quinta-feira, 15 de maio de 2025

Todo mundo quer falar, porém poucos têm, de fato, algo a dizer.

Umberto Eco disse que "A Internet deu voz a uma legião de imbecis". O que é um imbecil? "A arte do insulto", Matanza; o fenômeno e a definição do fenômeno; a linguagem não é a realidade. Estamos sem base na realidade, eu tenho que admitir que este bebê reborn representa uma criança para você, para não ferir a hipersubjetividade da bonequinha de porcelana. https://www.congressoemfoco.com.br/noticia/108533/deputado-propoe-multa-pesada-a-quem-levar-bebe-reborn-ao-sus . Não, não precisa multar, é só dizer que o Sistema Único de Saúde não toma parte nesta representação; "O mundo como vontad e e representação", livro por Arthur Schopenhauer, "verdade é o que é verdade para você". Pagar pensão para bebê reborn? Proceda ao teste de paternidade, faça o exame de DNA e constate que o filho não é meu, rs. https://www.youtube.com/watch?v=WhSRSi1S65E&t=24s; se uma criança levar a boneca enquanto aguarda por uma consulta, represente com ela, não sejam tão duros com as crianças. Já disse Reborn, "a escuridão ainda é pior que essa luz cinza", "Natália", Legião Urbana. Raul Seixas, "Quando acabar, o maluco sou eu". Não, não tomo parte neste mundo representativo da vida intrauterina, sendo esta a insustentável leveza do ser, que a realidade se encarrega de trazer de volta para a realidade; você nasceu, caralho, "Vos é necessário nascer de novo". Posso apanhar mas não posso bater? Minha subjetividade ninguém respeita. Escolas são depósitos de violência de toda espécie, onde o elemento regulatório se omite diante do império da lei do maqis forte, "Jeremy", Pearl Jam; até há pessoas bem-intencionadas, que fazem sua parte, fazem só o que tem que ser feito, mas elas em última instância obedecerão ao Sistema, que não trabalha para resolver os problemas da sociedade, trabalha para resolver os problemas do Sistema; servos inúteis; e ainda há os ambíguos, que se por um lado parecem fazer por você, por outro lado são os que te conduzem para a porta de saída, "Símplices como as pombas, prudentes como as serpentes". "Odiosa natureza humana", Matamza. Não espere muito, não é próprio desta época darem a cara e colocarem na reta por você. Mas se você reagir, o elemento regulatório age contra você; se não há elemento regulatório, é cada um com seu tacape. Força é diferente de violência, aprenda a sentar o braço em quem te bate. Ramones, "Blitzkrieg Bop".

Capitão Caverna e seu filho Caverninha. Para eles, a ontogênese repete a filogênese, e não se insurgirão contra isso; acreditam nesses absolutos de ordem esses idólatras, e o padrão de classe média para eles é mais importante que qualquer coisa; decair no padrão matewrial, para eles, é sinal de maldição perante o grupo, além de bens simbólicos e elementos materiais serem a e3ssência do que são nesse mundo materialista; "Not that kind of girl", Die Happy. "Welcome to the jungle", Guns and Roses. A adolescência então é a fase animalizada de uma pessoa em formação; não quero te ensinar a ser selvagem e violento, quero ensinar a, quando atacado de modo injusto, se defender.

Caverninha, só não vale explodir o moleque. Bomba de efeito moral com sódio metálico em água. Pentóxido de difósforo. Não, Caverniha, produzir balões de hidrogênio com eletrólise da água ainda não, você tem que ser capaz de conhecer e gerenciar os riscos, e isso sem minha supervisão. Dissuasão e deterrência. Jinta a galera, pega o Little Bull e amarra com arame farpado na cruz do túmulo do Cemitério e deixe passar uma noite lá, olha que escândalo, o Little Bull vai chorar e a mãe não vai escutar; meios moderados, Caverninha, não se pré-humanize. Não, Caverninha, estou do seu lado, você não vai se matar. Legião Urbana, "Clarisse". "O bom camarada está onde o problema está, e o problema está na Escola. Aí Clarisse morre de automorte, e a família, os amigos e quem gostava de Clarisse, atingidos por uma bomba atômica, ainda têm que aguentar os judeus dizendo que Clarisse está eternamente condenada; não, ela morreu de asfixia psicológica, uma forma de homicídio psicológico, o qual só existe em forma dolosa. Clarisse é uma flor que caqiu nas Mãos de Deus; é um fenômeno humano; Inferno é também para quem nega o ser humano alentado com o Espírito de Deus. Sabia que eu quase me matei por muitas vezes? Não era nem para eu estar aqui. Aí eu fumei maconha pelo efeito antidepressivo e grudaram em mim a pecha de maconheiro. Matanza, "Sob a mira". Liberação da Cannabis sativa para uso terapêutico. Melhor um noivado que dois suicídios, "Love suicide", Die Happy. As coisas estão atenienses demais, e precisam ser um pouco mais espartanas.

E quando eu tinha 16 anos, flertei com o nazismo, nazismo puro, não neonazismo; não, o caminho não é por aí, a perseguição é pior que o homicídio e raça não é conceito aplicável a pessoas, e se estiverem certos ao se considerarem os favorecidos de Deus em detrimento de outros povos, procurai a morte; aí fui para a igreja evangélica, que foi para mim um caminho temporário. Simples, Igreja Evangélica Neopentecostal dos Que Odeiam, para vocês eu traí minha fé. Perto dos 40, acreditei no terrorismo, o caminho também não é por aí. Se quiserem o Unabomber 2.0, "Vambora", Adriana Calcanhotto. O terrorismo age de modo violento e indiscriminado contra uma coletividade, como as forças da natureza, e todos e qualquer um nesta coletividade são alvo só pelo fato de serem desta coletividade; isso é pré-humano,

"6. Uma concepção tão frequente quanto errônea leva muitos a julgar que as relações de convivência entre os indivíduos e sua respectiva comunidade politica possam reger-se pelas mesmas leis que as forças e os elementos irracionais do universo. Mas a verdade é que, sendo leis de gênero diferente, devem-se buscar apenas onde as inscreveu o Criador de todas as coisas, a saber, na natureza humana.”, “Pacem In Terris”, Encíclica do Papa João XXIII.". Compaixão e Clemência.

não, a quimioterapia de precisão atinge só o câncer. "Condeno o terrorismo sob todas as formas", Yasser Arafat. Legião Urbana, "Eu sei", já disse que "Eu sei", Marisa Monte.


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