sábado, 29 de junho de 2024

Há o Sertanejo e há o Sertanejo de Corno.

Troféu Chifre de Ouro, Peão Carreiro e Praense, "Quarto vizinho". Tenha brio, se levante, saia, vai dar uma volta. Troféu Chifre de Prata, Duduca e Dalvan, "Dama de Vermelho". É preciso uma boa dose de masoquismo. Troféu Chifre de Bronze. Peão Carreiro e Praense, dobradinha no pódio, "Mulher a meia". Finge que não vê, é que a história ainda não se tornou pública. Há o sertanejo e o sertanejo de corno. Qualquer semelhança com fatos e nomes terá sido mera coincidência. Mamonas Assassinas, "Bois, don't cry". O corno é o touro expiatório, e o homem que contém os impulsos animais. Eis a glória do corno.

Qual a glória do corno? O corno é o touro expiatório, que oferece as dores de corno em expiação de um coletivo. O corno é o homem que controla os impulsos de matar. O corno é o homem vítima da mulher. O corno persevera na indissolubilidade do casamento. Há o Sertanejo  e o Sertanejo de Corno; uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Que Deus me Livre da mulher de Ló, da mulher de Jó e da mulher de Noé; conheço as 3, rs; você está vendo, tem elementos suficientes para decidir; se insistir nisso, é uma decisão sua. Não, não é idealização, é você olhar para a pessoa e acreditar no melhor que ela aprendeu e até aprendeu; ingenuidade, acreditar que esse melhor dela prevalecerá e perseverar nela. É a proteína spike do vírus, uma metáfora; sou imunizado com 3 doses da Pfizer contra elas, rs. No momento de fragilidade e indefesa, o Escorpião de Rá pica de dentro do coração; Egito do brabo. Deixa o boi rodopiar; rodopiou, pulou no chão, peão que e bom salta do touro e cai em pé. Rionegro e Solimões, "Rodopiou". Sarta de banda.



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