa entender conflitos como os de que trata o texto. Se for o caso, por favor, pare a leitura por aqui: tudo no Mais Elevado Espírito. Último ponto para parar a leitura por aqui.
-Fala pra mim: em que mundo você vive? Fala pra mim!
Antes que o filho começasse a tentar responder, o pai emendou:
-499 reais! Quatrocentos e noventa e nove reais (separando claramente as palavras e dando tapas na mesa, e levantando-se da cadeira a seguir) que NÃO PRECISARIAM TER SIDO GASTOS!
-Você sabe? Você sabe o quanto eu tenho de trabalhar para ganhar este valor? (Sentando-se novamente e tirando uma caneta do bolso, fez rapidamente um cálculo no primeiro papel que viu à frente) Aqui: um dia e meio! Um dia e meio jogados fora pela tua desatenção!
-Mas pai, eu não vi...
-Uma pedra daquele tamanho no meio da rua, e você não viu... Não viu, e ainda passou com o pneu do carro por cima da pedra.
-Mas, pai, eu... tava a 40 por hora, mantive a direção e parei o carro (disse, assustado, o filho).
-A questão não é esta: desatenção (disse o pai, separando as sílabas de "de-sa-ten-ção"), e 499 reais que não precisariam ter sido gastos. Olha aqui: você teria este dinheiro se fosse para você pagar?
Não... (respondeu o filho, enquanto se afastava do pai). Mas eu pego emprestado com a minha mãe.
-E vai pagar à sua mãe como? Pegando emprestado comigo, por um acaso, para pagar a ela?
-Quando as coisas derem certo comigo, eu pago...
-Ah, "quando as coisas derem certo"... Fala pra mim: em que mundo você vive? Acorda, e vai procurar um emprego!
-Mas pai, eu trabalho...
-E o que você faz? O que você faz é voluntariado, não é trabalho.
-O fato é que eu tenho de estar lá, pai (disse o filho, tentando encontrar convicção).
-Pois arrume outra pessoa para estar lá, e você vai trabalhar.
-Mas... pai, um dos motivos de eu ter deixado o meu trabalho é que eu tinha de estar lá, pai (disse o filho, com descontentamento).
-Já vi que não tem conversa (disse o pai). Faz o seguinte: eu vou trocar este pneu porque eu preciso viajar amanhã cedo; amanhã cedo eu saio para viajar. E você, para procurar um emprego: do contrário, as fechaduras de casa vão ter sido trocadas quando eu tiver chegado. Dizendo isto, pegou as chaves e os documentos do carro, e saiu. O filho, sem palavras, sairia minutos depois do pai.
O pai, dirigindo agressivamente, levou o carro à oficina especializada em pneus, de um antigo conhecido. E, lá chegando, foi recebido com um sorriso, ao qual imediatamente o conhecido (não se viam há um bom tempo) emendou: "Não, não precisa me dizer nada"
-Pois é (disse o pai): as coisas não vão bem mesmo. Você já percebeu.
-Seja o que for, esquece isto um pouco (disse o velho conhecido): deixa o carro aí e vamos tomar um café.
-Precisa trocar o pneu dianteiro esquerdo (disse o pai ao amigo): da mesma marca e do mesmo modelo, 499 reais, vi no seu anúncio. Você me parcela isto?
-Claro. Vamos tomar um café (disse o amigo, deixando a ordem de serviços com o responsável). E foram os dois falar da vida que se leva.
-Me separei da minha esposa, tou com um monte de problemas por fora, e se não bastasse isto, O diretor-executivo ainda chamou todo mundo e disse que estão insatisfeitos com os resultados, e que vão trocar a equipe inteira se isso não mudar; e, quando pedi a palavra para dizer o quanto e como tinha sido difícil conseguir estes resultados nestas condições, ele olhou para mim, só disse: "a equipe inteira", virou as costas e saiu. O dinheiro não tá dando, e apertam ainda mais o que já está começando a necrosar de tanto que apertam... Você sabe...
-Sim, eu sei (disse o amigo).
Enquanto isto, o filho caminhava pelas ruas sem saber ao certo onde ir, uma vez que aquelas atitudes e palavras do pai realmente o deixaram desorientado. Sentindo muito tudo aquilo, e atormentado pela dúvida acerca do que até há pouco era tão certo, pensou, ao esperar para atravessar aquela via movimentada e de tráfego insano: "Fechar os olhos e não chegar do outro lado".
Chegou a fechar os olhos, porém refletiu sobre o efeito que "não chegar do outro lado" teria sobre pessoas as quais gostavam dele, e mesmo sobre pessoas para as quais ele era importante e nem sabia. Decidiu esperar pelo sinal verde, e assim, chegou ao outro lado da rua. E, dali, foi para uma praça a qual ficava a alguns quarteirões do ponto onde estava. "Fala pra mim: em que mundo você vive?" permanecia ainda sem resposta. Pensou-se inadaptado à vida, inapto ao "mundo real", e coisas do tipo. Porém, percebeu um sentido em sua existência, o qual vinha das pessoas. Sentou-se no
banco da praça e fez uma silenciosa oração, na qual disse tudo.
Na oficina especializada em pneus, o responsável entregava o serviço concluído. O amigo pegou o pneu que fora retirado, e observando-o, perguntou ao pai: "Você vai viajar para onde amanhã cedo?"
-Vou para Santanápolis do Sul.
-É perto, mas você sabe que é uma estrada de grandes buracos. Vai com cuidado (disse o amigo). Entregando o pneu ao pai, falou: "Agradece. Calcule a probabilidade de uma bolha destas aqui estourar quando se passa por um buraco igual aos da estrada de Santanápolis do Sul: você sabe, a pressão tende a sair por onde ela encontra menor resistência.
-Com licença, preciso fumar um cigarro (disse o pai, abaixando a cabeça e virando-se em direção
à porta da oficina. Encontrou não muito longe dali um lugar, sentando-se no meio-fio. cotovelos apoiados nas pernas e colocando as mãos entre os cabelos). Enquanto acendia o segundo cigarro com a brasa do primeiro, passou por ali um carro tocando uma música da qual se ouvia os versos "Desculpe, estou um pouco atrasado; mas espero que ainda dê tempo de dizer que andei errado, e eu entendo". Foram mais seis cigarros de reflexões profundas: nem ele mesmo se lembrava da última vez em que havia chorado. Pegou o telefone celular e tentou ligar para o celular do filho. O filho não atendeu. Resolveu então enviar uma mensagem de texto: "Fui homem para fazer o que eu queria, do jeito que eu queria. Sou pai, tenho este dever: preciso te dizer que errei, e que aprendi, e também te ensinar o que aprendi". à mensagem, o filho respondeu com outra mensagem: "Em meia hora estou em casa". O pai, retornando à oficina, pegou o carro e disse ao amigo que passava depois para acertar, ao que o amigo respondeu: "sem pressa". Em vinte minutos, o pai estava em casa. E, quando o filho abriu a porta, imediatamente disse o pai: "Errei". O filho o abraçou, e choraram juntos. E o pai começou a falar de seus erros. Disse: "Não era ela a errada, hoje eu sei. Pra falar a verdade, não é de hoje que eu sei. Um dos motivos da nossa separação, talvez o principal, foi justamente este: o lugar para onde meu dinheiro ia. Eu considerava que eu bancava a casa, e era homem: logo pensava não dever satisfação nenhuma à sua mãe. Realmente, para lá vai boa parte do meu dinheiro. Você nunca soube, mas faz um bom tempo que é assim. Ao menos até aqui foi assim". O filho ouviu em silêncio, e disse: "Ela não está com ninguém". O pai completou: "A vi por estes dias. Está muito mais bonita do que quando estava comigo. Era eu, e não ela: faz este favor pra mim: conta pra ela o que você me viu fazer". "Tá bom", disse o filho. E começaram a falar da vida que se leva. "Amanhã vou chegar um pouco atrasado ao evento em Santanópolis do Sul: vai estar todo mundo da empresa lá, eu aproveito para anunciar discretamente a minha demissão. Quem faz o que eu faço e como eu faço, filho, não fica parado. Se nem conversam comigo, por que empregar meu melhor por eles? Me perdoa, filho, pelo mundo no qual eu vivia. Pelo menos por uns dois dias, eu quero conhecer o mundo em que você vive. Quem sabe a gente não consegue profissionalizar a gestão sem a perda do caráter da iniciativa? Fala pra mim: será que um dia a gente consegue que não haja mais?". Um abraço!
-Fala pra mim: em que mundo você vive? Fala pra mim!
Antes que o filho começasse a tentar responder, o pai emendou:
-499 reais! Quatrocentos e noventa e nove reais (separando claramente as palavras e dando tapas na mesa, e levantando-se da cadeira a seguir) que NÃO PRECISARIAM TER SIDO GASTOS!
-Você sabe? Você sabe o quanto eu tenho de trabalhar para ganhar este valor? (Sentando-se novamente e tirando uma caneta do bolso, fez rapidamente um cálculo no primeiro papel que viu à frente) Aqui: um dia e meio! Um dia e meio jogados fora pela tua desatenção!
-Mas pai, eu não vi...
-Uma pedra daquele tamanho no meio da rua, e você não viu... Não viu, e ainda passou com o pneu do carro por cima da pedra.
-Mas, pai, eu... tava a 40 por hora, mantive a direção e parei o carro (disse, assustado, o filho).
-A questão não é esta: desatenção (disse o pai, separando as sílabas de "de-sa-ten-ção"), e 499 reais que não precisariam ter sido gastos. Olha aqui: você teria este dinheiro se fosse para você pagar?
Não... (respondeu o filho, enquanto se afastava do pai). Mas eu pego emprestado com a minha mãe.
-E vai pagar à sua mãe como? Pegando emprestado comigo, por um acaso, para pagar a ela?
-Quando as coisas derem certo comigo, eu pago...
-Ah, "quando as coisas derem certo"... Fala pra mim: em que mundo você vive? Acorda, e vai procurar um emprego!
-Mas pai, eu trabalho...
-E o que você faz? O que você faz é voluntariado, não é trabalho.
-O fato é que eu tenho de estar lá, pai (disse o filho, tentando encontrar convicção).
-Pois arrume outra pessoa para estar lá, e você vai trabalhar.
-Mas... pai, um dos motivos de eu ter deixado o meu trabalho é que eu tinha de estar lá, pai (disse o filho, com descontentamento).
-Já vi que não tem conversa (disse o pai). Faz o seguinte: eu vou trocar este pneu porque eu preciso viajar amanhã cedo; amanhã cedo eu saio para viajar. E você, para procurar um emprego: do contrário, as fechaduras de casa vão ter sido trocadas quando eu tiver chegado. Dizendo isto, pegou as chaves e os documentos do carro, e saiu. O filho, sem palavras, sairia minutos depois do pai.
O pai, dirigindo agressivamente, levou o carro à oficina especializada em pneus, de um antigo conhecido. E, lá chegando, foi recebido com um sorriso, ao qual imediatamente o conhecido (não se viam há um bom tempo) emendou: "Não, não precisa me dizer nada"
-Pois é (disse o pai): as coisas não vão bem mesmo. Você já percebeu.
-Seja o que for, esquece isto um pouco (disse o velho conhecido): deixa o carro aí e vamos tomar um café.
-Precisa trocar o pneu dianteiro esquerdo (disse o pai ao amigo): da mesma marca e do mesmo modelo, 499 reais, vi no seu anúncio. Você me parcela isto?
-Claro. Vamos tomar um café (disse o amigo, deixando a ordem de serviços com o responsável). E foram os dois falar da vida que se leva.
-Me separei da minha esposa, tou com um monte de problemas por fora, e se não bastasse isto, O diretor-executivo ainda chamou todo mundo e disse que estão insatisfeitos com os resultados, e que vão trocar a equipe inteira se isso não mudar; e, quando pedi a palavra para dizer o quanto e como tinha sido difícil conseguir estes resultados nestas condições, ele olhou para mim, só disse: "a equipe inteira", virou as costas e saiu. O dinheiro não tá dando, e apertam ainda mais o que já está começando a necrosar de tanto que apertam... Você sabe...
-Sim, eu sei (disse o amigo).
Enquanto isto, o filho caminhava pelas ruas sem saber ao certo onde ir, uma vez que aquelas atitudes e palavras do pai realmente o deixaram desorientado. Sentindo muito tudo aquilo, e atormentado pela dúvida acerca do que até há pouco era tão certo, pensou, ao esperar para atravessar aquela via movimentada e de tráfego insano: "Fechar os olhos e não chegar do outro lado".
Chegou a fechar os olhos, porém refletiu sobre o efeito que "não chegar do outro lado" teria sobre pessoas as quais gostavam dele, e mesmo sobre pessoas para as quais ele era importante e nem sabia. Decidiu esperar pelo sinal verde, e assim, chegou ao outro lado da rua. E, dali, foi para uma praça a qual ficava a alguns quarteirões do ponto onde estava. "Fala pra mim: em que mundo você vive?" permanecia ainda sem resposta. Pensou-se inadaptado à vida, inapto ao "mundo real", e coisas do tipo. Porém, percebeu um sentido em sua existência, o qual vinha das pessoas. Sentou-se no
banco da praça e fez uma silenciosa oração, na qual disse tudo.
Na oficina especializada em pneus, o responsável entregava o serviço concluído. O amigo pegou o pneu que fora retirado, e observando-o, perguntou ao pai: "Você vai viajar para onde amanhã cedo?"
-Vou para Santanápolis do Sul.
-É perto, mas você sabe que é uma estrada de grandes buracos. Vai com cuidado (disse o amigo). Entregando o pneu ao pai, falou: "Agradece. Calcule a probabilidade de uma bolha destas aqui estourar quando se passa por um buraco igual aos da estrada de Santanápolis do Sul: você sabe, a pressão tende a sair por onde ela encontra menor resistência.
-Com licença, preciso fumar um cigarro (disse o pai, abaixando a cabeça e virando-se em direção
à porta da oficina. Encontrou não muito longe dali um lugar, sentando-se no meio-fio. cotovelos apoiados nas pernas e colocando as mãos entre os cabelos). Enquanto acendia o segundo cigarro com a brasa do primeiro, passou por ali um carro tocando uma música da qual se ouvia os versos "Desculpe, estou um pouco atrasado; mas espero que ainda dê tempo de dizer que andei errado, e eu entendo". Foram mais seis cigarros de reflexões profundas: nem ele mesmo se lembrava da última vez em que havia chorado. Pegou o telefone celular e tentou ligar para o celular do filho. O filho não atendeu. Resolveu então enviar uma mensagem de texto: "Fui homem para fazer o que eu queria, do jeito que eu queria. Sou pai, tenho este dever: preciso te dizer que errei, e que aprendi, e também te ensinar o que aprendi". à mensagem, o filho respondeu com outra mensagem: "Em meia hora estou em casa". O pai, retornando à oficina, pegou o carro e disse ao amigo que passava depois para acertar, ao que o amigo respondeu: "sem pressa". Em vinte minutos, o pai estava em casa. E, quando o filho abriu a porta, imediatamente disse o pai: "Errei". O filho o abraçou, e choraram juntos. E o pai começou a falar de seus erros. Disse: "Não era ela a errada, hoje eu sei. Pra falar a verdade, não é de hoje que eu sei. Um dos motivos da nossa separação, talvez o principal, foi justamente este: o lugar para onde meu dinheiro ia. Eu considerava que eu bancava a casa, e era homem: logo pensava não dever satisfação nenhuma à sua mãe. Realmente, para lá vai boa parte do meu dinheiro. Você nunca soube, mas faz um bom tempo que é assim. Ao menos até aqui foi assim". O filho ouviu em silêncio, e disse: "Ela não está com ninguém". O pai completou: "A vi por estes dias. Está muito mais bonita do que quando estava comigo. Era eu, e não ela: faz este favor pra mim: conta pra ela o que você me viu fazer". "Tá bom", disse o filho. E começaram a falar da vida que se leva. "Amanhã vou chegar um pouco atrasado ao evento em Santanópolis do Sul: vai estar todo mundo da empresa lá, eu aproveito para anunciar discretamente a minha demissão. Quem faz o que eu faço e como eu faço, filho, não fica parado. Se nem conversam comigo, por que empregar meu melhor por eles? Me perdoa, filho, pelo mundo no qual eu vivia. Pelo menos por uns dois dias, eu quero conhecer o mundo em que você vive. Quem sabe a gente não consegue profissionalizar a gestão sem a perda do caráter da iniciativa? Fala pra mim: será que um dia a gente consegue que não haja mais?". Um abraço!
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