https://www.youtube.com/watch?v=vbNV-fClEq4 . O ponto culminante da tragédia grega é o momento que antecede o ingresso do personagem na tragédia propriamente dita. "O diagnóstico de morte, hoje, ou é morte evidente ou 17 critérios, até onde sei; mudam sempre. Tirai a pedra porque Lázaro está vivo". Diagnósticos de morte que não eram exatos na época de Jesus; se o xamã disser que morreu, morreu; o corpo do morto é tabu e o xamã é totem. Aí Jesus chegava e contestava. Aí Jesus chegava e aplicava técnicas as quais aprendera ou desenvolvera. Aí Jesus chegava e promovia avanços. Assim Jesus, com o Beneplácito de Allah, ressuscitava mortos; tudo no limite das leis naturais, porque a Criação de Allah é imutável, e este é um elemento de estabilidade do Universo. O Universo tem linhas-mestras muito claras e muito estáveis. Nem tudo muda. O corpo não suporta mais a vida. Não poderíamos ressuscitar sua filha; me desculpe. 'Bem-aventurados os que não viram e creram'; os que não viram o que buscavam e, ainda assim creram, 'Senhor Meu e Deus Meu'", porque havia um ajuste a fazer entre o modelo teológico e a realidade efetiva. "Não penso o milagre como suspensão de leis naturais"; "A Criação de Allah é imutável".
Admitamos este vídeo como verdadeiro. Porque o relógio pode ter sido alterado, a placa pode ser gerada por inteligência artificial, hoje está foda. Essas coisas acontecem, https://www.youtube.com/shorts/HOw57HIoPyI ; a probabibilidade disso acontecer é calculável, e é um número muitíssimo pequeno, para lá do zero; bem, isso mostra à pessoa para estar atenta a estas coisas, porque isso pode sinalizar decisões; método de duas chaves, indicação e verificação. Você vive em um mundo criado por uma Inteligência muitíssimo superior à sua. Tetê Espíndola, "Escrito nas estrelas". Você descarta e diz que é "acaso"; mas, se você observar, é muito acaso acontecendo por acaso; o mais honesto não é ser ateu; se você não quiser acreditar, seja agnóstico, mas não diga que Deus inexiste. Você como Deus é que não existe. Joan Osbourne, "One of us". Acho que a gente começa bem se você não for divindade.
Aquele pastor evangélico seria o primeiro a quem ele não mataria por contrariá-lo. "Eu matei pelo meu ego muita gente que me dizia a verdade". Aquela criança na qual ele via os Valores lá da raiz de sua mãe agora é uma mulher, que decidiu divergir do caminho do pai. O Godfather se cerca de uma Guarda Pretoriana evangélica narcopentecostal; um de seus cães, um idiota de iniciativa, viu uma ameaça ao Godfather no marido da filha dele; na verdade é um soldado chapado praticando transferência de culpa; e ao matar o marido, matou também a esposa, filha do Godfather. Suzanne Vega, "Luka". "Eu matei minha filha de modo culposo, mas doloso; em minha vida agora nada presta, exceto ela". Pai e filha se encontram em um velório de um familiar. "Pai, aqui não é lugar nem momento para brigarmos". "Você vai me ouvir". "Vamos lá no Cemitério conversar"; Marcelo D2, "Desabafo". Ela fala tudo o que há para falar para ele em frente ao túmulo da família, como se ele estivesse ouvindo da mãe, já falecida. "Espere de mim o mínimo do mínimo de meu laço de parentesco com o Sr.; o Sr. para mim é um nome no meu RG". Cláudia, "Deixa eu dizer". Intensidade italiana, profundidade germânica, simplicidade brasileira, ciente de que não dá para reduzir tudo a termos simples. O mais essencial é simples. https://www.youtube.com/shorts/Rj_vcamCqCg . "Bota na conta do Papa". Porque se o Papa cedesse, na sua estada no Rio de Janeiro em 1997, em não se hospedar em um lugar que demandaria uma operação policial em que iria morrer gente, isso não teria acontecido. Era o que se esperava do Papa. E é por isso que as pessoas desanimam do Papa.
É comum no filme os personagens estarem em lugares onde há "Som ambiente", Legião Urbana. Música no carro. Quanto mais fácil for licenciar uma música para uso, melhor para esta música, porque o filme induzirá as pessoas a ouvirem a música nas plataformas.
O Godfather age na ausência do pai. Fábio Jr., "Pai"; não deixe esta música para a UTI nem para o velório do seu pai, porque lá ele não ouve. Renato Russo, "La vita è adesso".
"(...) o Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor."; não, o Senhor Deu, e eu, como divindade, matei. Bendito seja o Nome do Senhor.
Jó 1:21
"Se não há pena de morte no Brasil, quero ser julgado em um país em que haja pena de morte". Fagner, "Oração de São Francisco de Assis". Nem tudo está perdido. "Ou respeitam o mínimo de dignidade dele ou vai tudo isso aqui 'Pelos ares', Adriana Calcanhotto". Absolvam este rapaz. "Hitler não tinha o que deixar nem a quem deixar; deixo a este rapaz os valores que um dia recebi e os quais corrompi; que ele me veja como eu fui, não como o fiz acreditar que eu era".
É assim que termina, Poderoso Chefão. É aqui que você começa. Não posso decidir por você.
Wagner Moura é o dono da bola, e se ele não ceder a bola, ninguém mais joga; a cara do Brasil. Ficar segurando a bola, porque fazer esperar é um princípio de relação de poder. O personagem "Capitão Nascimento" morrerá em um acidente de trânsito provocado por um caminhoneiro verdureiro cheirado e rebitado, e arqueado. https://www.youtube.com/shorts/5uFh7qRuMVc?si=QGiwbT132h1eY3T_
Traficantes evangélicos e o novo Nascimento. https://www.youtube.com/shorts/Pktbh-YCGas . O Capitão Fábio tem uma filha. O Pelé não pode jogar, o Garrincha pega a bola e fala "Agora sou eu" porque precisa de um desses. "O Sr. cometeu crimes na Arábia Saudita?". Alemanha acima de tudo, acima de tudo no mundo. A Máfia agencia valores, e, por estes valores, agencia. LHP L Oposta, Lealdade, Humildade e Proceder dos 2 lados. Uma inteligente e preparada mulher de classe média https://www.youtube.com/shorts/21OTKfV39yA quer o mesmo que Fábio; em uma festa a fantasia, ele a aborda, "Qual a sua fantasia?". "Mulher de César". O último pulsar do valor militar naquele coração; matar quem matou o Mathias, pedir baixa da PM, pegar um capital inicial e sair fora disso. https://www.youtube.com/shorts/2NUi5c-k7aY . Agora ele comanda a barca. https://www.youtube.com/shorts/89dnKLOok-E . E ele leva Salomé para conhecer sua pequena Província. Uma vida vil, bruta e breve, uma sucessão de sucessões em disputa de poder; a vida do vencedor se divide em duas; o tempo que ele viveu até agora e o pouco tempo que lhe resta para viver. "Ou você evolui ou este será seu destino. Sex Pistols, "God Save The Queen"; eis um caminho em que as concupiscências se encontram; "Cada um é tentado pelas próprias concupiscências". Jovem, bonita, bem formada, um bom currículo, e alguma experiência; mas nada lícito lhe daria o poder que ela queria; e o caminho é mais difícil e mais demorado. https://www.youtube.com/shorts/Lf3XcOJsSVE . "Qual seu personagem de cinema favorito?". Michael Corleone. Assistindo "Godfather" no home cinema. 'The Godfather's Original Theme". Quer um filme mais cult?
Ira, "Chorando no campo". https://www.uol.com.br/splash/noticias/2025/11/08/10-filmes-que-martin-scorsese-recomenda-ver-antes-de-morrer.htm .
"Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.".
Criada para mandar, e isso ela sabia fazer. Capital Inicial, "Fogo".
A transformação de Fábio em mafioso; é o próximo passo, deixar a vida vil, bruta e breve em que a morte promove ao Abismo e se organizar para tomar o poder. O malandro culturalmente aceito, ainda que limítrofe, porque os mais velhos são piores, e perto dos filhos desses velhos, ele é um bom homem. O malandro se corrompe. Todos querem a redenção dele, porém só ele não a quer; seja feita a vontade dele assim na Terra como no Céu. A Máfia é um Estado em um Território, a Máfia tem seu Monarca, sua Nobreza, sua Corte; é outra sociedade que se reclama legítima; êmula do Estado. Bezerra da Silva, "Meu bom Juiz". Um complexo pensado como a gota que contém o oceano do Brasil; a mulher é de fato muito inteligente, mas as pessoas não respeitam ela como respeitam ele, só a respeitam se ela estiver com ele. Ele começa a acolher alguns refugiados de guerras no mundo muçulmano, escolhidos a dedo; know-how. Bem-tratados e bem-pagos, vêem nele um Protetor do Islã. Muito esperto, e, depois dela, muito disposto, mas nem tão inteligente, e precisa dela para que tenha um pouco de disciplina. Three Days Grace, "I Hate Everything About You". Ele procura e promove gente muito boa e derrotada, como fazem os japoneses; "Bem, redondo não é, mas o que é redondo neste País?". É o último lugar a ser invadido pelas Forças de Segurança Pública. Enquanto todos pensam em disputas de território em uma lógica de expansão rápida e contínua, ele constrói as raízes do bambu chinês; você não vê a planta crescer, porque está desenvolvendo as raízes que permitirão suportar fortes ventos. Linkin Park, "In the end". Quase todo o tráfego de Internet do Complexo é monitorado; onde a criptografia ponta-a-ponta ainda não permite, há o keylogger, o carbon-copy e o print screen. Molejo, "Dança da Vassoura". Die Happy, "Undercover Genius". Dessa parte quem cuida é um sobrinho de Fábio. Claro que não é ele que pensa isso, ele está cercado por gente muito boa e que gosta dele, mas não gosta dela. Agora ele é um Senhor da Guerra no Complexo; https://panoramamercantil.com.br/khun-sa-o-falecido-birmanes-foi-o-rei-do-opio/ , "A montanha mágica", Legião Urbana. Survivor, "Eye of the Tiger". Com apostas ilegais e crimes cibernéticos elaborados ele mantém um exército particular. Bezerra da Silva, "Acordo de Malandro"; Fábio percebeu que o bicho vai pegar na Guerra às Drogas e abre mão de receita com venda de drogas, e direciona a demanda do Complexo dele para uma área contígua no Complexo vizinho, tudo pensado para discrição e facilitar logística, exceto pelo fato de posicionar a área de venda em um ponto que ele pode tomar com facilidade; é outro nível. Em troca dos "Direitos do Bicho". Uma cena simples, uma moça preenche um cadastro no início do filme, retratando a excessiva burocracia, que exerce poder onde deveria prestar serviço, a câmera mostra o RG dela e no "Nome do pai" aparece "Fábio Barbosa"; uma moça muito bonita; ele é feio, porém a mãe é muito bonita, é onde acontecem estes milagres, rs. Ela ganha protagonismo mais para o final do filme, quando Fábio e a companheira, mais nova que ele, têm um filho. "Rompi com meu pai, não com meu irmão". O filho é assassinado junto com a companheira; quando ele se levanta e se organiza para a vingança, cego pelo ódio, é golpeado. E perde a filha. Fortuna é caprichosa, e o abate de um modo que ele não se levanta mais.
Uma longa cena sem cortes, à noite, na Baía de Guanabara. O pastor betpentecostal diz, "Mas permanecei em Jerusalém até que do alto sejais revestidos de poder"; sempre o mesmo erro, se preparar e esperar o momento oportuno para partir para tomar o poder, imaginando que o movimento ganhará massa. Um dos principais players de apostas ilegais do Brasil. Rolos com criptomoedas; engenharia financeira sofisticada. Com os contatos e a experiência que tem, negocia com a Polícia, que entra no Complexo, mas já sabe onde pode ir e onde não pode ir. Parábola das Dez Virgens; o desespero da virgem néscia ao subir o Corcovado. Tarde demais para amar. Por quanto tempo esta voz te chamou? Por quanto tempo estes braços estiveram abertos, sempre a te esperar? Agora você verá o que é tragédia; a perspectiva de uma decisão mais corajosa que a de Hitler naquele momento o motiva. Aquele jovem seguidor o acompanhava, fortemente armado, para garantir-lhe um mínimo de dignidade na sua nudez. A Virgem Néscia aceita sua condição; que não pecar e não atribuir a Deus falta alguma lhe melhore nem que seja um pouco a condição. Quando Fábio se levanta da morte da companheira, assassinada por um traficante evangélico assim que ela se separa dele, "Tra te e il mare", Laura Pausini, vem a morte da filha. Favorecidos de Deus em detrimento de outros povos; procurai a morte se estiverdes certos, verdade é o que é verdade para eles, nunca estão errados. "Eu já me autossentenciei; só peço a execução". Autossentença avaliada e aprovada; pode executar. "Nem que eu tenha que dar um tapa na cara do MBS para isso". Na Arábia Saudita você não pode tocar no MBS, ele é revestido de Mana da Polinésia, rs. Ele tem tanto mana que é intocável às pessoas. Não fui pior que Hitler, nem fui melhor que Hitler, nem fui igual a Hitler. Hitler é a tragédia alemã. Legião Urbana, "Vamos fazer um filme". Corinna Harfouch em "Der Untergang", "A Queda! As Últimas Horas de Hitler", película na qual ela interpreta Magda Goebbels; https://www.youtube.com/watch?v=8KeeUAts73Q . A tragédia germânica encontra seu clímax na vivência da tragédia pelo personagem. O clímax da tragédia grega e ponto culminante da tragédia germânica. A percepção do valor da pessoa que perdeu após constatada a perda irreversível desta pessoa e a própria culpa por esta perda. Tudo bem, ele vai a um inimigo que quer matá-lo e se apresenta para a morte, acompanhado de seu jovem seguidor; ainda é um homem que guarda certos valores de homens de topo, um miliciano. Libere o jovem seguidor; jovem seguidor, vá para a Igreja. "Fiz o que fiz, sou o que sou e não estou sozinho". "Quis o Destino te conceder esta vitória, vim trazê-la até você, bem como lhe trazer o exemplo de lealdade deste jovem e interceder por ele, para que ele possa seguir o caminho de Deus, e para que não morra mais ninguém que não precisa morrer.". E o inimigo diz "Veni, Vidi, Vici". Renato Russo, "Ti chiedo onestà". O Programa Espacial Russo foi desenvolvido a partir do programa de mísseis balísticos da Alemanha Nazista, derrotada na guerra. A tecnologia do motor a jato nos aviões ficou para os EUA. https://www.youtube.com/watch?v=zJ3zaNjAkDE&t=221s
E lá está o jovem seguidor no sepultamento dele. "Este homem foi para mim o que ninguém foi e fez por mim o que ninguém fez". "Não diga nada". Um tiro de 12. "quem corta a madeira tem que carregar". O corpo é encontrado sepultado em um local temporário. O miliciano se vale de disputas de poder e toma o Complexo.

O ciclo de passivo infinito.
É por isso que o número 1, em algarismos indo-arábicos tem este formato; a escada da subida e o tamanho do tombo.
Vanessa da Mata, "Boa sorte". Los Hermanos, "O vencedor"."1
Dos braços do poeta
Pende a ópera do mundo
(Tempo, cirurgião do mundo):
O abismo bate palmas,
A noite aponta o revólver.
Ouço a multidão, o coro do universo,
O trote das estrelas
Já nos subúrbios da caneta:
As rosas perderam a fala.https://www.uol.com.br/splash/noticias/2025/11/08/10-filmes-que-martin-scorsese-recomenda-ver-antes-de-morrer.htm .
Entrega-se a morte a domicílio.
Dos braços...
Pende a ópera do mundo.
2
Tenho que dar de comer ao poema.
Novas perturbações me alimentam:
Nem tudo o que penso agora
Posso dizer por papel e tinta.
O poeta já nasce conscrito,
Atento às fascinantes inclinações do erro,
Já nasce com as cicatrizes da liberdade.
O ouvido soprando sua trompa
Percebe a galope
A marcha do número 666.
Palpo as Quimeras,
O tremor
E os jasmins da palavra «jamais».
3
Dos telhados abstratos
Vejo os limites da pele,
Assisto crescerem os cabelos dos minutos
No instante da eternidade.
Vejo ouvindo, ouço vendo.
Considero as tatuagens dos peixes,
O astro monossecular.
Os rochedos colocam-se máscaras contra pássaros asfixiantes,
A grande Babilónia ergue o corpo de dólares.
Ruído surdo, o tempo oco a tombar...
A espiral das gerações cresce.".
Murilo Mendes, "Aproximação do Terror".
"Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.".
Segue um texto do Pr. Ricardo Gondim,
"Vivi parte de minha adolescência nas décadas de sessenta e setenta. Naqueles anos, os Beatles e os Rolling Stones reinavam na música. Discutia-se o existencialismo de Sartre nos barzinhos de Ipanema. As mulheres se libertavam lendo Simone de Beauvoir. Che Guevara inspirava os ideais revolucionários dos latino-americanos. As drogas se tornaram uma obsessão mundial. Muitos jovens caminhavam pelas trilhas que começavam em Amsterdã, seguiam pelo Afeganistão e chegavam à Índia em busca de haxixe. A maconha deixou de ser consumida no submundo da marginalidade e dominou as universidades das Américas. Tomavam-se doses mínimas de LSD para viajar por horas no mundo alucinógeno. Os picos de heroína nas veias abreviavam a vida de milhares.
Os tempos mudaram. A rebeldia dos jovens aquietou-se, os heróis comunistas ruíram, o consumismo substituiu as antigas aspirações revolucionárias e a “techno music” substituiu o rock. Aquelas drogas que entorpeciam e deixavam seus usuários num estado zen, foram suplantadas por outras que ativam, energizam e potencializam. Substituíram-se os tóxicos que causavam torpor por outros que davam uma sensação de poder e de autonomia. Assim, hoje quase não se fala mais em heroína ou LSD. As drogas da moda são a cocaína e sua versão mais barata, o crack. E cresce a busca pelas sintéticas, como o ecstasy, que prometem um melhor desempenho, inclusive sexual.
A religião também mudou muito. Naqueles anos, predominava entre os jovens o conceito que a religião servia os interesses das elites, pacificando os oprimidos. Os debates reforçavam o pensamento de Karl Marx que em 1844 afirmou: “O sofrimento religioso é, a um único e mesmo tempo, a expressão do sofrimento real e um protesto contra o sofrimento real”. Marx acreditava que “a religião é o único suspiro da criatura oprimida, o coração de um mundo sem coração e a alma de condições desalmadas”. Meus contemporâneos repetiram sua conclusão: “A religião é o ópio do povo”.
Marx não afirmava que a religião é um narcótico qualquer. Ele a identificava com um entorpecente poderosíssimo de seus dias: o ópio. As condições sociais perversas da Europa no século XIX condenavam os trabalhadores a pouco mais que escravos. Marx entendia que as mesmas condições também produziram uma religião que prometia um mundo melhor só para a próxima vida. Assim, tanto ele como seus seguidores difundiram que a religião não é apenas uma ilusão, mas cumpre a função social: de distrair os oprimidos. Por isso, afirmava que a religião é um narcótico que não apenas alivia a dor do trabalhador, como lhe embriaga, roubando o seu poder de transformar sua realidade. Para ele, a esperança religiosa era um ópio que prometia felicidade no porvir, adiando o furor revolucionário. O pior é que ele tinha razão em suas análises. A igreja de seus dias realmente estava decadente e, aliada à aristocracia, desempenhava exatamente esse papel anestesiante.
Porém, com a pós-modernidade, a religião já não cumpre essa tarefa entorpecente. No ocidente, a proposta religiosa vem crescentemente se tornando mais parecida com outro tóxico: a cocaína. O neo-liberalismo, pai deste materialismo consumista tão bem representado no fascínio pelos shoppings e pelas grifes, já entorpece como o ópio. Por outro lado, a religião de hoje procura excitar e produzir sensações de poder parecidas com a da cocaína.
As igrejas neopentecostais se multiplicam prometendo que as pessoas têm o direito de ser felizes aqui e agora. Repetem exaustivamente que ninguém precisa transferir para a eternidade o que pode ser reivindicado já. Insistem na promessa feita a Israel de que o fiel é “cabeça e não cauda”. E assim o crente que freqüenta os cultos da prosperidade, recebe semanalmente uma injeção de cocaína espiritual no sangue, fazendo que se sinta o dono do mundo. Nem que seja por apenas alguns minutos de culto, sonha com tudo o que os seus olhos gulosos viram as empresas de marketing anunciar na televisão.
As igrejas se transformam em ilhas da fantasia capitalista. Empresários falidos, artistas em fim de carreira, jogadores de futebol mal-sucedidos, empregados sem qualificação, correm para as infindáveis campanhas em busca de reverter a pretensa “maldição” que paira sobre suas vidas. E, depois de espoliados, são devolvidos à dura realidade da vida, obrigados a encarar a rebordosa da segunda-feira. Dependurados nos trens suburbanos ou numa fila burocrática sofrem tristes e deprimidos como os foliões do carnaval que voltam para seu destino na madrugada da quarta-feira de cinza. Enfrentam sozinhos a dura realidade de que não são reis ou rainhas, apenas sub-empregados; obrigados a viverem com um salário miserável.
A própria definição do que é fé vem sofrendo enormes mudanças. Antigamente entendia-se fé como uma adesão a um conceito teológico ou mesmo como uma habilidade sensitiva de perceber o mundo espiritual. Pessoas de fé discerniam as ações de Deus e do mundo espiritual com maior acuidade. Eram pessoas que confiavam no caráter de Deus, mesmo sem evidências que comprovassem sua palavra. Hoje se entende fé como uma mera capacidade de instrumentalizar os poderes de Deus egoisticamente. Por isso, fé e cocaína se parecem muito; dão uma falsa sensação de poder e geram pessoas artificialmente soberbas. Mas a ressaca tanto da cocaína como da fé pós-moderna é horrível, pois vem sempre acompanhada de depressão e desengano.
O tóxico religioso de hoje é sempre estimulante. Por isso os novos mercadejadores da fé precisaram redefinir, inclusive, a pessoa de Deus. A divindade pós-moderna só existe para servir os caprichos das pessoas. Os cultos se transformaram em centros de aperfeiçoamento e aprimoramento humano. As igrejas deixaram de ser espaços para se cultuar a divindade, especializaram-se em ensinar como manipular Deus. As liturgias espiritualizam as técnicas mais populares de como “liberar o poder de Deus”, “afastar encostos”, “tomar posse dos direitos”, “conquistar gigantes”. As pessoas se aproximam de Deus cheias de direitos, vontades, acreditando que são o centro do universo e que tudo e todos lhes devem obrigações. Perde-se o estado de “maravilhamento”, reverência e submissão ao Eterno.
Assim o propósito de toda atividade religiosa é homocêntrica, nunca teocêntrica. As igrejas acabam se transformando em balcões de serviços religiosos e a relação do pastor com os fiéis é a mesma do empresário com o cliente. Redobram-se os esforços de oferecer uma maior gama de atividades que agradem os clientes que se tornaram ferozes consumidores religiosos e com um nível de exigência tremenda.
Acredito que a genuína mensagem do evangelho não pode ser comparada ao ópio como fez Marx e nem à cocaína, como fazem os pregadores da religiosidade pós-moderna.
Jesus Cristo não prometeu um celeste porvir que anestesiava. Seus discípulos foram convocados a serem o sal da terra, levedarem a massa, enfrentarem os reis poderosos, transformarem a realidade aqui e agora. Antes que se levante o sol da justiça e que o Senhor volte trazendo salvação sob suas asas, Ele comissionou sua igreja a enfrentar as estruturas humanas que produzem a morte e declarar guerra ao próprio inferno. Tampouco, prometeu que nos tornaríamos os donos do mundo, ricos e prósperos. Fomos chamados para encarnarmos o mesmo sentimento que houve em Cristo, que sendo em forma de Deus não teve por usurpação ser igual a Deus, mas tomou a forma de servo, humilhando-se até a morte e morte de cruz.
O culto não deveria ser diminuído e se transformar em um centro de auto-ajuda. Não precisamos aprender técnicas que nos ajudem a obter o favor de Deus. Precisamos sim aprender celebrar o seu grande amor de Pai que nos quer bem, apesar de nossa própria pequenez.
Acredito que Marx estava certo quando denunciou o que acontecia com a igreja que se colocava a serviço das aristocracias. Aquela religião adoecida e morta realmente merecia a pecha de ópio do povo. Os líderes religiosos que comiam nas mesas dos poderosos e que desdenhavam da sorte dos miseráveis realmente buscavam entorpecer o povo.
O que se oferece de muitos púlpitos pós-modernos não é o Evangelho de Jesus Cristo, mas mera cocaína religiosa. E se algum outro filósofo ateu afirmar que essa religião pragmática que se espalha no ocidente, combina com o narcótico da moda, também seremos obrigados a concordar. Já se ouve o murmúrio das pedras. Urge que os profetas comecem a falar. Soli Deo Gloria".
"A religião é a cocaína do povo". Por que esta comparação? A cocaína é um enteógeno, "Deus dentro",a pessoa usa e se sente divindade; e eles são um povo de deuses.
Para entender a questão "A religião é o ópio do povo", "O texto abaixo é um fragmento de um discurso proferido por Adolf Hitler, em 1940. Nesse discurso, os outros planos do Führer ficam claros – planos que iam além de conquistar outras nações e ganhar a guerra.
'Os poloneses [acentuou Hitler] nasceram especialmente para o trabalho pesado (...). Não é preciso pensar em melhorias para eles. Cumpre manter, na Polônia, um padrão de vida baixo, não se permitindo que suba (...). Os poloneses são preguiçosos e é necessário usar a força para obrigá-los a trabalhar (...).
Devemos utilizar-nos do governo geral (da Polônia) simplesmente como fonte de mão de obra não especializada (...). Poder-se-ia conseguir ali, todos os anos, os trabalhadores de que o Reich possa necessitar.
Quanto aos sacerdotes poloneses, (...) eles pregarão o que mandarmos. Se qualquer sacerdote agir diferentemente, daremos cabo dele. Sua tarefa é manter os poloneses tranquilos, broncos e fracos de espírito.'. Gonzaguinha, "Comportamento geral".
Hitler, um personagem central na Ópera do Mundo.
"A religião é a maconha do povo", rs. Marcelo D2, "Nunca esquecer" que é o dogma que quebra a religião. Irracional e dogmática; mais malefícios do que benefícios.
Agora sim, culto racional e a força da Verdade, sendo verdade o que é verdade diante de Deus.
O personagem "Capitão Nascimento" pode escolher não morrer. Cometi o crime de "personagencídio", rs.
Marcelo D2, "É preciso lutar". https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/28/cultura/1519832097_149422.html
Berlim está sitiada e a guerra está perdida. Bach, "Adagio". https://www.uol.com.br/tilt/noticias/reuters/2025/11/06/meta-esta-ganhando-uma-fortuna-com-enxurrada-de-anuncios-fraudulentos-mostram-documentos-internos.htm . Lauana Prado, "Whisky vagabundo"; um bom homem de negócios não é de modo necessário um bom homem. Ganhou o mundo e perdeu a alma. Sim, somos burocratas que por meio de regulamentação obstaculizam a inovação; a pergunta é, permitirá a sociedade a corrupção da alma da sociedade em troca dos resultados da Meta? Regulamentar é mexer com receita. Liberdade, Dignidade e Responsabilidade de expressão. https://www.youtube.com/shorts/0cosAQmew7c .
Vivi parte de minha adolescência nas décadas de sessenta e setenta. Naqueles anos, os Beatles e os Rolling Stones reinavam na música. Discutia-se o existencialismo de Sartre nos barzinhos de Ipanema. As mulheres se libertavam lendo Simone de Beauvoir. Che Guevara inspirava os ideais revolucionários dos latino-americanos. As drogas se tornaram uma obsessão mundial. Muitos jovens caminhavam pelas trilhas que começavam em Amsterdã, seguiam pelo Afeganistão e chegavam à Índia em busca de haxixe. A maconha deixou de ser consumida no submundo da marginalidade e dominou as universidades das Américas. Tomavam-se doses mínimas de LSD para viajar por horas no mundo alucinógeno. Os picos de heroína nas veias abreviavam a vida de milhares.
Os tempos mudaram. A rebeldia dos jovens aquietou-se, os heróis
comunistas ruíram, o consumismo substituiu as antigas aspirações
revolucionárias e a “techno music” substituiu o rock. Aquelas drogas que
entorpeciam e deixavam seus usuários num estado zen, foram suplantadas
por outras que ativam, energizam e potencializam. Substituíram-se os
tóxicos que causavam torpor por outros que davam uma sensação de poder e
de autonomia. Assim, hoje quase não se fala mais em heroína ou LSD. As
drogas da moda são a cocaína e sua versão mais barata, o crack. E cresce
a busca pelas sintéticas, como o ecstasy, que prometem um melhor
desempenho, inclusive sexual.
A religião também mudou muito. Naqueles anos, predominava entre os
jovens o conceito que a religião servia os interesses das elites,
pacificando os oprimidos. Os debates reforçavam o pensamento de Karl
Marx que em 1844 afirmou: “O sofrimento religioso é, a um único e mesmo
tempo, a expressão do sofrimento real e um protesto contra o sofrimento
real”. Marx acreditava que “a religião é o único suspiro da criatura
oprimida, o coração de um mundo sem coração e a alma de condições
desalmadas”. Meus contemporâneos repetiram sua conclusão: “A religião é o
ópio do povo”.
Marx não afirmava que a religião é um narcótico qualquer. Ele a
identificava com um entorpecente poderosíssimo de seus dias: o ópio. As
condições sociais perversas da Europa no século XIX condenavam os
trabalhadores a pouco mais que escravos. Marx entendia que as mesmas
condições também produziram uma religião que prometia um mundo melhor só
para a próxima vida. Assim, tanto ele como seus seguidores difundiram
que a religião não é apenas uma ilusão, mas cumpre a função social: de
distrair os oprimidos. Por isso, afirmava que a religião é um narcótico
que não apenas alivia a dor do trabalhador, como lhe embriaga, roubando o
seu poder de transformar sua realidade. Para ele, a esperança religiosa
era um ópio que prometia felicidade no porvir, adiando o furor
revolucionário. O pior é que ele tinha razão em suas análises. A igreja
de seus dias realmente estava decadente e, aliada à aristocracia,
desempenhava exatamente esse papel anestesiante.
Porém, com a pós-modernidade, a religião já não cumpre essa tarefa
entorpecente. No ocidente, a proposta religiosa vem crescentemente se
tornando mais parecida com outro tóxico: a cocaína. O neo-liberalismo,
pai deste materialismo consumista tão bem representado no fascínio pelos
shoppings e pelas grifes, já entorpece como o ópio. Por outro lado, a
religião de hoje procura excitar e produzir sensações de poder parecidas
com a da cocaína.
As igrejas neopentecostais se multiplicam prometendo que as pessoas
têm o direito de ser felizes aqui e agora. Repetem exaustivamente que
ninguém precisa transferir para a eternidade o que pode ser reivindicado
já. Insistem na promessa feita a Israel de que o fiel é “cabeça e não
cauda”. E assim o crente que freqüenta os cultos da prosperidade, recebe
semanalmente uma injeção de cocaína espiritual no sangue, fazendo que
se sinta o dono do mundo. Nem que seja por apenas alguns minutos de
culto, sonha com tudo o que os seus olhos gulosos viram as empresas de
marketing anunciar na televisão.
As igrejas se transformam em ilhas da fantasia capitalista.
Empresários falidos, artistas em fim de carreira, jogadores de futebol
mal-sucedidos, empregados sem qualificação, correm para as infindáveis
campanhas em busca de reverter a pretensa “maldição” que paira sobre
suas vidas. E, depois de espoliados, são devolvidos à dura realidade da
vida, obrigados a encarar a rebordosa da segunda-feira. Dependurados nos
trens suburbanos ou numa fila burocrática sofrem tristes e deprimidos
como os foliões do carnaval que voltam para seu destino na madrugada da
quarta-feira de cinza. Enfrentam sozinhos a dura realidade de que não
são reis ou rainhas, apenas sub-empregados; obrigados a viverem com um
salário miserável.
A própria definição do que é fé vem sofrendo enormes mudanças.
Antigamente entendia-se fé como uma adesão a um conceito teológico ou
mesmo como uma habilidade sensitiva de perceber o mundo espiritual.
Pessoas de fé discerniam as ações de Deus e do mundo espiritual com
maior acuidade. Eram pessoas que confiavam no caráter de Deus, mesmo sem
evidências que comprovassem sua palavra. Hoje se entende fé como uma
mera capacidade de instrumentalizar os poderes de Deus egoisticamente.
Por isso, fé e cocaína se parecem muito; dão uma falsa sensação de poder
e geram pessoas artificialmente soberbas. Mas a ressaca tanto da
cocaína como da fé pós-moderna é horrível, pois vem sempre acompanhada
de depressão e desengano.
O tóxico religioso de hoje é sempre estimulante. Por isso os novos
mercadejadores da fé precisaram redefinir, inclusive, a pessoa de Deus. A
divindade pós-moderna só existe para servir os caprichos das pessoas.
Os cultos se transformaram em centros de aperfeiçoamento e aprimoramento
humano. As igrejas deixaram de ser espaços para se cultuar a divindade,
especializaram-se em ensinar como manipular Deus. As liturgias
espiritualizam as técnicas mais populares de como “liberar o poder de
Deus”, “afastar encostos”, “tomar posse dos direitos”, “conquistar
gigantes”. As pessoas se aproximam de Deus cheias de direitos, vontades,
acreditando que são o centro do universo e que tudo e todos lhes devem
obrigações. Perde-se o estado de “maravilhamento”, reverência e
submissão ao Eterno.
Assim o propósito de toda atividade religiosa é homocêntrica, nunca
teocêntrica. As igrejas acabam se transformando em balcões de serviços
religiosos e a relação do pastor com os fiéis é a mesma do empresário
com o cliente. Redobram-se os esforços de oferecer uma maior gama de
atividades que agradem os clientes que se tornaram ferozes consumidores
religiosos e com um nível de exigência tremenda.
Acredito que a genuína mensagem do evangelho não pode ser comparada
ao ópio como fez Marx e nem à cocaína, como fazem os pregadores da
religiosidade pós-moderna.
Jesus Cristo não prometeu um celeste porvir que anestesiava. Seus
discípulos foram convocados a serem o sal da terra, levedarem a massa,
enfrentarem os reis poderosos, transformarem a realidade aqui e agora.
Antes que se levante o sol da justiça e que o Senhor volte trazendo
salvação sob suas asas, Ele comissionou sua igreja a enfrentar as
estruturas humanas que produzem a morte e declarar guerra ao próprio
inferno. Tampouco, prometeu que nos tornaríamos os donos do mundo, ricos
e prósperos. Fomos chamados para encarnarmos o mesmo sentimento que
houve em Cristo, que sendo em forma de Deus não teve por usurpação ser
igual a Deus, mas tomou a forma de servo, humilhando-se até a morte e
morte de cruz.
O culto não deveria ser diminuído e se transformar em um centro de
auto-ajuda. Não precisamos aprender técnicas que nos ajudem a obter o
favor de Deus. Precisamos sim aprender celebrar o seu grande amor de Pai
que nos quer bem, apesar de nossa própria pequenez.
Acredito que Marx estava certo quando denunciou o que acontecia com a
igreja que se colocava a serviço das aristocracias. Aquela religião
adoecida e morta realmente merecia a pecha de ópio do povo. Os líderes
religiosos que comiam nas mesas dos poderosos e que desdenhavam da sorte
dos miseráveis realmente buscavam entorpecer o povo.
O que se oferece de muitos púlpitos pós-modernos não é o Evangelho
de Jesus Cristo, mas mera cocaína religiosa. E se algum outro filósofo
ateu afirmar que essa religião pragmática que se espalha no ocidente,
combina com o narcótico da moda, também seremos obrigados a concordar.
Já se ouve o murmúrio das pedras. Urge que os profetas comecem a falar.
Soli Deo Gloria
Ricardo Gondim
Ler mais: https://essenciadoevangelho.webnode.com.br/religi%C3%A3o%20e%20a%20cocaina%20do%20povo-/
O Brasil apresenta uma média de 1,3 smartphone por pessoa; https://spectrum-ieee-org.translate.goog/inside-the-third-reichs-radio?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt&_x_tr_pto=tc ; todo mundo tem. E acesso à Internet?
Todo mundo dá um jeito, todo mundo dá seus pulos.
https://research-calvin-edu.translate.goog/german-propaganda-archive/goeb56.htm?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt&_x_tr_pto=tc . A TV como nona grande potência. As redes sociais como décima grande potência. Acho que o fato de eu não utilizar redes sociais diz muito sobre minhas intenções; não sou político e não disputo eleições. Fear Of Missing Out? "Take me out", Franz Ferdinand. O poder da comunicação de massa está na idolatria; Goebbels sabia produzir ídolos.
Este rádio foi apelidado de "Focinho de Goebbels", "Goebbels-Schnauze". Raimundos, "A mais pedida". E hoje, por meio de cookies, rastreabilidade, big data e afins, Goebbels mete o focinho na sua vida. https://www.youtube.com/shorts/esMLurFZyTo . Onde Goebbels foi aprender estas coisas? Na propaganda comercial do Estado Grande Satã. "O comércio é de mútuo consentimento".
"Nunca pise em um homem quando ele está caído",
https://www.youtube.com/watch?v=r-NaPzQSCMg .
Não precisa ficar a dizer isto a todo momento; "Razão, capacidade de bem aquilatar e separar o bom do mau".







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