"Compaixão e Clemência".
Só a Allah adoramos; só de Deus imploramos ajuda".
Acercar-se dos homens ao invés das mulheres; acercar-se licenciosamente dos homens ao invés das mulheres.
Não adianta relativizar. Mas temos que admitir que não avançamos no sentido de abrir portas de saída da homossexualidade, porque isso é responsabilidade nossa.
Quando erramos; erramos; quando falhamos, falhamos. Desde que colocaram o caminho de Ali no Rio Chinês e desde que mataram Ali, muita coisa foi bloqueada ou dificultada. Doxologia; Ali traria o Logos; doxa e logos, "Crer no desconhecido"; o homem precisa de doxa suficiente, a mulher age por doxa estrita, jamais exija que o homem se guie por doxa estrita, isso é coisa de cultores de deidade feminina exigir isso do homem; "Permanecei entre os prostrados até que lhes chegue a certeza". Admitamos que muita coisa na Tradição foi reescrita ou escrita a posteriori observando imperativos categóricos. Porque é.
Acercar-se dos homens ao invés das mulheres é repugnante, porque isso está escrito em Moisés. O uso de força limítrofe para conter o avanço de transformações em Israel deve ser compreendido à luz de uma posição que Israel assume em determinados momentos diante de impérios poderosos, colocando estes em um "plano das idéias", do qual se tornam os israelitas cópias imperfeitas ou decaídas, devendo a aplicação destes dispositivos ser restrita a lideranças religiosas nestas situações, ou no caso de acercarem-se licenciosamente dos homens ao invés das mulheres. Quando os Sacerdotes em Israel se convertiam aos impérios poderosos e
passavam a usar esta posição em prol dos Impérios Podeeosos. O
sacerdote, o Levita que se converte a deidades femininas e se
feminiliza, e por imagem-e-semelhança desencaminham, fazendo tropeçar
pequeninos que crêem, que não são, de modo necessário, crianças.
Aplicação restritiva em contexto específico. Se é, é; assuma e renuncie
ao Sacerdócio. Aplicação do Levítico como primeira linha de contenção;
avaliação de resultados; reavaliação ou não de estratégia. Me refiro a
sacerdotes e sinto muito, consta de vossa Confissão. Teodoro e Sampaio,
"Arruela do Emo". Nada a ver comparar o celibato, que é uma exigência do ascetismo, ao celibato gay, que produz gays ascetas; Se é, é, assuma e renuncie. Homens e mulheres são naturais um para o outro, por isso não são comparáveis celibato e celibato gay. "Perchè c'è già troppa frocciagine", cruz que estabelece um limite a partir do qual não se prossegue. No
pontificado de Francisco I, a homossexualidade não impede de ser
católico, porém faz com que seja vedado o sacerdócio católico. Fagner,
"Oração de São Francisco de Assis". O celibato clerical católico é uma
exigência do ascetismo, para quem o pecado original é o sexo. Celibato é
virtuoso enquanto caminho temporário; "Casai os celibatários dentre
vós". Brian Adams, "Have you ever really loved a woman?".
Homossexualidade não é genética; o papel da genética na vida humana é diferente, porque o ser humano é alentado com o Espírito de Deus.
Não é "o que a pessoa é"; muitas vezes há elementos que a assujeitam e que são imperativos categóricos sem que a pessoa tenha consciência. O ascetismo veda a mulher ao homem.
Deidades femininas em posição arquetípica... o ponto em que o Aiatolá quer que as coisas cheguem é que a pessoa só seja gay se quiser, e é possível, desde que tenhamos a coragem de divergir da ciência que estuda o comportamento humano, porque esta não é ciência.
Até porque isso é Luta pela Causa de Allah.
O ser humano diz que não é livre se não puder ser gay. Então que sejam gays, mas por conta e risco de vocês, porque fora ficam os que praticam imoralidades sexuais. Não sei, é uma questão que é preferível deixar em aberto. Talvez até haja alguns nos cimos; não sei.
Não é moralismo; o ser humano, alentado com o Espírito de Deus, legatário de Allah na Terra, é farol aos seres, tem a responsabilidade de guardar valores.
Trazendo a questão ao Brasil. A compreensão de que a pessoa tem uma
figura feminina em plano arquetípico, e que esta figura feminina em
plano arquetípico é um imperativo categórico. Isso aliado ao
entendimento asceta que veda a mulher ao homem. E à idéia de que o homem
relacionar-se com homem seria transcendente. Não, não é determinismo biológico, são referências naturais para que estruturemos nossas vidas. Então a pessoa tem que
compreender estas coisas e decidir não crer mais nisso; "Entrará, e sairá; e achará pastagem". isso de modo
voluntário e não compulsório. Entender também que há em nossa cultura
esta coisa de depreender estruturas do comportamento animal porque
arquetipizamos animais; pelo medo do conflito entre macho mais novo e
macho mais velho, a mãe feminiliza o filho. O Édipo não é intrínseco ao
humano; a forma liteeária desta questão é uma forma elaborada em uma
sociedade que arquetipizou animais e destes depreendeu estruturas, em
que o macho que detêm a fêmea do território detém o poder naquele
território, que é pelo que macho mais novo e macho mais velho conflitam.
Há também o medo de ser homem e conflitar com o homem. Ser homem não
significa ser violento, nem absoluto sobre a mulher, nem macho do
animal, muito menos divindade. Não adianta dizer que não sou gay, para
vocês eu sou. Porque vocês não me vêem com mulher? Então tenho que
demonstrar que não sou. Às vezes é só um padrão de castidade da Deis É
Amor, rs. Débora, Léia e Ereni, "Galileu". Vamos chamar de modo informal
de "desgazelização"; eles não gostam que confiramos a eles um
tratamento que não contemple o plano arquetípico o qual eles acham que
ocupam. Falcão, "Homem é homem". A Justiça deveria reconhecer retorsão
imediata contra preconceito de casta, "similibus similia curantur".
Fagner, "No Ceará é assim". XXIV, 24, um número muito significativo no Brasil, associado ao "Veado" por causa do jogo do bicho.
Se conseguirmos agir sem ódio, violência, irracionalidade e perseguição, podemos falar no Brasil, a não ser que se considere que tudo o que um religioso diz o seja.
Elis Regina, "Alô, alô, Marciano".
"Mas você não é Aiatolá". É só o Aiatolá assinar. Legião Urbana, "O mundo anda tão complicado".


Nenhum comentário:
Postar um comentário